Desânimo com eleições e reforma trabalhista: brasileiro desiste do emprego

Desânimo com eleições e reforma trabalhista: brasileiro desiste do emprego

Qual é o desempregado que vai se animar a sair cedo de casa, gastando o dinheiro que não tem, para distribuir currículo, sabendo que as portas das empresas estão fechadas para ele?

Manchete da Folha desta quarta-feira informa que 66 milhões de brasileiros estão fora do mercado de trabalho, 40% do total, segundo o IBGE, e cada vez mais trabalhadores deixaram de procurar emprego.

E não é só por causa da crise econômica que se prolonga e aprofunda.

A meu ver, dois são os fatores principais que levam a esse desalento:

  • A nova politica salarial adotada pelas empresas: desde a implantação da “reforma trabalhista” no ano passado, que acabou com os direitos e os empregos fixos, os empregadores demitiram e cortaram os contratos de funcionários mais antigos, com salários maiores, para contratar profissionais mais jovens, e mais baratos.
  • O desânimo com as eleições: a falta de confiança de empresários e trabalhadores nos candidatos, que estão aí se digladiando neste fim de feira do mercado de votos, tiraram de todos a esperança em dias melhores com a posse de um novo presidente no próximo ano, qualquer que seja.

Chegamos a um ponto de desorganização e anomia social em que um bom currículo mais atrapalha do que ajuda o trabalhador, na medida em que o mercado não está interessado nesta mão-de-obra mais qualificada, mas se preocupa apenas em cortar custos de pessoal, não em investir para melhorar seus produtos e serviços para aumentar a produtividade.

O resultado é uma brutal queda de qualidade no atendimento ao público em bancos, lojas, restaurantes, supermercados, farmácias, oficinas, padarias, planos de saúde, assistência técnica _ em todos os setores, enfim, como os consumidores já estão sentindo na própria pele.

A situação fica mais dramática quando chegamos a áreas mais sensíveis da vida do presente e do futuro das novas gerações, em especial educação e saúde, com a crescente degradação de hospitais e escolas.

Se um inimigo do Brasil tivesse preparado um plano maquiavélico para destruir o país, não poderia ter feito nada mais cruel do que os golpistas da “Ponte para o Futuro”, que em dois anos fizeram o país voltar décadas para os tempos mais sombrios do passado.

Até o candidato governista, Geraldo Alckmin, que não desempaca nas pesquisas, já constatou isso, e paga o preço.

Acabaram ao mesmo tempo com o emprego e a renda dos trabalhadores, levaram empresas à falência, promoveram o êxodo de mão-de-obra qualificada, sucatearam o ensino e a pesquisa, mataram a autoestima e a esperança dos brasileiros.

Anunciaram que a “reforma trabalhista”, ao reduzir os encargos das empresas, ajudaria a criar milhões de novos empregos este ano, mas aconteceu exatamente o contrário.

Os novos números divulgados pelo IBGE mostram que, em relação ao ano passado, 1,2 milhão de brasileiros deixou a força de trabalho, 200 mil a mais do que aqueles que conseguiram algum tipo de ocupação, em sua maioria, na informalidade.

Informalidade é o nome que se dá a esta legião de trabalhadores obrigados a trabalhar “por conta própria”, que transformou as calçadas das grandes cidades em praças de alimentação barata.

São desempregados tentando vender comida ou roupas para outros desempregados, quase todos eles inadimplentes, com o nome sujo na praça, vendendo o almoço para pagar o jantar, sem dinheiro para a condução.

Pois hoje é só o primeiro dia de agosto, o mês do desgosto, como bem lembrou o nosso mestre Zuenir Ventura, em sua coluna do Globo, que vale a pena ler.

Foi em outros agostos, lembra ele, que Adolf Hitler se tornou o Führer da Alemanha, Getúlio se matou e Juscelino morreu num estranhíssimo acidente de carro na Via Dutra.

Lembra alguma coisa?

Vida que segue.

 

41 thoughts on “Desânimo com eleições e reforma trabalhista: brasileiro desiste do emprego

  1. Realmente, só colocando uma foto do Chico Buarque cantando com Gilberto Gil na cabeceira e outra na carteira para injetar ânimo nas veias!
    Aquele abraço!

  2. Dilma foi impinchada em agosto de 2016, e a crise já se alastrava desde o ano anterior. O desemprego em 2015 foi o pior já registrado. O número de pessoas desempregadas subiu 38% no ano e alcançou 10 milhões de brasileiros, segundo o PNAD. Trata-se do maior contingente de desempregados já registrado e da maior evolução da taxa de desocupados em um único ano desde o início da série história, em 2004. O número de pessoas que trabalham com carteira assinada teve uma redução de 1,8 milhão em 2015. Ou seja não foi o Temer e nem a reforma da CLT que causou o desastre. A origem do desemprego está na má gestão da coisa pública e na corrupção avassaladora do governo PT/PMDB, situação que vai custar o sofrimento de uma geração inteira. Mas, vale lembrar ,como consolo que, no Agronegócio a automatização levou 1.5 milhão de empregos nesta década e a roubalheira das empreiteiras outros 3 milhões na Construção civil e fornecedores. Portanto, o PT foi o criador de 85% disso tudo de ruim que está aí. Os outros 15% são conjunturais.

      1. http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/11/numero-de-desempregados-cresce-38-em-2015-maior-alta-da-historia.html
        Não acredite em mim, mas nos fatos Kotscho.
        Quando Dilma deixou o governo já havia 11.5 milhões de desempregados.
        Dilma foi impinchada por conta das pedaladas, ou seja, ela tirou dinheiro das instituições financeiras estatais para cobrir despesas do tesouro que deveriam ter sido autorizadas pela lei orçamentária ( no CP isso é crime denominado como apropriação indébita). Apropriação indébita é quando alguém rouba dinheiro ou valores sob sua guarda para finalidade distinta daquela da origem). Eu não me dou ao trabalho de discutir isso com militantes, mas com o senhor faço com satisfação. Acalme-se! Corre a notícia em Brasília que a pena de Lula poderá ser extinta pelo STF antes do dia 15. Isso não é Fake, mas depende da votação em plenário da qual o ministro Fachin — relator— está exigindo celeridade. O ministro entende que esta´ocorrendo uma instabilidade jurídica grave. E eu, sinceramente, torço por isso. Diz o ditado, ”Quem pariu Mateus que o embale”

        1. Mas, a promessa era justamente de que tudo seria consertado com a saída da Dilma.
          Se os dados pioraram em dois anos sob a batuta do Temer e a reforma trabalhista, então, a culpa é sim, do governo Temer (que mudou todo o plano de governo, seguindo o plano do PSDB). Não há possibilidade de saber o que ocorreria se Dilma continuasse, poderia se dar mal, mas a partir do momento que Temer assumiu, a responsabilidade era dele.
          Quanto às pedaladas, era ato corriqueiro em todos os estados do país e nunca foram motivo de impeachment. Depois que Temer assumiu elas foram simplesmente legalizadas.
          A pena de Lula não será extinta e ele não será candidato, pois o golpe foi justamente para depor a esquerda do poder e não aceitarão que ela volte tão facilmente.

  3. Para reflexão dos petistas: Em 2001 minha mulher fez um cirurgia ortopédica de alta complexidade no INTO do Rio. À época, ela aguardou de julho a setembro p/ a consulta e em 17 de novembro foi operada. ou seja, 4 meses de espera. Atualmente há 1450 pacientes na fila p/ esta cirurgia e o Hospital só faz 80 por ano ,ou seja/ 18 anos de espera. E o INTO (Instituto Nacional de Trauma Ortopedia) do Rio, antes do PT era um instituição de renome internacional, hoje, segundo informações da imprensa, virou um covil de ladrões e a diretoria foi toda presa o mês passado. O orçamento do INTO é de 300 milhões/ano.
    E o mercenário Vitor Hugo que frequenta o blog aqui me chama de mentiroso.

      1. No caso do INTO, informe-se do histórico de como uma Instituição se degrada pela má gestão e corrupção. Basta que leia os noticiários! Aliás Sr.Kotscho, no INTO ocorreu o 1º escândalo do governo Lula, pois o vice Zé Alencar tentou colocar nos quadros dos concursados, o filho de um compadre lá de Caratinga , pela janela. A Instituição, à época, ainda séria, reagiu fortemente e o episódio se encerrou com o filho do compadre indo baixar noutro centro. Qto ao miliciano , é inútil qualquer argumentação, ele age assim com tática e estratagema e me acusa do que ele é: mentiroso!

      2. O SUS nunca será um sistema perfeito. No entanto, pegar situações pontuais, como faz a mídia para forçar a privatização da saúde, não é uma boa atitude.
        Tivemos alguns avanços fenomenais, dando eu destaque ao Mais Médicos, não só pela qualidade do atendimento de um médico cubano (os brasileiros tem muito a aprender com eles) como pelo acesso à medicina de maneira mais fácil a milhões de brasileiros. A farmácia popular foi outro item. De maneira geral, o SUS é muito bom, mas infelizmente depende muito de prefeitos e governadores, que nem sempre fazem sua parte
        Para o Kotscho: na época do lançamento do Mais Médicos, você foi o único jornalista que vi falar bem do programa no noticiário do Heródoto. Pode ter havido outro, mas você foi o único que vi.

  4. Caro e prezado grande repórter RK, com este quadro tão dramático lembrei-me de dois brasileiros ilustres: o compositor Noel Rosa e o cronista Stanislaw Ponte Preta.
    Dizia Noel: “Vale mais almoçar em casa de parente do que dar duro para ganhar o insuficiente”.
    Dizia Stanislaw: “Do jeito que a coisa vai pobre tende a desaparecer”.
    O que posso acrescentar? Em frases geniais, os dois falaram tudo e um pouco mais.
    Sobre agosto: Elvis e Groucho Marx foram embora deste insensato mundo em agosto. Jânio renunciou em agosto.
    Dilma caiu em agosto.
    Pompéia foi destruída pelo vulcão Vesúvio em agosto(salvo engano, ano 79 d.C).
    Hiroshima e Nagasaki foram destruídas por bombas atômicas lançadas por “vocês sabem quem”em agosto(para amedrontar a União Soviética), e chega de citar fatos funestos relacionados com o mês do cachorro louco.
    Para concluir, um aviso: os hipertensos não devem ingerir sal a gosto, talvez a maio ou, no máximo, junho.

      1. Kotscho, parece que agosto merece mesmo a fama que tem de ser o mês dos acontecimentos funestos.
        Pelo que percebi, dando uma gugada, são poucos os fatos positivos e um deles é o aniversário de Bauru.
        A maior cidade do centro-oeste paulista comemora hoje 122 anos de fundação com muita festa.
        Uma das atrações é o famoso sanduíche Bauru, que custa R$ 15,00 e, convenhamos, preço um pouco salgado.
        Espera-se a venda de 25 mil sanduíches e a grana arrecadada será destinada a entidades assistenciais.
        No mais, lembro que três brasileiros ilustres, entre outros, nasceram em agosto: Tiradentes(1746), Adoniran Barbosa(1910) e Caetano Veloso(1942).
        Saudações democráticas e viva o Brasil!

      1. Acredito que quem rasgou sua biografia foi o Lula. Hélio bicudo confirmou seu grau de bons serviços prestados ao país até seus últimos dias.

    1. Entrevista de Helio Bicudo à Revista Teoria & Debate, edição 30/11/2001 (fonte – DCM):
      “(…) Por que dessa vez resolveu entrar na política?
      Antes disso, quando começou a se falar em novos partidos, um grupo aqui em São Paulo, do qual fazíamos parte Plínio, Weffort, Fernando Henrique, Almino Afonso, José Serra, Chico de Oliveira, entre outros, passou a se reunir para discutir a criação de um partido socialista. Em 78 vieram as eleições para o Senado com Franco Montoro e Fernando Henrique candidatos pelo MDB.
      (…) Depois dessa eleição foi uma debandada total. No fim, as reuniões eram eu e o Chico de Oliveira. Aí surgiu o PT. Não participei da sua fundação. Depois foi que nos filiamos.
      E o seu contato com Lula, quando se deu?
      Foi depois que ingressei no partido, por ocasião da primeira campanha ao governo do estado, quando Lula foi candidato a governador e eu o seu vice…”
      Nota: O PT foi fundado em fevereiro de 1980 e a campanha a governador ocorreu em 1982.

  5. E nenhuma candidatura apresentou – como eixo central – um programa bem definido, com os devidos meios e modos, para lidar com o maior problema nacional hoje: o desemprego em massa. Mais grave do que a crise da segurança e saúde públicas.

      1. Quando F. D. Roosevelt viu metade das famílias do país desempregadas, em 1936, convidou o economista John Maynard Keynes (que havia acabado de publicar a sua clássica “Teoria Geral da Moeda, do Juro e do Emprego”). O estadista norte-americano queria saber o que fazer, como fazer e quanto fazer para acabar com o “nosso flagelo econômico” e “nossa catástrofe social”. Roosevelt enfrentou a crise de 29 (a maior do capitalismo mundial até então), a II Guerra, o pós-Guerra) com a teoria de Keynes debaixo do braço. Foi o maior presidente dos EUA de todos os tempos, ombreado com Abraham Lincoln. Hoje, no Brasil, a turma da bufunfa soterrou Keynes. Ninguém lembra de buscar no homem que orientou a saída da crise mundial e todo o pós-Guerra, a equação elementar do “multiplicador da renda e do emprego”, utilizável quando há alta capacidade ociosa na economia e a macroeconomia precisa pegar no tranco, com um empurrão calcado no investimento financiado por empréstimos (não com impostos). Keynes explicou no salão Oval da Casa Branca, o que era a teoria do multiplicador: “você empresta um dólar para empregar um desempregado; você empresta mais um dólar para empregar em máquinas e equipamentos; esses dois dólares emprestados tornam-se imediatamente aplicados na execução de obras públicas, com base em um plano de governo de obras públicas, como estradas, barragens, açudes, etc”. Roosevelt indagou: “Mas, e daí? Como eu pago depois esses dois dólares?”. Keynes garantiu: “o dólar do desempregado que se tornou empregado será gasto na mercearia, de pronto, porque o desempregado não tinha o que comer, que vai ser gasto na reposição do estoque de alimentos, que vai demandar o campo para produzir milho, leite, carne, etc; o dólar do revendedor de máquinas será gasto para reabrir a fábrica revendedora de máquinas, que vai comprar mais para repor o estoque na fábrica ora ociosa que produzirá o maquinário. Assim os dois dólares multiplicam-se e fazem a roda da economia voltar a girar, e os empréstimos são pagos com o produto da retomada da economia”. Roosevelt entendeu a “teoria do multiplicador” de Keynes. Quando a economia está no chão, e o nível do fundo do fundo do poço é o desemprego em massa, o papel do Governo é fazer a economia engatar a tração da marcha reduzida para sair do marasmo e tirar o país do “flagelo econômico” e da “catástrofe social”. A turma da bufunfa do Banco Central e da Febraban no Brasil quer saber, não de Keynes, mas dos neoliberais inspirados em Hayek, o pai de todas as crises financeiras e do desemprego em massa acumulado desde a crise dos anos 90. Os bancos brasileiros vão muitíssimo bem, quanto maior tenha sido o número de desempregados.

          1. Caro Pacheco, remeto os seus ‘parabéns’ aos dignos do mérito: Mr. Keynes e Mr. Roosevelt. Homens que estiveram à altura do seu tempo(e que tempos foram aqueles!). Não se fazem mais estadistas e economistas como antigamente.

  6. Parabéns Mestre, seu olho clínico esta constatando esta triste realidade, a ponte para a desventura já fechou mais de 60 mil empresas no Estado de São Paulo que é em torno de um terço da economia do País e mais de 230 mil em todo o Brasil! É a realidade decadente, jovens que falam o Inglês vão para Miame, e os que pouco sabem vão para Portugal!

  7. Jornalista, a manchete não reflete bem a verdade: por não haver emprego, com bom senso, e porque custa dinheiro, os desempregados procuram menos emprego, longe de significar que desistiram do emprego, isso, sim, é verdadeiro. Ninguém desistiu. Pelo que diz, quem desistiu de ofertar emprego, e quer rebaixar os índices de desemprego, através da desistência da procura e da informalidade é o governo dos golpistas, com os trabalhadores ganhando menos fazendo bicos ou sendo empresários de si mesmos. Os empresários, falo dos empresários não com ganhos de classe média, negócios de menor porte, menos capital, mas dos de grandes recursos de capital, estes que ganharam muito dinheiro nos governos petistas, mas se desiludiram com a Dilma Rousseff e partiram para apoiar o golpe-impeachment de 2016, e ainda estão se dando muito bem ganhando, agora, com o desemprego e a menor remuneração do trabalho, marginalização dos trabalhadores e das classes médias. O lucro é tanto, o ganho é tanto, que estão deixando o traíra Temer terminar o mandato. Agora, de uma coisa tenha certeza, o passivo dessa gente que está ganhando é grande, muito grande. Se algum dia for cobrado…

  8. Em apenas 1 ano, entre 2011 e 2012, segundo o IBGE o desemprego no campo foi de 756 mil. É a constatação de que há um incontrolável crescimento do desemprego no campo. Em 2004 , 20.4% dos empregos eram gerados no campo. Atualmente são apenas 14.2%,também de acordo com o IBGE.
    Ao contrário do que insiste a militância ,a culpa do descalabro não é do ”GOIPE”. E nem tampouco é ,de todo, do PT. É da conjuntura.

    1. E o da CLT então, CesarT, completando a tragédia e transformando, cada vez mais, empregados em subempregados.
      E o pior, não apenas os patinhos e paneleiros de varanda.

  9. É dramática a situação e desalentadora. Realmente, nunca senti tanta desesperança. Ninguém sabe para onde vamos. Temos um establishment que tenta de todas as formas manter este status quo que vivemos. Não será difícil haver uma explosão social.

  10. “Luiz Carlos, por tudo o que você tem escrito aqui, me desculpa, mas não dá para acreditar em nenhum número que você cita” (Ricardo Kotscho). /// Velho, não entendeu o que Kotscho, e não eu, disse ? Voce é um cascateiro contumaz e descarado e, por esse motivo, ninguém mais dá a mínima pra suas baboseiras. Passe bem, Velho.

      1. É isso mesmo. Ele que faça bom proveito das asneiras que escreve. Usar como fonte de informação só o G1, portal da Globo, sabendo da parcialidade dessa empresa em relação ao Luiz e ao PT?

        1. Eu apenas disse que o desemprego já estava em 11.5% antes do Impeachment. O fato de ter linkado o G1 trata-se apenas da mensagem, pois o conteúdo é do IBGE. Apontem a asneira? Mas, como disse para o Kotscho, discutir com miliciano a gente leva desvantagem, pois o que eles tem de burrice tem de estupidez e imbecilidade. Mas, insisto, não foi o governo TEMER que pois o País na bancarrota.

  11. “Foi em outros agostos, lembra ele, que Adolf Hitler se tornou o Führer da Alemanha, Getúlio se matou e Juscelino morreu num estranhíssimo acidente de carro na Via Dutra.”

    Também foi num mês de agosto que um cachaceiro, que também era meio louco, e que ocupava a Presidência, renunciou ao cargo alegando a ação de forças ocultas (escondidas dentro de algumas garrafas escocesas) porque pretendia ver o povo se levantar exigindo que ficasse, ao preço de fechar o Congresso. Não deu certo a tal manobra sórdida e por pouco não causou uma guerra civil.

  12. Acredite em mim Kotcho. Não brigue com os fatos Lindbergh ataca Temer por desemprego, mas dados são de Dilma .A taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,2% no trimestre que termina em abril, período em que país ainda era governado pela petista.
    Em 1 de agosto de 2017. O senador Lindbergh Farias “comemorou” em sua página oficial no Facebook o recorde de desemprego do Brasil, anunciado nesta terça-feira (31-7-2017) pelo IBGE. “Recorde de desemprego: o golpe aumentou a crise”, diz o senador.Acontece que os dados se referem ao trimestre encerrado em abril de 2016, período que corresponde ao governo da presidente Dilma Rousseff .
    A taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,2% no referido trimestre, de acordo com Pnad , pior da série histórica que começa em 2012.
    Quem é o cascateiro?
    Eu ou o senador?
    https://exame.abril.com.br/brasil/lindbergh-comemora-desemprego-com-dados-do-governo-dilma/

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