Para empresários de Bolsonaro, Ciro assume papel de Lula como inimigo

Para empresários de Bolsonaro, Ciro assume papel de Lula como inimigo

“Não faremos nada da nossa cabeça. Os senhores que estão na ponta das empresas serão os nossos patrões” (Ex-capitão do Exército Jair Bolsonaro, abrindo o jogo em encontro com empresários na Confederação Nacional da Indústria, em Brasília, julho de 2018).

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“Empresários aplaudem Bolsonaro e vaiam Ciro”, resume a Folha desta quinta-feira, na mesma linha do que escrevi aqui ontem sobre o histórico encontro da CNI que formalizou o ex-militar da extrema direita como candidato preferencial do empresariado, na falta de outra opção, digamos, mais democrática e civilizada.

O tucano Geraldo Alckmin, que já foi o queridinho da banca, não foi vaiado nem aplaudido, já está rifado, e nem tomaram conhecimento dele ao elogiar a política econômica de Donald Trump.

Com Lula impedido de disputar a eleição, o pedetista Ciro Gomes, candidato da centro-esquerda, virou o inimigo público número um dessa turma da grana gorda que está muito preocupada com os destinos do Brasil.

Em encontros reservados com banqueiros e outros representantes do “mercado”, este namoro entre a plutocracia e o troglodita boquirroto, já vinha acontecendo há algum tempo, a ponto de um deles me dizer que “se ficarem Ciro e Bolsonaro no segundo turno, nós não só vamos apoiar como bancar a campanha do Bolsonaro”.

Alguém ainda duvida disso? A apenas 94 dias do primeiro turno das eleições, Bolsonaro mantem-se firme na liderança das pesquisas sem Lula, estabilizado em 20% de intenções de voto, o que no momento lhe assegura um lugar no segundo turno.

Se assim é, sem o apoio do “mercado” e da grande mídia, com uma campanha que se resume às redes sociais e a recepções nos aeroportos, pode-se imaginar o que pode acontecer quando começar a chover dinheiro para os batalhões bolsonaristas.

Além de nomear os senhores da CNI como seus patrões e bajular o mundo financeiro, o que mais fez Bolsonaro para merecer este apoio, que é maior na elite dos mais ricos e escolarizados?

Até agora, este demagogo tosco, que não junta duas frases com sentido, não apresentou nenhuma proposta concreta sobre o que pretende fazer do país se for eleito, apenas repetiu ameaças antigas das bancadas da bala, do boi e da bíblia, para levar o Brasil de volta ao começo do século passado.

Foi aplaudido pelo menos dez vezes e arrancou gargalhadas ao proferir frases nesta linha:

“Vou botar alguns generais nos ministérios caso eu chegue lá. Qual o problema? Os presidentes anteriores botaram terroristas e corruptos e ninguém falava nada”.

“Quando falei que não entendia de economia, entendi que a grande mídia fosse levar para o terreno da humildade. Não quero falar daquilo que não domino com grande propriedade. Tenho muito mais a aprender do que a ensinar.”

“O país está inviabilizado por questões ambientais, indígenas e de quilombolas”.

“Nada contra quem é feliz com seu parceiro semelhante. Vá ser feliz. Quem sabe amanhã eu seja também”.

“Jamais quero ser patrão no Brasil com esta legislação. Sem patrão não há empregado. Os senhores são os nossos patrões”.

A nova legislação trabalhista aprovada no ano passado, que acabou com as conquistas dos empregados nos últimos 50 anos, jogou os dois candidatos em campos opostos.

Enquanto Bolsonaro defendia a perda de direitos dos empregados, Ciro Gomes foi vaiado quando defendeu a revisão da reforma trabalhista, e não fugiu da raia.

“Pois é, vai ser assim mesmo. Se quiserem presidente fraco, escolham um desses que vêm aí com conversa fiada para vocês. Meu compromisso com as centrais sindicais é botar esta bola de volta para o meio de campo”.

Este é exatamente o maior temor dos empresários que bancaram a troca de Dilma Rousseff por Michel Temer, a quem Ciro chamou de “quadrilheiro na Presidência”.

Ciro também assusta porque defende uma reforma previdenciária que não é a deles e prometeu combater o esquartejamento da Petrobras e das reservas do pré-sal promovido pelo governo golpista.

No mesmo dia em que estes dois Brasis se contrapunham diante da seleta platéia empresarial, parlamentares do Nordeste, Norte e Centro-Oeste defendiam a prorrogação por mais cinco anos dos benefícios fiscais à industria automobilística, uma das razões do crescente rombo fiscal.

Neste período, a ampliação desses subsídios custaria cerca de R$ 9 bilhões aos cofres públicos.

É por isso que a fina flor do empresariado nacional quer Jair Bolsonaro como presidente da República e tem medo de Ciro Gomes: quer, ao mesmo tempo, acabar com o que resta de direitos trabalhistas e arrancar mais benefícios da União falida. É simples assim.

Esta é a grande disputa que acontecerá no dia 7 de outubro pelos despojos da massa falida do governo Michel Temer.

Dá para entender por que 62% dos jovens brasileiros querem ir embora do país, que vive a maior crise de falta de esperança da sua história, tema do post anterior?

Ainda bem que amanhã recomeça a Copa.

Vida que segue.

 

36 thoughts on “Para empresários de Bolsonaro, Ciro assume papel de Lula como inimigo

  1. Esta eleição apresentará um racha inédito do empresariado, mas não só, produzirá também linhas de fissura, antes inconcebíveis, no interior do MP, da Polícia Federal, da Globo, do PSDB, do PMDB, OAB, Forças Armadas e entidades religiosas.
    Se alguém quiser um pouco de otimismo (sempre um arriscado lance de cartas este sentimento ou atitude), imagine que na Copa o amarelo está de volta a quem mais ele pertence: com os pobres, reunidos em torno da camisa de Garrincha, Pelé e tantos outros. Depois do torneio, porém, o amarelo, confiscado ilicitamente para si, pelo antiesquerdista, antipopular e reacionário nos costumes movimento que surge em 2013, vai se dividir internamente em muitos pedaços (aqui vai certo risco também).
    Aposto contigo leitor: veremos rachas , especialmente entre economistas e políticos de todos os “centros”, parecidos com o aqueles do fim da ditadura. A história pós-Weimar do século XX daria algumas indicações. Lições aprendidas? Bom que seja.
    Sim, estes aplausos a um apologeta da ditadura são constrangedores. Coloquem estas inclinações e tietagens no YouTube, com legendas em inglês. Visibilidade internacional imediata desta tentativa de costurar um pacto empresarial em torno da extrema-direita!

  2. Os eleitores de Bolsonaro são esses 20% e não crescem, mas ao contrário, decresce quando Lula aparece. Ou seja, numa lógica formal os eleitores dos outros candidatos votarão em qualquer outro que não seja Bolsonaro. E é neste cenário que candidaturas de Ciro, Marina e outros surfam numa onda de crista alta no segundo turno turno. Mas essa onda tem nome: Lula.

  3. Será que descobriremos em breve que nosso país imita a mitológica Fenix? Será necessário moer tudo, queimar tudo para renascer alguma coisa das cinzas?

    1. Quando o ¨mito¨ falou na sede da CNI para 1000 empresarios que se eleito seria um empregado deles, so faltou a claque carregar ele no colo. O sujeito consegue ser menor que uma pulga.

  4. Bolsonaro é troglodita, Ciro é um lorde de certo?!
    Quando foi que Bolsonaro falou em manter ou aumentar benefícios fiscais?
    Lula deitou e rolou nos braços do mais alto empresariado nacional, proferia falas chulas e machistas e mereceu, e ainda merece, palavras bem mais amistosas neste blog.
    Vê-se assim, os pesos e medidas usados para avaliar os candidatos, que quase nada tem a ver com suas propostas, visto que Bolsonaro defendem muitas coisas similares, mas com simpatia com um ou outro.

  5. Agora é contra o subsídios a indústria automobilística? Salvo engano foi pilar da economia nos anos petista e poderia mostrar uma frase contra? Lembrando que existe até investigação por decretos com 2 a 5% de propinas daquelas épocas. Quando os empresários estavam ao lado da esquerda era lindo. Agora são demônios? Num país com milhões de desempregados vamos buscar quem? A velha e falida tática de endividamento público? Temos e necessitamos dos empresários. Não podemos deixar que se relacionem com a promiscuidade dos últimos 15 anos, onde o BNDES serviu para manter quadrilhas de políticos e empresários. Quando ouvíamos estocar vento, chamar gaúcho de viado e negro de capitão do mato nosso senso de crítica é esquecido. Isso tem no mínimo um nome: incoerência. O desespero está tomando conta daqueles que como mãe Diná previam desde de 2015: guerra civil, golpe militar e tudo de pior. O Brasil vai passando e sobrevivendo a todas as agruras passadas e futuras. O medo mesmo é que aqui aconteça o mesmo que aconteceu nos USA. Lá todas as previsões trágicas se transformaram em nível e qualidade de vida melhor além de impor a alguns ditadores o rabo entre as pernas. O cidadão cansou de falas mansas de estelionatários ou falácias salvadoras da pátria. Querem homens que digam que os corruptos e políticas populistas não teram vez. Olhem as reações nas ruas. Ande de trem, ônibus e nas comunidades para entender o fenômeno Bolsonaro. Pois aqui no Rio a possível representante ao governo do Estado pelo PT é a favor do assalto. Vai reclamar de que depois? Vida que segue

    1. “Pois aqui no Rio a possível representante ao governo do Estado pelo PT é a favor do assalto.” /// Que espécie de idiota acredita numa baboseira dessa ? Kotscho e amigos, a imbecilidade dessa gente não conhece limites. Simplesmente “ilário” !!! É rir prá não chorar.

  6. Sobre a Carta Del Lavoro de Mussolini que, na ditadura Vargas foi adaptada ao Brasil com o pomposo nome de Consolidações das Leis Trabalhistas ,devo lembra que até 1967 vigorou com uma tal ”estabilidade no emprego” para quem completasse 10 anos na mesma empresa. Maravilha ,maravilha ,maravilha .Só que o texto batia de frente com o bom senso e o mundo real ,pois que ,ninguém, mas ninguém conseguia completar 10 anos de casa .Ao fazer 9 e anos e 10 meses o felizardo era demitido e indenizado . As empresas tinham outras empresas de fachada cuja existência era reempregar o demitido e, através de um GOLPE, escapar do custo de manter um empregado estabilizado. A empresa que eu trabalhava tinha outras 4 do mesmo grupo, onde se rodiziavam os desestabilizados. Em 1967 foi criado o FGTS que acabou para sempre com a estabilidade dando origem a um ciclo virtuoso na criação de empregos que, um anos depois, em 1968, praticamente ,pela primeira vez, estatisticamente zerou o desemprego.

    1. Vc começa seu comentário com uma falácia ao falar “a Carta Del Lavoro de Mussolini que, na ditadura Vargas foi adaptada ao Brasil com o pomposo nome de Consolidações das Leis Trabalhistas”.

      1. Uma lição:
        Sou e serei eternamente um socialista, e minhas convicções nunca mudarão. Elas estão gravadas em meus próprios ossos, escreveu Mussolini, que nasceu e se formou politicamente no meio de movimentos ligados à esquerda. Seu pai, um ferreiro humilde inspirou-se num revolucionário Mexicano de esquerda de nome Benito ,de quem escolheu o nome do filho. Aos 28 anos, Mussolini, radical ,pregava a necessidade de expulsar todos os cristãos dos países socialistas.
        A CLT é fascista até nas entranhas.

      2. Pura falácia essa história de que a CLT é apenas cópia em português da Carta del Lavoro de Mussolini. A legislação trabalhista já era coisa velha na Inglaterra desde o século XIX, com o movimento cartista, mais na Prússia de Bismarck, e com os temores decorrentes da Revolução Russa, se espalhou por muitos outros países, fossem quais fossem seus regimes políticos. Daí a Carta italiana, feita pelo fascismo, tal como outras cartas de outros países. E no Brasil, as primeiras leis trabalhistas vieram logo depois de 1930 por iniciativa de Lindolfo Collor, que se inspirou em Durkheim.

        1. Falo do Século XX e insisto, é notória e pública a influência da Carta Del Lavoro italiana na CLT na ditadura Vargas , um período marcado pelo corporativismo dos operários urbanos sob o domínio e a influência fascista, impondo como conciliação das normas trabalhistas , a questão da ausência de liberdade sindical e no imposto sindical compulsório. A carta foi copiada por diversos países e serviu ainda para a criação da Constituição de 1937 no Brasil e , naturalmente, para a CLT . Apesar da mesma origem todas as novas organizações democráticas dos diversos países optaram por revogar toda a legislação corporativa . O Brasil, ao contrário, conservou todos os caracteres fascistas, passando pelas Constituições de 1945, 1967 e 1988.

  7. Mestre, observados, os sucessos obtidos, ‘juridicamente’, em Honduras, Paraguai e Brasil, militarmente, no Iraque, Egito, Líbia e Síria, as tentativas não tão bem sucedidas, na Turquia, Ucrânia e Irã, e as tentativas acontecendo na Venezuela e Nicarágua, não dá mais para ignorar que nos ‘esforços’ do Império para não ser destronado, uns e outros países mais desatentos vão se dando e ficando, mal.
    Com essa possível explicação, permita-me completar com o final do cristalino texto de Bob Fernandes, ontem no jornal da Gazeta, indo de encontro ao post:
    “(…) Como chegamos a esse estágio de decomposição?
    Por 11 anos o Brasil debateu corrupção. Mas derrubaram uma presidente acusando-a de “pedaladas”, não de ser corrupta.
    Quem derrubou? Bandos chefiados por Eduardo Cunha e seus “milhões de Cunhas”.
    Chefiados por Geddéis e Chefes mais graduados.
    Presidente da República considerado ruim se tira nas urnas, não com manchetes, helicópteros e numa Farsa.
    Que a Farsa não termine em Tragédia. Que não se entregue o país a fascistas carregados de ressentimento e ódio.
    E, antes de tudo, portadores de ignorância interminável, estratosférica. Exibida diariamente, com grande orgulho.”

    1. ”Que não se entregue o país a fascistas carregados de ressentimento e ódio.”
      Concordo. Pena que você não sabe o que é fascismo. E ódio é uma característica nata dos fascistas mesmo ,vide os sanguinários irmãos Castros ,Pol Pot ,Mao, Stalin e até recentemente do FASCISTA da Venezuela .Isso sem falar na Nicarágua atual cujo ditador, Ortega, neste trimestre já matou mais de 300 manifestantes por conta de uma reforma previdenciária.

      1. Não vale perder tempo com provocações medíocres como, quem sabe ou não o que vem a ser fascismo, e menos ainda tornar-se sócio do ‘manjado pacote’, Pol Pot, Stalin & Outros, por vontade alheia.
        Portanto, limito a contraditar com a última frase, a propósito esquecida, complementar ao alerta anti-fascista para melhor identificar de quem se fala:
        “E, antes de tudo, portadores de ignorância interminável, estratosférica. Exibida diariamente, com grande orgulho.”

  8. “… se ficarem Ciro e Bolsonaro no segundo turno, nós não só vamos apoiar como bancar a campanha do Bolsonaro”.
    A Alemanha já viu esse filme, na década de 1930. Deu no que deu.

  9. Não entendi, estimado Kotscho, se você já vislumbra um segundo turno entre a “candidatura militar” do ex-capitão e seus ministros-generais ( reeditando o movimento civil-militar que deflagrou o golpe de Estado de 01/04/65), vis-à-vis uma “candidatura civil” liderada por Ciro Gomes. Isto só seria possível se o PT e Lula decidissem abrir mão do protagonismo e da hegemonia do lulo-petismo. Até o presente momento não é o que se vê, nem o que se pressente que irá ocorrer. O PT considera Lula o candidato natural do centro-esquerda e não quer nem ouvir falar em Ciro Gomes. Quem abriu a boca para aludir a tal heresia foi desqualificado imediatamente pela Direção Nacional do PT a mando do próprio Lula. A cada dia que passa cresce a aglutinação à direita, enquanto a tática eleitoral do lulo-petismo não permite equacionar a dispersão do campo progressista.

  10. Bolsonaro não é a primeira opção para a maioria absoluta dos eleitores, por isso está com 20% das intenções. Mas será sim a melhor opção no segundo turno, para uma ampla maioria que não votou nele, principalmente se o páreo for com Ciro Gomes, que é figura biblica: ” Antes que o galo cante, ele já negou 3 vezes” Não tem o menor equilibrio para ser um governante (e olha que um dia já cai no canto de sereia desta peste e votei nele).
    Sobre algumas colocações do Post: “Até agora, este demagogo tosco, que não junta duas frases com sentido”… tudo bem, para quem ja teve uma Dilma que não conseguia juntar mais do que 5 palavras para fazer uma frase, ele já está no lucro.
    “A nova legislação trabalhista aprovada no ano passado, que acabou com as conquistas dos empregados nos últimos 50 anos,” – Qual é a conquista que a legislação trabalhista assegura para os 13 milhões de desempregados? A culpa é só deste desgoverno que ai está? Já contratou algum empregado por mais de um ano para ver o que é bom neste pais?
    Sobre colocar Militares nos ministérios, qual o problema? será que eles são tecnicamente inferiores à muitos destes que ai estão ou que por lá passaram e muitos estão confinados lá em Curitiba (e outros soltos por malandragem do STF). Olha só o que está acontecendo no Ministério do Trabalho (e não é de agora).
    Pode até ser que os brasileiros estão dando um tiro no escuro pelo desconhecido, mas com certeza não querem mais apostar nos conhecidos. É aguardar para ver

  11. Kotscho, vi o debate na íntegra, e as manifestações contrarias as propostas de Ciro me pareceram pontuais e faram quando o assunto foi a reforma trabalhista e num ambiente era dominado por patroes não poderia ser diferente. Bolsonaro se dá bem nesses ambientes, imagina ele expondo suas ideias malucas em alguma assembléia com os trabalhadores.

  12. “Vou botar alguns generais nos ministérios caso eu chegue lá. Qual o problema? Os presidentes anteriores botaram terroristas e corruptos e ninguém falava nada”.
    O que há de tosco nessa fala Sr.Kotscho? .Por acaso estaria V.Sª instilando o ódio contra aqueles de quem discorda ,atribuindo-lhes características desonrosas e desrespeitosas?Seria um oficial do Exército que passou 5 anos numa academia militar um tosco grosseirão? Seriam ,nessa ótica, os iluminados do PT ,tais como, Boulos, Manuela D’ávila, Marilena Chuaí ou mesmo a desbocada ”filosofa” Tiburi, os iluminados donos do saber e das virtudes?
    Os generais no poder do qual fala o candidato , teriam que se submeter às premissas e a ordem Constitucional vigente no país.

      1. Nada a ver Sr.Kotscho! Poderia ser até um cabo, sargento ou até mesmo um ex-recruta. Isso seria relevante se o regime fosse uma ditadura militar, ou de exceção. Os generais bateram continência para Lula, Dilma e coisas assim, porque não o fariam para um ex-oficial? Agora, se fosse fardados, aí sim, seria como v.sª disse: curioso!

  13. Prezado Kotscho: Corremos o risco, pela via democrática do voto, de voltar à ditadura, com o que parece ser uma situação inusitada para o mundo dito civilizado. E a postura dos citados empresários pelos sinais que vem sendo dados: alguma semelhança com o golpe cívico-militar de 1964? Ai de ti Brasil.

  14. Kotscho, uma pergunta a todos: havera debate entre Ciro e Bolsonaro na Globo e Band ? Alguem lembra do debate para governador do DF, com a esposa de Joaquim Roriz ? Assistam, mas preparem-se pra molhar as roupas de tanto rir.

      1. “mas a demagogia, a estupidez e a falta de caráter, assim como acontece com muitos leitores”

        você está se colocando na posicao de leitor agora Kotscho?

  15. Muitos olham para o empresário como o lobo a ser caçado. Outros olham para ele como uma vaca a ser ordenhada. Poucos são os que enxergam como o cavalo que puxa a carroça.
    Bolsonaro está certíssimo.

  16. realmente uma m. isso…trocamos os radicais de esquerda pelos radicais de direita….melhor pegar uma metralhadora e dar cabo de todos eles…ops, virei um radical de centro….o ser humano nao tem jeito mesmo…esperemos com fé que um grande meteoro se dirija à terra e acabe como todos os habitantes…a espécie humana nunca deveria ter existido…

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