No novo cenário, disputa agora se limita a Bolsonaro, Ciro e Haddad

No novo cenário, disputa agora se limita a Bolsonaro, Ciro e Haddad

Daquele monte de candidatos do início da campanha eleitoral, sobraram três na disputa presidencial: Jair Bolsonaro, Ciro Gomes e Fernando Haddad.

Aos demais, só restará fazer figuração nos 27 dias que faltam para as eleições.

Passado o impacto do atentado a Bolsonaro, nesta semana que novas pesquisas podem clarear o cenário desenhado para esta reta final, mas tudo indica que dificilmente teremos grandes surpresas.

Serão também as primeiras pesquisas para avaliar mudanças na intenção de votos e na rejeição do candidato da extrema direita, que tirou a direita governista do jogo.

Ainda será cedo, porém, para saber até onde vai a transferência de votos de Lula para Haddad, que ainda nesta segunda-feira, dia em que o Datafolha vai a campo, deverá ser confirmado como candidato do PT.

O mais provável é que Haddad dispute com Ciro a vaga da esquerda no segundo turno para enfrentar o ex-capitão do Exército, agora transformado em mártir da democracia.

Quem mais perdeu foi o tucano Geraldo Alckmin, que ficou sem a sua principal bandeira na tentativa de demolir a canidatura de Bolsonaro no seu latifúndio de tempo de TV.

Bater num adversário que ainda está convalescendo no hospital, pegaria muito mal.

No debate de domingo dos presidenciáveis na TV Gazeta, sem Bolsonaro e Haddad, Alckmin já voltou suas baterias contra o PT, mas este campo já está congestionado por candidatos antipetistas.

Marina Silva voltou repaginada nesta sua terceira versão de candidata a presidente, tanto no visual como no discurso, mas ainda não conseguiu encontrar uma bandeira, além de pregar paz e amor.

Pacificação nacional, contudo, já foi um tema ensaiado por todos no morno debate presidencial, que Ciro Gomes tirou de letra.

Na aliança celebrada no domingo entre a farda do general Villas Bôas e a toga do ministro Barroso, com várias ameaças ao PT, para deixar claro que o partido não pode ganhar a quinta eleição presidencial seguida, temos o pano de fundo desta campanha eleitoral absolutamente patética e viciada, que deixou o eleitorado em segundo plano.

Vida que segue.

 

28 comentários em “No novo cenário, disputa agora se limita a Bolsonaro, Ciro e Haddad

  1. Desculpe-me discordar Kotscho.Mas,na minha modesta opinião.O cenário agora,apresenta 3 personagens,porém são estes:Jair Bolsonaro,Marina Silva e Ciro Gomes respectivamente nesta ordem.Fernando Haddad,Alkimin e os demais concorrentes estarão fora do segundo turno.

  2. No mais o jornalista está correto. Ainda é muito cedo para verificarmos o nivel de ‘transferencia’ de votos de Lula para Haddad. Vários institutos de pesquisa tem demonstrado cautela nas suas análises visto que o efeito facada ainda não pôde ser medido.
    Outra coisa será após Haddad ser ungido por Lula como seu substituto. Os tribunais tem demonstrado que não deixarão Lula ser seu padrinho político e a frase Lula é Haddad e Haddad é Lula poderá, pasmem, ser cassada da propaganda política do PT!!

  3. Posso estar enganado, mas eu acho que dois desses três vão para o segundo turno (Alckimim, Haddad ou Ciro). Não, eu não acho que Bolsonaro irá para o segundo turno. Em todo caso. Veremos!

  4. É por isso que não entendo a razão da falta de aliança entre o PT e Ciro Gomes! Esta chapa hipotética seria imbatível e fatalmente levaria a eleição no 1º turno…Neste momento crítico que o Brasil vive, seria interessante se a dita “esquerda” pensasse no país e deixasse o ego de lado.

      1. Quem sou eu para discordar da habilidade de Lula? Acredito plenamente em Lula, indicando Hadda e o elegendo.
        Entre todos os candidatos, Haddad é o mais perfeito, em todos os sentidos.

        1. Esse é o principal problema do PT! Lula ficou maior do que o partido e paira sobre a sigla como uma entidade onipotente sem questionamento algum. Depois do equívoco que foi a indicação da Dilma para a presidência, equívoco esse evidente e comprovado pela realidade, a habilidade política do Lula deve ser questionada, sim! E tem mais: Haddad não conta com a simpatia do PT e foi empurrado goela abaixo do partido pelo “deus” Lula…

  5. Realmente Ricardo,
    o cenário já está definido,
    a disputa no segundo turno será mesmo entre o Bozzo e Ciro ou Haddad
    Nas redes sociais está polarizado entre o Bozzo e o candidato do PT.
    Tudo indica que a direita perderá mais esta eleição.

  6. Mestre, a eleição só é admitida pelos golpistas para vencerem e legalizarem o golpe que se encontra atolado junto com o Brasil sequestrado, como Lula, para que possam desatola-lo e prosseguirem no desmonte e na entrega do País, retornando-o a Colônia, conforme exige o ‘Império’ em seu esperneio geopolítico.
    Porém, mesmo com a lavajateira, o monopólio da mídia, o supremo com tudo e agora até com travestido de ‘Dona Solange’, cerceando-o, não conseguiram apagar Lula da memória do povo e a pouco dias da eleição, se Haddad mostrar-se favorito, substituindo-o a partir de amanhã, caso impedidos de manipularem o resultado, farão qualquer coisa para que não possa ser declarado vencedor, ou seja, a eleição já é ilegitima e, sendo ilegitima, os golpistas sabem-se derrotados, daí o desespero, pois o Brasil sequestrado pelo golpe, permanecerá junto atolado, à espera do caos social e de suas imprevisíveis consequências ao final, em ruínas.
    – E Ciro? Só “Lula” vence-os e governa, e “LULA” é Haddad na urna.

  7. Prezado Kotscho: Como, ainda nos dias de hoje, tem bastante gente que gosta de ficar babando ovo para cima de milicos, pode-se dizer que o “boçalnarismo” que se apresenta nas ruas e nos biombos das redes sociais tem um marco. Pelo menos como referência política, digamos que esse marco remonta ao ano de 1964 quando foi dado o golpe cívico-militar. O que teve de gente que, na base do puxa-saquismo junto aos milicos, enriqueceu e proliferou a ideologia de direita e de extrema-direita nas décadas seguintes, para a manutenção da ditadura, não está no gibi. A grande mídia familiar que o diga, por exemplo. No cenário atual de intolerância generalizada, só estamos assistindo às manifestações dos herdeiros dessa ideologia truculenta que tem mais de 50 anos de idade. Assim, não podemos nos intimidar com o gesto bestial das mãos, como se fossem revolveres, do candidato hospitalizado e ícone dessa ideologia. A única arma que dispomos para neutralizar a movimentação desses fascistas tupiniquins é indo às urnas em outubro e, pelo nosso voto, escolhermos candidatos do campo progressista e democrático.

  8. *De Volta para o Futuro (ou para o Passado)?*

    A pesquisa Datafolha provavelmente vem hoje com o crescimento além do possível teto do candidato Bolsonaro (25%), ainda muito influenciada com o atentado de cobertura cinematográfica que ocorreu na semana passada.

    Está claro também que Temer (leia-se Centrão/Direitão que apoia o parlamentarismo de fato que o Brasil vive desde 2015) já abandonou o principal proponente e apoiador de seu governo (PSDB), o que demonstra querer aceitar que as Reformas que o Mercado impôs cruelmente à maioria da população, poderia ser continuada pelo Bolsonaro (leia-se que Bolsonaro seria entendido como mero fantoche do banqueiro Paulo Guedes).

    Outra configuração que fica cada vez mais nítida também é que a Globo parece ter abandonado o PSDB para embarcar na candidatura de seu agora Capitão do Mato favorito. Ficou claro a abordagem recente na entrevista dos vices dos candidatos (Kátia Abreu, Haddad e General Mourão) que buscou um tom bem diferente na entrevista do Mourão, talvez querendo reeditar sua parceria pouco transparente e exitosa da Globo com o militarismo.

    O que esses fatores nos fazem relembrar: as eleições de 1989. A história fica cada vez mais parecida, porém há especificidades esse ano que podem levar a um outro resultado.

    Em 1989, havia um desgoverno também do PMDB e que era sustentado por um Centrão/Direitão em quase um parlamentarismo de fato – embora a opção do presidencialismo tenha sido vitoriosa na CF/88 também por vontade do Sarney, mas que em 1993 fosse objeto de plebiscito e novamente se confirmado de forma contundente que os brasileiros esperam presidencialismo. Este desgoverno de Sarney também foi desastroso na economia, foi desastroso na condução dos ministérios loteados com o centrão (por exemplo, ACM era Ministro das Telecomunicações e foi nessa época que houve uma farra de distribuição inconstitucional de concessões de rádios e TVs a políticos). Nesse mesmo período, houve a cisão do PSDB (era uma das correntes internas do PMDB) com o PMDB, além do fato de a Globo ter também apostado suas fichas em um candidato de um partido pequeno, que prometia fazer um governo ultraliberal, com medidas que aprofundariam as desigualdades sob o manto de “caçar marajás”: candidatura de Fernando Collor.

    Nessa eleição passada de 1989, o mantra “caçar marajás” foi engolido por seus eleitores, mesmo o Collor tendo um feudo político e comunicacional em Alagoas. De igual modo hoje, o candidato Bolsonaro busca surfar na onda de “combate à corrupção/impunidade”, porém saiu do militarismo pelas portas dos fundos – mesmo que de forma impune -, além que em quase 30 anos como deputados, não pareceu fazer muito contra a corrupção – nem mesmo nos partidos que era membro, observando que o partido que ficou por mais tempo foi o PP de Paulo Maluf.

    Noutro lado do campo em 1989, estavam dois candidatos de esquerda que buscavam chegar no segundo turno: Lula e Brizola. Os dois buscavam demonstrar repúdio ao governo Sarney e por diferença mínima o Lula foi para o segundo turno.

    O que há de diferente em 2018 então?

    1- Em 1989 as forças econômicas apoiavam claramente o candidato neoliberal Collor e a mídia foi amplamente utilizada nesse processo com grande força. Já em 2018, ocorre também o deslocamento dos Poderosos Economicamente na candidatura Bolsonaro, porém há uma confluência de mais players com a PF, Ministério Público e Poder Judiciário tentando pautar o calendário eleitoral e agenda setting da mídia.

    2- O período de campanha eleitoral em 2018 é mais curto que em 1989. O Brizola estava à frente do Lula até os últimos momentos do primeiro turno. Hoje se tem o Haddad que ainda espera a transferência dos votos do Lula (40% de intenções de votos), mas que o pouco tempo pode fazer com que não consiga nem o conhecimento por parte dos eleitores do Lula, quanto mais a transferência de seus votos. Enquanto a outra candidatura de esquerda, Ciro Gomes, busca consolidar como contrário às medidas neoliberais tomadas no governo Temer e avança inclusive no eleitorado do PT (Norte e Nordeste) como um candidato que pudesse rivalizar mais contra o Bolsonaro. Em um processo eleitoral mais curto, pode não ocorrer o crescimento do PT como ocorreu em 1989.

    3- Outra diferença com 1989 é a força das mídias sociais para o bem e para o mal – principalmente em relação à enxurrada de FakeNews que os brasileiros ainda não sabem se portar de maneira mais crítica para questionar a veracidade de notícias, textos e memes nas mídias sociais – que buscam manipular e desinformar. Essa força das mídias sociais tem papel importante na candidatura do Bolsonaro: tanto que seu público está em sua maioria contido nessas bolhas, assim como é mais seguro a esse candidato estar nessas bolhas do que perder votos quando as pessoas o vêem em debates – já que demonstra suas limitações e falta de preparo em assuntos relevantes. Aliás, o atentado contra o Bolsonaro provavelmente fará ampliar as intenções de voto (já que pode ser mais explorado nas mídias sociais, desloca o debate para o emocional da indignação/ódio tanto presente atualmente – que ele mesmo ajuda a disseminar -, assim como tenta manter o foco no simplismo de suas soluções).

    Acredito que há grandes chances de o Ciro Gomes ir para o segundo turno, se o Ciro não se desviar de se mostrar como o anti-Temer, anti-neoliberalismo, anti-polarização e ainda buscar se mostrar ser mais efetivo que o Haddad para vingar o que fizeram com o povo mais pobre – que é a maioria do eleitorado do Lula. Ao Haddad, vai lhe contar em desfavor o pequeno tempo eleitoral de 2018 para se tornar conhecido, além de sua figura estar em dissonância da figura popular que o Lula representa. A Marina – apesar de buscar se capitalizar por ser a única mulher na disputa e por querer estar na onda da Lava Jato – ainda tem obstáculos em relação ao seu partido pequeno, em relação a seu programa não ser muito claro e tendente a programas do PSDB que demonstraram baixa aceitação na experiência desastrosa do Temer, além de ainda lhe faltar um discurso claro em relação às soluções do Brasil. Já o Capitão Bolsonaro vai tentar ficar protegido nas redes sociais (para a manutenção das intenções de voto) e no Paulo Guedes (que todos os Poderosos confiam que seja o governante de fato e que assim continue/amplie as medidas tomadas no governo Temer) e parece que terá o apoio da mídia, Poder Econômico e grande parte das instituições que tentam influir na política.

    A corrida presidencial de 2018 parece cada vez mais parecida com a corrida presidencial de 1989, porém as 3 especificidades de 2018 apontadas acima, parecem-me que poderá desencadear resultados diferentes em 2018 – e talvez quebrar a “banca” que espera que ocorra o mesmo resultado do passado.

    1. Caro Tiago, muito bem pensado e escrito teu comentário, mas não dá mais para publicar textos deste tamanho.
      Sigo aqui algumas normas mínimas para manter o equilíbrio entre os comentaristas.
      Como é a tua primeira vez aqui, dessa vez vou publicar, mas, por favor, escreva menos da próxima. Grato pela compreensão, Ricardo Kotscho

  9. O debate na televisão mostra o preparo e o despreparo dos candidatos. Desde de que haja um cenário neutro do moderador da emissora.
    Para um candidato em especial, participar destes debates seria péssimo, principalmente pelo seu despreparo visível e suas limitações diante de temas importantes para sociedade. Sua ausência e quiçá até sua substituição pelo seu mentor econômico poderia ser uma alternativa.
    Mas como convencer uma pessoa que está obstinado a concorrer por um cargo que não demonstra aptidão e nem dispõem da confiança do mercado internacional?
    Ah! não esquecendo que perderá em todos os cenários no possível segundo turno!
    Talvez tenham encontrado um jeito!

  10. Não entendo essa insistência com o Ciro Gomes. Já se provou que ele está muito longe do Lula ou do candidato imposto pelos golpistas e plano B ao PT. Nessa caminhada toda, Ciro mostrou-se não confiável nem á direita e nem à esquerda…e muito menos ainda ao centro.

  11. …isto se não acontecer a intervenção militar antes.
    O pretexto está facim-facim de se conseguir. Basta arrumar uma mortezinha pro Bolsonaro, que está completamente vulnerável, colocar seus seguidores nas ruas fazendo baderna, e pronto…os gorilas assumemo poder.
    Os interessados nisto são especialistas neste tipo de ação.
    Sá cumé né??? O que não falta em hospitais são bactérias mortais.

  12. Se a candidatura Bolsonaro era um (inarredável) em cada cinco brasileiros eleitores, com a confirmação da inelegibilidade (forjada) de Lula, com também o atentado (inadmissível sob qualquer ângulo), ela salta para um em cada quatro. Pode ser que seja seu teto, mas é um patamar que a lança, devido à pulverização, direto no 2o turno. Dentro das regras do jogo e nunca saindo do horizonte democrático é preciso derrotá-la: é o Brasil como nação do mundo civilizado que está em jogo! Duvida? Acompanhe as manifestações do candidato Bolsonaro, desde o famoso discurso na Hebraica, agora com a rubrica de ter se convertido em uma vítima real. É assustador!
    Com a ampulheta virada, é hora de uma grande aliança neste encruzilhada com cara de uma eleição, mas que é muito mais do que isso.

  13. O “X” da questão agora é saber se Lula vai continuar insistindo em sua saga suicida, confrontando os poderes constituidos ao ponto de colocar em risco a propria candidatura do PT, já que a dele está perdida. Ademais, Lula autorizando Hadad passar de reserva para titular, há que se esperar a famigerada transferencia de votos, o que na pratica até agora não se mostrou viável tal qual faz querer parecer. Nas pesquisas que troca o Lula por Hadad, não está se mostrando esta transferencia automática. Mas isto é que vamos ver no inicio da proxima semana, quando as pesquisas (confiáveis e não confiaveis) vier a tona.
    Outro fator que também pode influir decisivamente é a martirização de Bolsonaro, ao ponto de crescer tanto e deixar seus concorrentes a ver navios já no primeiro turno. Nada impossivel

      1. Para que comentou porque Ciro e o PT não se juntaram para formarem uma chapa imbatível na esquerda esclareço: Ciro foi sondando para ser o vice do Lula em abril, sondado ate pelo próprio Haddad, que declinaria do cargo com prazer. Esta seria a unica forma de Ciro chegar a presidência, pois o desfecho que ora se confirma estava desenhado. Recusou.Passeou pelo centro, pela direita, falou bastante mal do Lula/Dilma, criticou e critica em todas as ocasiões possíveis as estrategias do PT conseguindo se antipatizar até com aqueles que cofiam em sua competência. Enquanto isto Haddad foi pondo a cara de fora, e embora mais tímido , ou quem sabe educado, fala mais em nós ( e não em si mesmo) e sem deixar de endurecer se mostra mais pacificador, ou da a impressão de.Na entrevista da GloboNews devolveu como fair play todas as bolas que lhe chutaram e no mais das vezes fez gol. Uma chapa, sem o Lula, com os dois com certeza seria mais imbatível, pois um completa o outro, mas Ciro nem parece politico, com a verborragia Harvadiana que impressiona a poucos mas deixa o povo confuso. Haddad eh mas didático e repito mais educado. Agora eh tarde. Terão que dividir quando poderiam somar.

  14. Se não me falha a memória, meu mano Dias não participa do Facebook, que divulgou vários e evidentes indícios de que o atentado contra Bolsonaro foi uma farsa grosseira. Ainda assim, Dias foi o único com lucidez e, principalmente, coragem de abordar a verdade nua, crua e aterradora que nos intimida e acovarda: o “consórcio” de Jucá/Temer com o judiciário, PIG, forças armadas, com tudo, não vai permitir que o eleitor eleja o próximo presidente. Se não concordam, expliquem-me porque só Lula está preso e impedido, quando Aécio Neves e até o japonês da federal (usuário de tornozeleira eletrônica) estão livres, desimpedidos, elegíveis e concorrendo ? A verdade é uma só: somos todos covardes, fingimo-nos de mortos quando Barroso proíbe que a frase “Eu Sou Lula” seja citada no horário eleitoral do PT. Em Itajaí-SC, um cadeirante foi agredido, algemado e preso por portar uma faixa “Lula Livre”. O vídeo está disponível, sem embargos, pra quem quiser assistir e continuar fingindo que não sabe o que está acontecendo à luz do dia, debaixo de nossos narizes. Vou conter-me, por ora, pois acabo de ser bloqueado no Facebook, pela segunda vez. Boa noite a todos.

  15. Caro Kotscho,
    acho que não se pode descartar uma migrada de votos úteis de Bolsonaro para Alckmin em cima da hora. No apagar das luzes talvez as pessoas comecem a enxergar, com o perdão do trocadilho. Abraço,

  16. Segundo o Datafolha, Bolsonaro tem 24%, Ciro 13%, Marina 11%, Alckmin 10% e Haddad 9%. Creio que Haddad vai chegar em 15%. Teríamos então 4 nomes separados por 5 p.p. disputando 1 vaga no segundo turno. A soma de Meirelles, Amoedo e Dias chega a 9%. Não dá pra ignorar o possível voto útil dos que hoje querem votar nesses últimos 3 nomes.

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