Bolsonaro X jornalistas: bem-feito para os coleguinhas que não se dão ao respeito

Bolsonaro X jornalistas: bem-feito para os coleguinhas que não se dão ao respeito

“O pior é que ele disse a verdade. Isso que vemos hoje não é jornalismo” (Dilea Frate, jornalista, ex-Globo, em comentário no meu Facebook).

***

Claro que não podemos generalizar, minha cara Dilea, porque nem todos os jornalistas se comportam como sabujos do poder _ e não é de hoje.

Mas a submissão de boa parte dos profissionais encarregados de fazer a cobertura dos chiliques diários de Bolsonaro e seus inacreditáveis ministros, sem nenhuma reação, acaba mesmo dando razão aos que não respeitam mais o nosso trabalho.

Quando a ofensiva do presidente contra jornalistas e veículos de mídia chegou a um ponto insuportável, numa escalada de insanidades, nenhuma atitude mais séria foi tomada para dar um basta a esse esculacho.

Notas de protesto ou de solidariedade das entidades de classe dos jornalistas e das empresas são inúteis, palavras jogadas ao vento, porque sabemos que essa gente não lê nada, e está se lixando para a opinião pública. Eles dão risada.

Eu cheguei a propor aqui que os jornalistas e suas chefias simplesmente se recusassem a participar desta pantomina do circo armado com a plataforma de microfones no chiqueirinho do Palácio da Alvorada.

Fui criticado por isso, sob a alegação de que é preciso divulgar todas as besteiras que o capitão fala para a sua claque de seguidores, que fica num chiqueirinho ao lado, o que já é uma aberração.

Pergunto: custa exigir que a Presidência da República use a sala de reservada no Palácio do Planalto, quando eu era secretário de Imprensa, em 2003, para o presidente e outras autoridades falarem com os jornalistas, civilizadamente, todos sentados, e seguindo regras pré-estabelecidas?

Hoje, o governo nem tem mais secretário de Imprensa, cargo vago há vários meses, mas deve ter alguém autorizado no Palácio do Planalto para receber representantes da ABI, da Fenaj, da Abert e da ANJ em audiência, porque do jeito que está não pode continuar.

Se não lêem, pelo menos poderiam ouvir que não é mais possível colocar os jornalistas ao relento no Alvorada, hostilizados por “grupos de apoio” do capitão, que aplaudem e vaiam como se estivessem num programa de auditório. Até os circos são mais organizados e respeitosos com seu público.

Para dizer, como fez nesta segunda-feira, que “os jornalistas são uma espécie em extinção, que o Ibama precisa cuidar”, é porque eles se submetem aos seus desatinos.

Se o presidente da Republica não se dá ao respeito, cabe a nós, profissionais, às empresas e às suas entidades representativas zelar pela dignidade da nossa profissão.

Qualquer presidente de escola de samba ou técnico de futebol consegue conceder entrevistas coletivas sem a presença de torcidas organizadas.

Por que o Palácio do Planalto não pode? Por capricho do capitão?

Vida que segue.

 

31 thoughts on “Bolsonaro X jornalistas: bem-feito para os coleguinhas que não se dão ao respeito

  1. Uma parte da crítica é válida porque o Bolsonaro “bate” num repórter que não pode reagir. Mas se entende que ele bate mesmo é na imprensa, que, lotada de alto a baixo de petistas e similares, o trata de modo desonesto e desrespeitoso.

    Com o Lula era fácil, estavam quase todos ali para puxar seu saco e fingir rir de suas piadas sem graça. Um é tratado como monstro por um mês de queimadas; com o outro, que bateu recordes no tema, este nem era mencionado. De um buscaram o rachid de 19 k/mês que o filho fez anos atrás; do um milhão por mês da Oi para o filho de quem a beneficiou nada era dito. E assim por diante, seria possível preencher páginas com exemplos.

    Quanto à opinião pública é o contrário. É ela que não dá mais bola para as tais entidades de classe. Com a Internet, o poder da imprensa diminuiu muito. As pessoas não precisam mais bajulá-la a qualquer custo.

    Então, a regra é simples. Parem com as críticas desonestas e respeitem o presidente eleito. E a partir daí, sim, exijam respeito. Sem isso, lamento realmente pelo constrangimento dos rapazes e moças que levam a culpa que às vezes é de outros, mas não reclamem se continuar vigorando o “bateu, levou”.

    1. Ernesto, informação à moda Jack é sempre incompleta, completa faz o todo, sentido, capito?
      Seguem, tronco e cabeça:
      “(…) Eles se sentem acolhidos por essa humanidade porque a maioria das pessoas é assim: ridícula e grotesca. E se os liquidamos com desprezo, perdemos a simpatia de todos eles. Não deveríamos dizer que Trump é ridículo ou que se veste mal… É preciso lembrar que ele é um criminoso porque retirou a assinatura dos acordos de Paris ou que é machista. Isso também aconteceu com Berlusconi. O problema dele não era a vulgaridade. Suas culpas, obviamente, eram outras.”
      Falando nisso, ‘bonita camisa, Ernestinho’, certamente reconhecido, lhe dirá Bolsonaro um dia, com minha óbvia concordância, atento a Scurati, talquei?

      1. Note que a frase original foi destacada pelo próprio El País para atrair o leitor. E bem escolhida no nosso caso, pois atraiu a mim e a você.

        Quanto às partes do “corpo”, eu concordo com a frase destacada e fico feliz que pelo menos um esquerdista consiga perceber essa obviedade.

        Concordo igualmente com a parte que vai de “eles se sentem” a “se veste mal”. É outra obviedade que o Scurati percebe, mas a maioria da esquerda não.

        E discordo da parte dos acordos de Paris e do machismo, coisas também tratadas como imbecilidades fora da seita. Não ganhou um dez, mas para um esquerdista acho que o Scurati mandou muitíssimo bem.

  2. As mídias, jornalistas, artistas e demais poderiam mostrar suas declarações de rendimentos antes e depois do Mito. Com o fim dos bilhões destinados aos indicados acima e o fim dos furos de reportagem e claro as denúncias diárias de corrupção estão sem saber de onde tirar seus sustentos. Somando a isso a nova forma franca de dizer na lata o que pensa sem os chamados filtros, marcando um novo tempo de comunicação. A imprensa até tenta de todas as formas desqualificar o.modus operandi do Mito. Acabou os papos de pseudos intelectuais com perguntas previamente combinadas para não causarem desconfortos. Agora é na lata. Gostando ou não. A mídia escrita está com seus dias contados e não será diferente com os especialistas e os ditos jornalistas de ponta. Depois da última eleição em que 100% dos pseudos intelectuais jornalistas em cravar que o Mito nem conseguiria dois dígitos de votos. Hoje continuam batendo cabeça tentando explicar esse fenômeno. Como não conseguem, não são diferentes das pessoas simples que na falta de argumentos partem para desqualificar e ofender. Como Chico Anysio já afirmava lá em 1993 que o jornalismo está dominado pelo PT, a reação que aqui lemos não são de se espantar. Hoje temos as redes sociais que estão engolindo o jornalismo sem fazer esforço. E claro que os velhos jornalistas nascidos dentro da doutrinação esquerdopata estão infartando a cada dia que tomam ciência que de formadores de opinião só estão naqueles velhos arquivos que guardam para mostrar nos encontros dos cumpanheiros. A mídia não boicota o Mito por saber que a comunicação dele com o povão não depende mais delas. Agora as mídias sociais, como diz os mais jovens: O papo é reto. Então é melhor acompanhar e meter o malho para quem sabe ter algum efeito do que não dar cobertura e deixar as mídias sociais jogarem uma pá de cal em sua existência. O presidente agora fala direto para o povo, sem a velha e carcomida mídia tradutora. Que na maioria das vezes noticiava da forma que melhor lhe convia. Por esse novo tempo o nobre jornalista se contorce de fúria. E demonstra quando diz que no meu tempo. Seu tempo já foi. Agora estamos em 2020 com milhões de brasileiros ávidos a saber o que acontece com o presidente deles a cada minuto. Acabou aquele tempo de pegar a notícia juntar meia dúzia de jornalistas para discutir o que irão levar ao povo. Claro que sempre publicavam o que melhor dos seus interesses. Game over para velha mídia dominante e doutrinaria. Até o ex e condenado está tentando buscar mudança no seus caminhos midiático, criando núcleos de comunicação com religiosos para tentar trazer um pouco desses votos que até 2014 era em tese fiel a esquerda. Agora que mudou o ódio dos esquerdopatas é latente aos religiosos. Principalmente para aqueles que não seguem a doutrinação do partidão. Habemus censura. Vida que segue

    1. Mauricio Teixeira, não se trata de censura, mas de preservação da língua portuguesa, tão maltratada pelo teu “Mito”.
      “Acabou os papos de pseudos intelectuais” é de doer. “Melhor lhe convia” não existe. O que quer dizer com “Claro que sempre publicavam o que melhor dos seus interesses?”.
      E por aí vai… É você mesmo quem escreve essas coisas ou compra pronto? Se escrevesse menos, correria menores riscos de errar.

      1. Caro jornalista. Parece que aqui o que importa é os erros de português. Quanto a contradizer cada um dos pontos escrito nem pensar. Esse é o problema dos pseudos intelectuais. Do alto de seus pedestais se revoltam. Quem é esse que me afronta sem escrever como um imortal da academia brasileira de Letras?? Não adimito que me questionem aqueles que erram na gramática. Imagino que após o nobre jornalista conversar com cidadãos pobres e com pouca cultura se contorce com os erros de português. Fico imaginando um texto escrito pelo ex e condenado. Será que Chico Anysio se inspirou no nobre jornalista para criar o personagem Justo Veríssimo??? Mais uma vez lembro a fala de Mano Brown nos arcos da Lapa. Igual ao nobre jornalista que do alto de sua soberba cultural preferiram beber um Chandon num apartamentinho de uns 200 metros quadrados em um dos bairros mais caros do Rio de Janeiro. Afinal os intelectuais da esquerda precisam de companhias onde possam usar seus vastos conhecimentos. As biroscas, feiras, pracinhas etc são cenários para eleição. O dia a dia frequentamos os mesmos espaços das elites. Me lembra o Dias que de todo o meu texto pinçou o meu nome em caixa alta. A esquerda não sabe mais o que fazer para mudar o cenário que irá perdurar por pelo menos 12 anos. Ernesto e Tião Aranha parece que seguem a mesma linha de raciocínio quanto a extinção das grandes mídias que em consequência levaram os jornalistas que se acham seres ungidos por Deus. Habemus direito de resposta??? Vida que segue

        1. Senhor Mauricio, com, “quanto a contradizer cada um dos pontos escritos nem pensar”, chegou perto de entender, mas nem pensar, que por desnecessários dispensam pensa-los.
          Mas pense sobre eles, o conjunto dos pontos, e responda a si se resistiriam um mês, um mês somente, de incessantes ataques do JN da Globomarinho, à moda que tratam o PT e Lula, há 6 anos, com a lavajateira, ininterruptamente, escancarando sistematicamente o que andaram aprontando de conhecidos ilícitos por aí, ‘a trupe do Minto’, talquei?
          Mas o que traz-me aqui é lembra-lo que, lembra pior que pensa, pois jamais pincei seu nome de qualquer caixa, alta, baixa, profunda ou rasa, de qualquer texto, em qualquer tempo ou situação, por desnecessário.
          Certifique-se do equívoco e retifique-o, por favor.

      2. Tem quem mais maltratou a lingua portuguesa do que o LULA e DILMA ; esta ultima nem sequer conseguia formular uma frase completa. Bolsonaro é a sequencia dessa panaceia toda.

        1. O que você diz não é verdade, obviamente. Dilma e Lula podem ter tropeçado algumas vezes, mas também fizeram discursos brilhantes. O que já não acontece com o Bozo, que fugiu dos debates para não passar vergonha…

  3. Amigo Kotscho,
    E não é que o capitão tem razão?
    Difícil imaginar que um dia concordaria com o atual rei do besteirol brasileiro.
    Disse ele: “jornalistas são uma espécie em extinção…”
    Quando sou questionado, me apresento como “jornalista jurássico, em extinção”.
    Tenho 71 anos e com orgulho pinço do meu currículo profissional, o período de novembro de 1975 a dezembro de 1980, quando trabalhei na Folha.
    Nele aprendi a rigidez da ética jornalista, que só se adquire na prática, na labuta.
    Fui repórter da editoria de Educação da Folha de S.Paulo, sob o comando do jornalista Perseu Abramo.
    A nossa trincheira de luta era o Sindicato dos Jornalistas. Batia ponto em todos os debates importantes. Rua Rego Freitas, de saudosa memória. Fui diretor de base, em Presidente Prudente.
    Na greve dos jornalistas de 1979, retornamos às redações sem o atendimento das nossas reivindicações. Fomos reprimidos em piquetes pela polícia (milícia) do coronel Erasmo Dias.
    O resultado da greve foi tema de debate em várias reuniões do Sindicato. José Hamilton Ribeiro, em seu livro “Jornalistas”, publica a frase do jornalista Geraldo Mayrink, proferida em 1981:
    – Ganhou-se vergonha na cara, coisa que há muito tempo andava longe das redações.
    Reproduzo em meu livro “Antes que a memória falhe”, o episódio da demissão do editor de Educação da Folha, Perseu Abramo. Ele fez parte do Comando de Greve.
    No dia da demissão, após a greve, os repórteres da Editoria de Educação não trabalharam aguardando o desfecho. Consumado o desligamento, os repórteres elaboraram um documento informando que não cobririam no mês seguinte a reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), marcada para Fortaleza.
    Estávamos todos com passagens, hotéis reservados, pauta completa da cobertura. Já debatíamos os textos divulgados pelos cientistas. Por isso, tínhamos certeza da nossa demissão.
    Nossa surpresa foi a decisão tomada pela diretoria da Folha. Repórteres da editoria Local foram escalados para cobrir a SBPC e nós ficamos em seus lugares .
    Houve quem se demitisse ao recusar a pauta da Local, como Olavo Avalone Jr.
    Eu precisava de mais tempo, pois era intenção da minha mulher voltar a morar em Rancharia.
    Em junho do ano seguinte, ela já estava na cidade com nossos filhos. Em dezembro, a Folha aceitou meu pedido de demissão, que há meses estava engavetado.
    Portanto, a minha visão sobre o assunto também é jurássica.
    E isso dificulta a minha avaliação sobre o comportamento atual dos jornalistas. Eles não se juntam mais em redações. Têm como companheiros o laptop e o celular. Dedicam-se a cumprir pautas, mesmos as impossíveis de aceitar como a de ficar ouvindo desaforos do capitão.
    A esses profissionais sugiro a leitura do livro “A síndrome da antena parabólica – ética no jornalismo brasileiro”, de Bernardo Kucinski; e o artigo “A Ética do Jornalismo”, de Perseu Abramo.
    Eles precisam se unir, saber reivindicar, não trabalhar confinados em chiqueirinhos. Equanto isso não acontecer, este profissional em extinção vai dar uma de Geraldo Mayrink:
    – Falta vergonha na cara, há muito tempo longe da profissão.
    Ulisses de Souza

  4. Kotscho, é por causa do tenente * sim. Em uma entrevista civilizada, sem claque de devotos alucinados, ele entraria pelo cano. Lembro que o MITÔmano participou de um único debate, antes da providencial facada. Foi em 17.08.2018 na Rede TV. Ele foi instado (êpa, Weintraub) a responder a uma pergunta feita pelo jornalista Reinaldo Azevedo, sobre dívida interna. O Messias, simplesmente, entrou em pânico. Gaguejou, falou um monte de besteiras, do tipo: “Como resolver o problema do juros no orçamento? acabar com o viés ideológico”. Ele nem tem ideia do que é “viés ideológico . Misturou CLT com não sei o quê. Vinte e oito anos como deputado e … nada. Aliás, nada, não!! Os três filhos estão na política, fazendo “rachadinhas” e “otras cositas mas”. E Ciro Gomes, ao comentar a resposta dele, foi camarada. Poderia tê-lo triturado ali.
    * Quando saiu do Exército, era tenente. Foi reformado como capitão e recebe uma bela aposentadoria como tal. Deveria ter sido expulso. Algum ministro do STM aliviou sua (dele) barra.
    Quem quiser ver o vexame:
    https://www.youtube.com/watch?v=ZKeHs2ITiE0
    O Messias nem sabia o que estava fazendo lá.
    PS: O Collor também adotou o “bateu, levou”. Sim. Ele “bateu e levou”. Um “chega pra lá”. Quanto aos erros de português de um admirador seu, ele aprendeu com o Weintraub. Um excelente professor de estupidez e ignorância.

    1. Exatamente nesse dia, em que muitos pensaram ser capitão Bolsonaro o cabo Daciolo, como também, reza a lenda, ouviu-se nos bastidores, após nova derrapada: ‘Só com facada!’

  5. Na minha opinião, os jornalistas deveriam abster-se em entrevistar o presidente, isolá-lo da sociedade, dos noticiários. Afinal, tudo que ele sabe é xingar a mãe dos outros, numa demonstração de total desconhecimento do que é sociedade, cidadania, vida em comum.

  6. Ricardo, o inefável ministro da Educação, Weintraub, chama “Franz Kafka de Franz KafTa”, “assecla de acepipe”, diz que a “Terra é plana*”, escreve decente com SC“, incitar” com “S”, paralisação com “Z”, suspensão com “Ç”, “haviam” muitas emendas” e “Antessessor em vez de Antecessor”. Não fique surpreso se um admirador dele aparecer por aqui espalhando suas ignorâncias. Jamais devemos exigir um português castiço (êpa) de alguém que não teve acesso a estudos. Mas de um sujeito que se diz ministro da educação, temos a obrigação de.
    * Até aí, morreu o Neves. É a treva da Idade Média. E pensar que o Galileu quase foi parar na fogueira…

  7. Blum segue com seu “insight” impecável no El País.
    Hoje abordou os “cúmplices”.
    Não hesitou em sapecar o sociólogo FHC no rol dos integrantes do elo na “corrente” que levou o país ao ponto em que chegamos e donde não sairá tão cedo sem a entrada de novos personagens em cena.

  8. Prezado Kotscho; “Se o presidente da Republica não se dá ao respeito” deveria pegar o seu quépizinho e dar no pé. Já pensou aguentar mais três anos?

  9. Kotscho, o governo do IRAN bem ao estilo estadunidense para caçar bandidos, oferece uma recompensa de US$80.000.000,00 pelo escalpe topete do Trump. Os lambe botas puxa saco estão no pacote, grátis.

  10. Creio que parte da imprensa está se comportando como a tal “mulher de malandro”. Apesar da conotação machista contida nessa frase, não tem como não fazer um paralelo com os sensacionalistas denunciadores do mensalão, do petrolão, do uso do cartão corporativo dentre outras novelas infindáveis durante o governo Lula/Dilma. Hoje esses “jornalistas” tão combativos se comportam, covardemente, como cordeirinhos amestrados e subservientes enquanto levam cusparadas na cara de um governo “HONESTÍSSIMO”.

    1. Perfeito seu comentário.

      Um acréscimo: curioso são as “macacas de auditório” do Bozo marcarem ponto aqui no Balaio, sempre defendendo o indefensável.

  11. Parabéns ao jornalista Fábio Pannunzio pela resposta que deu ao abominável. Sem uma palavra a mais ou a menos. Para quem não leu:
    “‘Raça em extinção’ são políticos velhacos, neofascistas, misóginos, homofóbicos, xenofóbicos, anti-iluministas, populistas e outros doentes mentais e degenerados que ainda não perceberam que a Idade das Trevas acabou”.
    Gostei do “degenerados”.

    1. Será que o psicopata do Alvorada vai concluir que a resposta do Pannunzio é pra ele? Tenho minhas dúvidas. Ele vai achar que é para o Queiróz. Sabem como é: um psicopata vive em realidades diferentes. Lembram do Norman Bates, no filme “Psicose”?

  12. Se não podem fazer nada para nos livrar dessa hiena miliciana e seu bando de criaturas estranhas, pets, juiz desonesto et caterva, pelo menos, por favor, parem de publicar, com insistência, fotos dos bonecos.
    Já exclui alguns blogs das minhas leituras diárias em razão de tanta bajulação, cada vez que a hiena uiva ou gargalha, vai um bando repetindo insignificâncias.
    Menos cidadãos, menos…

  13. Vejo vocês jornalistas se queixando do tratamento recebido por parte do presidente, mas quando deixarão de ser implicantes, de fazer perguntas para derrubar, para ofender?
    Caso vocês ainda não tenham percebido, as pessoas não se preocupam mais com suas opiniões e, para o bem ou para o mal, passaram a se informar na Internet, pois ninguém vai ficar pagando para ler uma matéria, às vezes atrasada em horas, e manipulada pela ideologia de esquerda. Não, isso não mais.
    Deveriam ficar gratos pela atenção que o presidente vos dá lá no chiqueirinho, porquanto, caso ele pare de recebê-los lá, ninguém dará pela falta de vocês.

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