Tarde de sábado: um país à deriva à espera da nau dos insensatos

Tarde de sábado: um país à deriva à espera da nau dos insensatos

A imagem do título desse comentário me ocorreu durante o almoço num pé-sujo limpinho, aqui ao lado de casa.

No boteco barulhento, ao ver o noticiário na TV à minha frente, e ouvindo as conversas a meu lado, a vida continuava absolutamente normal.

Enquanto traçava uma bela feijoada de cumbuca, notei que nas mesas vizinhas, em vez dos pedreiros e porteiros habituais, ali estavam hoje jovens da classe média bem vestidos, que trabalham nas lojas chiques dos Jardins.

Os mais pobres já devem ter voltado para a marmita.

Alguma coisa se alterou na paisagem humana antes mesmo da chegada da nova ordem ao poder.

O Brasil já mudou, faltando seis semanas para a posse do capitão Jair Bolsonaro, o grande vingador.

Parece que as pessoas já estão se preparando para o pior e economizando como podem.

Os botecos sem nome andam mais cheios e os restaurantes de grife já perdem freguesia.

Mas, como assim?, podem perguntar vocês, se apenas três semanas atrás a maioria do eleitorado elegeu Jair Bolsonaro como salvador da pátria?

Não ouvi ninguém falar nele, mostrar alguma esperança de que as coisas possam melhorar.

É como se fosse uma fatalidade que simplesmente aconteceu, sem ninguém esperar, e não tem mais volta.

Daí esta sensação de um país à deriva, à espera da nau dos insensatos, que se aproxima célere para assaltar o poder, conquistado pelo voto, ninguém pode reclamar.

Como repórter, apenas vou constatando como vejo as coisas acontecendo, não sei explicar.

Escrevo lá no meu Facebook sobre essa onda de insensatez, falta de noção, burrice, ignorância e prepotência que assola o país desde o dia 28 de outubro.

São apenas breves registros que constituem o conjunto da obra, algo simplesmente inacreditável, imprevisível e assustador.

Na verdade, são tantas barbaridades, que não consigo nem entender.

Como foi possível, em tão pouco tempo, detonar um  país desse tamanho, que apenas quatro anos atrás era respeitado pelo mundo e tinha orgulho das suas conquistas sociais?

Se essa nau bolsonariana continuar disparando tantas bobagens todo dia, e demorar a chegar, é capaz de não encontrar mais país nenhum.

Salve-se quem puder, é só o que tenho a lhes dizer sobre isso aí, ok?

Vida que segue.

 

28 thoughts on “Tarde de sábado: um país à deriva à espera da nau dos insensatos

  1. Pois é, grande repórter, nunca tão poucos enganaram tantos em apenas dois atos(primeiro e segundo turnos).
    O Brasil é uma nave rumo ao desconhecido.
    Chamem o Flash Gordon! Ou o ET!

  2. Sr. Ricardo, se quiser, não precisa publicar mri comentário.Reconheço que o presidente eleito não é o melhor para o o Brasil; ou para ser generoso, a gestao dele é trmeraria. Mas o Sr., um jornalista experiente, grande analista ma Tv Record jinto ao Sr Heraldo Barbeiro, se deixar levar pot paixões pequenas?.Digo- lhe que o pessoal do Pt que o St defende foram nefastos para o País e seria desastroso a volta desses celerados. Seria um mal maior ainda do que já fizeram.

    1. Viajo pelo interior do país e vejo à noite lâmpadas acesas do Luz para todos. Foi Lula quem fez. 16 novinhas universidades federais, foi Lula quem as criou. Jovens pobres cursando universidades, foi Lula quem proporcionou o acesso por meio do PROUNI, pagamento da dívida brasileira feita pelos militares e por FHC, foi Lula quem pagou. A indústria naval a todo vapor, foi Lula quem a reegueu e Moro acabou. As escolas técncias federais privatizadas (mistas) por FHC foram reestatizadas por Lula e hoje são institutos federais que oferecem ensino médio, graduação e pós-graduação… Quer mais, é só estudar a História recente pra não passar vergonha e escrever besteira. Sai do submundo do twitter e ler livros escritos por gente séria.

    2. Franco, uma dica de professor: sempre reveja o que você escreve. É a oportunidade de se corrigir a escrita, e também algumas ideias equivocadas.
      Quanto à escrita, dispensa comentários – veja você mesmo. Quanto às ideias, vamos lá: esse “governo nefasto” do PT foi o melhor governo que tivemos, não por alguma opinião, mas por dados concretos. E só foi arrancado do poder, num golpe de estado – sim! foi golpe – porque a elite brasileira está dentre as mais atrasadas do mundo. Procure pelos índices dos governos do PT – emprego, aumento real do salário mínimo, infraestrutura nacional, relações internacionais – e compare com todos os governos que o antecederam. Estes dados não mentem – ao contrário da ladainha fake que B17 repercutiu nessas eleições, sem mostrar a cara num debate.
      E, goste você ou não, Luís Inácio Lula da Silva é preso político. Não é uma questão partidária; é uma questão de justiça, pois não há provas que o condenem, o “juiz” que o condenou, hoje é ministro do candidato seu principal concorrente nas eleições. E Lula ser preso político não é uma opinião minha; é uma constatação de juristas renomados e políticos escandalizados no mundo todo.
      Eis aí a tal Nau dos Insensatos, uma imagem verdadeiramente triste do que ocorria com os loucos na idade média, vagando a esmo pelos rios da Europa…

  3. Por mais que tente ver algo positivo e tendo que acreditar e ter alguma esperança nesse novo governo, não consigo. Li hoje numa coluna: uma coisa é uma fala idiota de um deputado, outra coisa é uma fala irresponsável de um presidente, se continuar assim só Deus na causa. Abraço.

  4. as pessoas simplesmente cairam num conto da midia globo estadao veja isto e ,as pessoas q usufruiram do governo do pt acham q o pt fez o q deveria faser mesmo quaquer governo,acham q o mito vai de serta forma vai apagar as coisas erradas do pt e continuar com o q o pt fez de bom,

  5. Sem querer atrapalhar seu raciocínio depressivo, será que esse não é o movimento normal de sábado? O pedreiro já foi almoçar em casa e o classe média vai bater uma feijoada-raiz para variar?

    E por que alguém estaria falando animadamente do Bolsonaro? Será que o pessoal ainda está comemorando a Copa em Paris? Quem perdeu também deve ter achado melhor já ir se acostumando. Daqui a quatro anos dá para tentar de novo.

  6. Alto, lá! Não se pode reclamar uma ova! As oposições foram alijadas do poder pelo golpe de 2016. quando afastaram Dilma Rousseff e de cambulhada o PT. O traíra Temer, então vice-presidente, foi entronado como presidente, partindo os golpistas para um novo plano de governo, no caso na defesa dos interesses do capital estrangeiro, entrega do patrimônio público e uma política de ataque e retirada de direitos dos assalariados, mantendo um desemprego próximo de treze milhões de trabalhadores. Com o comando do golpe no Judiciário, atacou todos os políticos de oposição, poupando os do PSDB, que também participaram do golpe. Os golpistas marcaram eleições para 2018, mas no início do ano prenderam o Presidente Lula que ganharia o pleito em primeiro turno, e o Judiciário passou a atuar para desqualificar o PT, deixando livre o oponente, Bolsonaro, que teve liberdade para tudo fazer para atacar Haddad, que concorreu a presidência pelo PT. Foi um pleito completamente desequilibrado, com parte das redes sociais ligadas a Bolsonaro atacando impunemente o PT e Haddad, inclusive com recursos além do que legalmente seria permitido. A eleição aconteceu, mas de forma fraudulenta, nada equilibrada, não respeitando os direitos da oposição. Uma eleição marcada e dirigida pelos próprios golpistas. Até as Forças Armadas que apoiam os golpistas, participaram para intimidar e ameaçar a oposição. Há muito do que se reclamar nessas eleições, ficou nítido que estamos enfrentando um golpe, que teve sucesso em eleger um segundo presidente usando a legalidade com meios ilícitos, para continuar o programa golpista, entreguista e anti-povo, agora estruturado para atuar, inclusive com uso da força. Não dá para ficar aguardando que Bolsonaro meta os pés pelas mãos, ou que se passe mais quatro anos para as oposições serem novamente derrotadas em outro esquema mais do que espúrio. O problema é bem maior: o problema é atuar para vencer os golpistas.

  7. E comentário anuncia e prenuncia um quadro medonho e desolador, e, mais grave, como bem descreve o insigne jornalista, presumidamente sem autoria!

    1. No 1º comício das Diretas Já, na praça da Mesbla, início da Av. Afonso Pena, BH, Javé estava lá, Fafá de Belém, Tancredo, Ulisses, atores da Global, e outros. Javé chegou até a ser confundido com o Referido Maioral no início do showmício, que foram vários. Javé era naquela época tb militante da Seita e estudava no Colégio Batista Mineiro; colégio religioso de tradição na Capital-, só depois foi estudar no Colégio Pitágoras, cujo dono era o Mares Guia, já estudante era e tinha o sonho de ser médico. Era difícil concluir o ensino de segundo grau. Só na capital mineira tinha Ensino de qualidade. Javé primeiro queria ser padre, médico, depois foi ser comunista. Naquela noite histórica das Diretas, foi confundido com o Maioral Político, ex-sindicalista, cuja platéia o olhava e gritava incessantemente o seu nome sem parar. Até por isso Javé passou. Tiveram: os dois, de se aproximarem um do outro pra num abraço cordial a dúvida fosse definitivamente afastada da multidão vibrante. Javé tb era chegado num palanque. Era chegado tb numa branquinha. Não podia ver um palanque improvisado de carroceira de caminhão que logo subia, e começava a discursar. Baixava nele um espirito de líder sindical – aí, discursos ou lorota de defensor de classe trabalhadora era o que não faltava. Lembra que todo ano numa referida data vinham em caravana sempre com destino á capital do Vale do Aço, Ipatinga, aquela patota do ABC paulista, de maioria sindicalistas, juntavam-se aos de Beagá; no Vale do Aço, armavam-se palanque e comemoravam um “massacre de trabalhadores” na porta duma referida Empresa, que é uma das maiores do Brasil. Nos discursos, se morreu três, falavam que morreu trinta; número fatídico, repito, que nunca existiu. É só pesquisar no Google. O povo acreditava, ninguém questionava. Javé era um fanático seguir da doutrina comunista. Seu sogro era premonitório ao aconselhá-lo que um dia tal comportamento iria levar o país ao fracasso. Javé nunca acreditava. O resultado? Cadeia. (Javé era teimoso e não acreditava). Javé separou-se da turma ao vencer uma convenção democrática dentro do partido, na sua cidade, Timóteo, e não foi homologada. Democracia Lá –
      coisa nenhuma! Mas a ilusão passou; muitas decepções neste percurso histórico e ao mesmo tempo ilusório- decepcionante. A recompensa foi a aprendizagem. Resultou que este país ainda vai demorar mais alguns 80 anos só pra recuperar do rombo que deram. Muitas tramoias, talvez, ainda não desvendadas. Aqui se faz – aqui se paga. Desculpe, Kotscho, se Javé delongou em seu desabafo. Mas a vida segue!

      1. Javé, o problema não é você escrever muito, mas a quantidade de delírios e bobagens que consegue juntar no mesmo comentário.
        Me perdoe, mas não dá mais pra publicar estas coisas. Tenho que manter o mínimo de sanidade mental neste espaço. Este foi o último.

  8. Leio e o acompanho a muito tempo. Eate seu artigo nem tanto expressa a realidade como voce bem sabe interpretar. De tantos artigos seus, esse, como nunca, revela um sentimento, um, que vem de dentro do mais puro conhecimento. Voce é soberbo em sabedoria. Parabéns e grato. Que Deus o abencoe e nos agracie com o seu convívio. Abraço VOSF (Valter de Oliveira)

  9. Desde o princípio registrei que o ex-capitão nada tinha a ver com partidos A ou B.
    Mas que encarnava um projeto de poder militar. Daí ter definido que as eleições de 2018, a par de reproduzirem o quadro anômico de 1989, ia além. Em 1989, a eleição sobrevinha para deitar a pá de cal na ditadura militar. Havia nenhuma conexão entre candidaturas civis e caserna. Ainda que Brizola pregasse na testa de Collor de Mello a marca de “filhote da ditadura”.
    A eleição de 2018 apresentou uma “candidatura militar”. O “projeto militar de poder” vai ficando claro. Por quê? Onde as evidências? Quais fatos cimentam tal projeto Há evidência notória. A equipe presidencial têm quadros sofríveis e uma ideologias de boteco da direita festiva.
    Isso vale, também, à área econômica, cujos protagonistas são certeza de risco no BC, BNDES e Economia. Somente há dois profissionais gabaritados nesse projeto de poder. Não por acaso, generais 4 estrelas. O centro de decisão é constituído por duas cabeças. O general que vai comandar a área estratégica do governo, Augusto Heleno (GSI) e Azevedo Silva (Defesa). Os demais membros do governo são aloprados doidivanas. Sem poder de influenciar a nau. A dupla 4 estrelas inspira o projeto militar de poder do nascedouro. Não lhes falta capacidade de ordenamento, nem de comando. Aliás, sobra-lhes ascendência sobre o eleito. Ambos são escoltados pelo que de melhor existe disponível nas áreas técnica das FFAA, na inteligência civil (Abin) e militar (CIE, CIM e CIAER). De fato, o comando militar do poder voltou ao Planalto, 30 anos depois da Carta de 88. A nau está lotada de insensatos, mas não irá a pique. O projeto militar de poder garante o curso da flutuação ou fará sua própria intervenção militar prevista no artigo 142 da CF.
    As instituições já intuíram isso, inclusive a mídia grande. Há um tom pianinho mesmo diante de todas os alopramentos, desvarios e estultices. A mão que balança o berço, a partir de 01/01/2019 é “manu militari”.

    1. Por falar em projeto militar, enquanto chineses já tem prontos seus modelos futuristas de estação e mísseis intercontinentais; aqui, esquerdistas fanáticos, aloprados falando em ilusória intervenção militar. Isso é que é atraso. “Traum weitter”. Sonho pra ser bom, tem que ser compartilhado; dizia Guimarães Rosa.

  10. Kotscho, tô em uma cidade onde Bolsonazi teve 70% dos votos, e numa conversa depois do café, um bolsonarista expertise em TI que presta assistência em indústrias foi categórico, se o país não tomar um rumo nos primeiros 6 meses, explode.

  11. Prezado Kotscho: Lamentavelmente, não acredito que mais de 57 milhões de eleitores que escolheram o caminho para ter um governo de extrema direita foi por causa de “uma fatalidade que simplesmente aconteceu, sem ninguém esperar, e não tem mais volta.” Considero que nossos compatriotas votaram ideologicamente e desejam isso mesmo, ou seja, um governo autoritário com um capitão-presidente que claramente é a favor da ditadura, da tortura, do racismo, da misoginia, da homofobia e da violência. É isso o que a gente vê nas ruas e não precisamos ter bola de cristal para saber que coisa boa não nos espera nos próximos anos. “As ideias dominantes numa época nunca passaram das ideias da classe dominante.” (Karl Marx).

    1. Até que enfim alguém aqui falou o óbvio. O povo quis o Bolsonaro, e não quis o PT. É oportuno que seu partido faça uma autocrítica profunda e entenda o que o brasileiro quer para continuar a ter relevância política. Não adianta querer enfiarmos nossa visão ideológica de mundo ao brasileiro. Ele não quer isto e sempre vai votar em quem melhor lhe convier. Não surtirá efeito a postura de querer ensinar a eles o que eles devem querer e em que acreditar. Isto é utopia, nunca vai dar certo. O povo gostou do Lula, porque em sua época houve prosperidade e em excelente governo, não por causa da ideologia petista. O Bolsonaro não ganhou por que é de direita, mas porque prometeu fazer o que o povo quer que seja feito. Dura e cruel verdade.

  12. Do professor Vanderley Guilherme dos Santos, publicado no Segunda Opinião, transcrevo um excerto do artigo, que vai ao encontro do que tenho dito no Balaio sobre a “candidatura militar” e o “projeto militar de poder”. Não conheço pessoalmente o professor nem jamais mantive quaisquer contatos com ele. Qualquer semelhança terá sido absoluta coincidência. Vejamos: “…Ilusão. Não existem ex-militares. Por baixo dos ternos e gravatas protocolares permanecem os blusões verde oliva, ornamentados com os galões de tempos vividos, mas não idos. Com a psicologia reptiliana de militar, o presidente eleito resiste a aceitar o equilíbrio e a solenidade litúrgica do cargo, mantendo o linguajar belicoso, o gestual rude e a distribuição de poderes entre delegados de um governo de ocupação. Resta por decifrar se o Exército está ciente do jogo para o qual está sendo gradativamente arrastado….”. Ninguém deve se importar com o que diz num dia, e desdiz no outro, quer o presidenciável quer ministros civis ou vice daquela legião da qual Umberto Eco falou. Bastar prestar atenção apenas nos dois generais 4 estrelas, senhores que, estes sim, comandam, sabem comandar e comandarão os próximos 4 anos: GSI e Defesa.

  13. Desculpe Ricardo em lhe contrariar, nas sua observação está fora da realidade atual do comércio . Soubdo interior paulusra, atuo no comércio de varejo e sou dirigente de órgão de classe da categoria
    Desde que ocorreu a eleição, pelo simples fato do PT não ter ganho, o comércio e os consumidores ficaram b mais a vontadeve a prova disso foi o aumento significativo das vendas em outubro e continuando firme em novembro, com boas expectativas para dezembro
    Está havendo oferta de crédito mais barato através das cooperativas, dólar controlado e sem perspectiva de desemprego
    As indústrias metalúrgicas ligadas ao agro negócio deram aumento em índices bem superiores a inflação e a produção está firme.
    Portanto, não confirma este quadro descrito tomando como base o movimento do almoço um restaurante
    Basta ver o movimento nas estradas no feriado
    Agora, aguentar pagar salário em um mês que tem 3 feriados e coisa para poucos. Só no Brasil

  14. O eleito presedente do Brasil recebeu uma resposta efetivade Cuba e incapaz de se desculpar disse que os médicos cubanos tinham trabalho análogo à escravidão, mas é o mesmo sujeito que acabou com o ministério do trabalho que fiscaliza o trabalho escravo no país que é um dos maiores nesse tipo de exploração. Será que ele vai acabar com o trabalho escravo no Brasil. Isso se chama hipocrisia associada à irresponsabilidade. E ainda nem assumiu. O Egito deu uma resposta prática pra quem vive ameaçando e baforando ódio no submundo da rede virtual. O gas consumido no sudeste brasileiro vem da Bolívia ideologicamente contrária ao eleito brasileiro. A energia elétrica de roraima vem da Venezuela, país já atacado com ameaças por um dos filhos. Gentinha sem conteúdo que bafora ódio não conversam, fazem propsotas, estudam… só escrevem e falam miercoles.

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