Críticas levam Dilma a rever proposta de reforma política

Críticas levam Dilma a rever proposta de reforma política

Menos de 24 horas depois de Dilma Rousseff anunciar ao País uma proposta de reforma política, e após ouvir sugestões do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado, na manhã desta terça-feira, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, informou que a presidente está estudando alternativas para a ideia de criar uma Constituinte específica, deixando a decisão diretamente para o plebiscito.

“A nossa avaliação é que essa proposta da OAB está inteiramente adequada às premissas que embasaram a intervenção da presidente ontem. A principal questão colocada pela presidente é que o povo seja ouvido. A proposta apresentada hoje se coaduna integralmente com essa premissa, porque pode haver um plebiscito, sim”.

Caso o governo opte mesmo por esta proposta, a reforma política poderá ser feita até com mais celeridade e ampla participação popular.
“Achamos fundamental que a reforma política passe por um amplo debate com a sociedade. O plebiscito é um fator importante para que a reforma se realize, porque é a oportunidade de as pessoas se manifestarem e indicarem o rumo que acharem correto para a reforma política”, afirmou o ministro da Justiça.

Simples assim: é só marcar a data e, após um debate aberto para todos apresentarem suas propostas, como acontece nas campanhas eleitorais, com horários gratuitos no rádio e na televisão, os eleitores seriam chamados a responder a algumas questões na urna eletrônica.

Por exemplo: se são a favor ou contra o voto distrital, o financiamento público de campanhas, as coalizões partidárias e até sobre o passe livre para o transporte coletivo, tema que deu início às manifestações de junho.

Partir direto para o plebiscito e perguntar ao povo o que ele quer é a forma mais democrática e rápida para o País evitar o constante impasse entre os três poderes que surge a cada votação de temas polêmicos.

Desde a estreia do “Jornal da Record News”, há mais de dois anos, a cada nova crise em Brasília, Heródoto Barbeiro e eu defendemos a necessidade de uma reforma política. Ainda na última quinta-feira, antes das maiores manifestações de rua na história recente do País, falamos longamente sobre a necessidade de convocação de plebiscitos para desatar os muitos nós do País. Este pode ser só o primeiro.

Cheguei a pensar que isso nunca iria acontecer e nós já estávamos ficando chatos, repetindo sempre a mesma coisa, por um simples motivo: a reforma política depende dos políticos, eu dizia, e eles nunca vão querer cortar na própria carne, perder os privilégios de um sistema que garante a eterna reeleição dos mesmos grupos, tanto nos executivos como nos legislativos.

Pois, no final da tarde de segunda-feira, ao ser surpreendido pelo anúncio da presidente Dilma (ver post anterior), exagerei no meu entusiasmo e otimismo, e fiz uma pergunta besta, ao mesmo tempo precipitada e fora da realidade:

“Qual político agora terá coragem de se manifestar contra o plebiscito da reforma política?”

Errei feio.  A maioria dos políticos, e também dos juristas, disparou uma saraivada de críticas à proposta de Dilma com uma constituinte exclusiva só para fazer a reforma política. Em resumo, consideraram-na inconstitucional. Não importa.

Importante é que a ideia foi lançada e agora não tem volta: qualquer que seja o formato da consulta a ser definido pelo Congresso Nacional, a reforma política, com participação popular, poderá sair ainda este ano.

Mesmo no atropelo, o governo federal acabou retomando a iniciativa política e já atendeu à principal reivindicação das manifestações: que a população seja ouvida.

Vida que segue.

31 comentários em “Críticas levam Dilma a rever proposta de reforma política

  1. Ricardo, é mentira.
    NOTA À IMPRENSA
    Em relação às declarações de hoje do presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, a Presidência da República esclarece:
    1. A presidenta Dilma Rousseff recebeu hoje o presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, e o diretor do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Márlon Reis, que lhe apresentaram uma proposta de reforma política baseada em projeto de lei de iniciativa popular.
    2. A presidenta da República reiterou a relevância de uma ampla consulta popular por meio de um plebiscito.
    3. A presidenta ouviu a proposta da OAB, considerou-a uma importante contribuição, mas não houve qualquer decisão. O governo continuará ouvindo outras propostas de reforma política que lhe forem apresentadas.
    Secretaria de Comunicação Social
    Presidência da República

  2. Terça-feira, 25 de junho de 2013 às 15:09

    Nota à Imprensa
    Em relação às declarações de hoje do presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, a Presidência da República esclarece:

    1. A presidenta Dilma Rousseff recebeu hoje o presidente da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, e o diretor do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Márlon Reis, que lhe apresentaram uma proposta de reforma política baseada em projeto de lei de iniciativa popular.

    2. A presidenta da República reiterou a relevância de uma ampla consulta popular por meio de um plebiscito.

    3. A presidenta ouviu a proposta da OAB, considerou-a uma importante contribuição, mas não houve qualquer decisão. O governo continuará ouvindo outras propostas de reforma política que lhe forem apresentadas.

    Secretaria de Comunicação Social
    Presidência da República

  3. As criticas e os elogios à essa proposta da Dilma, são na mesma proporção! Mas kotscho, esse tipo de discurso, não seria o que o Aecio deveria ja ter feito? Cadê o plano alternativo ao governo Dilma?

  4. Acho as propostas muito tímidas para atender o anseio do povo brasileiro.
    Vamos reduzir as quantidade de ministérios para no máximo 12.
    (Isso a presidenta pode executar imediamente, chega de balcão de negócioos, jeito de fazer politica dando é que se ganha, isso é muito ultrapassado (pricincipalmennte com politico, vivemos outro momento, já não cabe mais. Imagina uma reunião com 40 ministros.
    Contas abertas em todos os niveis, quero um extrato igual ao que recebo do meu condominio, com despesas e receitas.

    Abraços

  5. Segundo o Blog do Planalto, nossa Presidenta não recuou da proposta de plebiscito. Ela ouviu a OAB, mas mantém a proposta de plebiscito. O povo tem que ser consultado, mesmo que os constitucionalistas não queiram.

  6. Devagar com o andor, Kotscho. Dê um tempo à presidenta Dilma, que no momento não está em situação confortável. Mal a mídia venenosa especulou que Dilma teria desistido do plebiscitoo, você, que não tem veneno nas veias, mesmo assim embarcou. O Planalto já divulgou nota à imprensa, explicando que Dilma não desistiu do plebiscito, e sim, que que está analisando a melhor forma de fazê-lo. Isso, depois de ouvir do presidente da OAB, que uma Constituição Exclusiva “poderia” ser inconstitucional. Em sendo assim, ela passou a analisar outras formas. Só lembrando-lhe, que você poderá até comentar no jornal da Record, hoje à noite, que Fernando Henrique disse ser contra a Contituição Exclusiva, mas o senador Jorge Viana (PT), no seu dircurso agora à tarde, na tribuna do Congresso, mostrou uma cópia da Folha de São Paulo, de 1999, onde FHC defende uma Consituição Restritiva, se não me falha a memória, para o mesmo objetivo – fazer a reforma política. Cê tá vendo que o Brasil está cheio de oportunistas. Por que FHC não disse para Zé Cardozo, que ele também já defendu uma mesmo tipo de contituição? Só tem espertalhões no pedaço!!!

    1. cara Nona,
      por favor, releia o que eu escrevi, baseado em declarações do ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso. Eu não escrevi que a presidente Dilma desistiu do plebiscito, ao contrário: reforcei esta ideia de uma consulta direta à população.
      Ricardo Kotscho

  7. Deu “medinho” na mídia golpista, no judiciário e nos políticos da oposição e da base aliada !!!
    AINDA esperamos que o POVO decida !!!
    Mas parece que o que querem mesmo é que se passe uma borracha em tudo o que aconteceu na semana passada e que a “vida siga” como era antes… Para eles é melhor assim.

  8. Então… Ivo Santos – 16h52
    Também acho que os ministérios deveriam ser em menor número, não sei se 12 ( de onte tu tirou esse número ???) Poderiam até ser meia dúzia mas para isso precisamos que O POVO faça uma REFORMA POLÍTICA “para acabar com o balcão de negócios,o jeito de fazer politica dando é que se ganha, e etc.”
    O PT defende isso desde sempre !!!

  9. Kotscho, não sei se as coisas são bem assim.
    Muita coisa tem sido noticiada sem maiores ponderações. O próprio Governo emitiu uma nota desautorizando a fala do representante da OAB: acatou sua contribuição, mas desautorizou sua fala à imprensa.
    A questão da posição do mundo jurídico também há que se precisar melhor: os juristas que estão encontrando ressonância nos Jornais? Ok? Mas até que ponto eles são representativos? Enfim, minha análise da possibilidade aberta por Dilma com a proposta da Reforma Política também foi favorável e, de certa forma, otimista:

    http://blogumlugar.blogspot.com.br/2013/06/a-presidenta-dilma-abre-caixa-de.html

  10. …se a DILMA, que agora mais do que nunca tomou a rédea dos anseios populares, recuar, no mínimo, de um plebiscito, pode entregar as chaves do planalto para os seus adversários.Sai derrotada perante a população.
    PS. Ricardão…vai morar em João Pessoa, esta peste desta cidade de São Paulo, politicamente é a capital do atraso, abduz qualquer mente consciente…vaza meu fii.

  11. Kotscho, você e muita gente (eu, inclusive) erraram quando achavam que os políticos não se manifestariam, contra a ideia da reforma política. Erramos por ingenuidade, por acreditar que o idealismo falaria mais alto. Mas o oportunismo, o viés eleitoreiro não se reprimiu. Até estadistas (ou que assim parecem ser) se manifestaram contra de forma rude. Falo de FHC que, como presidente em oito anos, não conseguiu avançar na reforma política e em muitas outras áreas. A proposta de reforma política vai esbarrar nessa má vontade evidente dos tucanos e similares , em congressistas como Renan que foi ministro da Justiça de FHC e na natural letargia ou preguiça ou preguiça oportunista do poder legislativo. Mesmo com esses protestos, o Congresso Federal nem ao menos pensou em adiar o recesso de julho, as férias. E nem ao menos apresentou projeto que, rapida e definitivamente, reduza os gastos imensos e a lerdeza dessa instituição. Pressão neles, já.

  12. Kotscho, desculpe-me. Realmente que me confundi. É o excesso de preocupação e zelo com a minha amada presidenta trabalhista. Eu gostaria de pode lhe dar um colo, se fosse se fosse possível, necessário, e se servisse para alguma coisa.

  13. A necessidade de um plebiscito é flagrante, principalmente para que seja expurgado do contexto político a ”classe” dos corruptos. Nunca pensei que ao tentar acabar com a roubalheira, trouxesse à tona tanta gente à favor da continuidade desse estado de coisas. Vejo que me enganei, pensei que fosse uma minoria, mas, é muito mais do que eu pensava. Espero que a voz do povo fale mais alto do que a voz da corrupção que interpreta e dá conotações à se deixar as coisas como estão e para começar, nada melhor do que acabar com os julgamentos à porta fechadas, que sempre foi uma vergonha neste país e apurar devidamente os fatos desse naipe, para que não se permita que pessoas cassadas pelo clamor público e outras que sequer podem sair do país para não ser preso lá fora, ocupem cargos de representatividade popular. Uma vergonha!

  14. Olá.
    Não há como chamar Constituintes e mudar um pedaço específico da constituição.
    A presidente é tão mal orientada que teve que mudar de ideia em menos de 24 horas. Se a ideia fosse boa, ela bateria na mesa e xingaria a oposição e a grande mídia.
    Acordem, a ideia era péssima. Só fez fumaça.
    Precisamos da Reforma, sim. E muito, mas tem que ser algo discutido e o governo tem maioria pra isso!!!
    Cadê a base aliada? Ou melhor, a base Anti-CPI.

    Bando de aproveitadores, daqui a pouco colocaram na Constituição que em alguns casos roubar o dinheiro público não é crime. rsrsrs
    E o PT, poxa vida, já votou contra a CPI dos transportes em SP. Sim, é esse partido que vcs ACHAM que quer reforma política!!!

    Abs

  15. OLá.
    Independente de partido, a imprensa deveria estar toda representada em Minas Gerais amanhã.
    Pelo visto haverá uma batalha entre a PM- mineira e os Manifestantes. Não podemos permitir que ocorra um desastre.
    Cadê o governador e o prefeito de Belo Horizonte???
    Em última instância o chefe da PM é o governador, que é do PSDB e não deveria fugir das suas responsabilidades.
    Viva o povo!!!

    Abs

  16. Se fizermos uma reforma política honesta até Deus ajudará. Caso acontrário o diabo continuará infernando nossas vidas.
    Deus é brasileiro, acredito nele.

  17. Estimado jornalista, ainda estava no trabalho quando li seu derradeiro trabalho, fiquei pensativo, pessoas ligadas ao não desenvolvimento do país que exploram a miséria do pobre onde trabalho, comemoraram muito, chamando a Presidenta de irresponsável, que estava jogando para a platéia, mas você mesmo disse que mesmo assim ela estava dividindo as responsabilidades com o congresso, foi assim que entendi, no entanto, chegando em casa, lí a entrevista do presidente do supremo, dizendo não haver inconstitucionalidade, que o povo precisa e deve ser ouvido. Penso, como devem estar a viúvas do FHC, as mídias contrárias, aqueles que promovem o caos, que querem interromper o jogo do Brasil amanhã, que chamaram a Presidenta com vários adjetivos que sou incapaz por respeito de escrever. Ricardo precisamos sim torcer, levar em frente essa luta, a meu ver mais difícil que 64, pois os inimigos agora são ocultos e temem a perda dos privilégios.

  18. Caro Ricardo,
    Fora as questões do voto distrital e da destinação de verbas públicas para campanhas eleitorais, não sei mais que temas a reforma política pode englobar. Por exemplo: o fim do voto secreto para parlamentares e o impedimento de os eleitos por um determinado partido mudarem de legenda são questões que poderiam fazer parte da reforma política? O voto aberto em plenário permitiria a nós, eleitores, saber como se comportam as pessoas em quem votamos. Será que esses temas chegarão a ser discutidos?

  19. A situação é a seguinte: Dilma está só e os poucos assessores que dela conseguem se aproximar ainda a orientam errado. Lulla – orientado por Zé Dirceu, Palloci e Genoíno – já se descolou dela, pois sabe que a situação está fora de controle. Elle até hoje não foi a TV falar da crise. Até FHC passou mais de 1 hora no Canal Livre falando sobre a crise. A proposta marketeira feita por Dilma, de tão mal formulada que foi, não resistiu ao dia seguinte. Descrédito para Dilma diante do povo. O PMDB, como de praxe, já prepara o desembarque, com as habituais estocadas pelas costas ao estilo senado romano em Júlio César. A CPI da Copa já começa a tomar corpo no horizonte, principalmente depois da estarrecedora reportagem vinculada ontem no Jornal da Record que detém grande audiência em todo o Brasil. A economia, para variar, continua produzindo péssimas notícias e o dragão da inflação com um sorriso no rosto está a cada dia mais forte. Ou seja: a maldição do Malluf/Pitta pegou em Lulla/Dilma por osmose naquele esfuziante aperto de mão ano passado. Enquanto isso Eduardo Campos, Aécio Neves e Marina Silva ganharam um poderoso argumento.
    E….MANIFESTAÇÕES QUE SEGUEM!

  20. Com a “máxima” de que expor em toda a rede midiática, uma fotografia de quem quer que seja, em momento dramático, deixa os jornalistas de tão satisfeitos, que beira o sadismo. A fisionomia de Herótodo Barbeiro, no momento em que Kotscho colocou no ar por alguns bons segundos, a foto de Dilma emprensada pelas situações complicadas, me deixou absoltumente deprimida, ao ponto de não conseguir dormir a noite toda. Podia ser diferente? Podia sim. Isso é bom jornalismo? Acretido que não(tenho certeza). Acho que vou ser censurada, mas……

  21. Prezado Kotscho
    Não acho que você errou feio quando fez a pergunta “Qual político agora terá coragem de se manifestar contra o plebiscito da reforma política?” Os tocadores do bumbo do neolacerdismo, o enigmático José Serra, o “sempre em busca de uma boa onda” Roberto Freire e o professoral Fernando Henrique Cardoso, entre outros, estão se manifestando contra o plebiscito da reforma política com o objetivo de desqualificar, mais uma vez, a presidente Dilma Rousseff. Aliás, o curioso é que “esqueça o que escrevi” Fernando Henrique Cardoso apoiou uma proposta de plebiscito semelhante em 1998.

  22. QUEM É QUEM NAS RUAS DO BRASIL ?

    PRIMAVERA BRASILEIRA é o que queremos, e não a volta do inverno-inferno dos golpistas-ditatoriais. Sonho (RPL) X Pesadelo (golpismo-ditatorial), é a luta que estamos todos vendo nas ruas do Brasil. Urge dizer, e reconhecer, que as autoridades constituidas, heroicamente, revelando maturidade democrática, estão garantindo a Democracia e o direito da população protestar e reivindicar nas ruas, pacífica e democraticamente, e que, à evidência, são os golpistas-ditatoriais, infiltrados, camaleônicos, violentos, com as suas falanges de mercenários bancados pelo poder econômico malandro, bandido, caixa dois, que estão embaraçando, tumultuando, confundindo as bandeiras e reivindicações nas ruas do Brasil, dificultando e praticamente proibindo os protestos livres e pacíficos da Juventude consciente do Brasil, bem como o nosso direito a liberdade de expressão. Xô golpistas-ditatoriais, violentos, nazi-fascitas, componentes da velha herança maldita que não deixam o nosso país mudar de verdade, vocês já estão fotografados pela Juventude Consciente do Brasil, pela imprensa honesta e idealista, e pelas autoridades brasileiras, democraticamente constituidas, que estão assegurando ao povo brasileiro o direito de se manifestar, livre e ordeiramente nas ruas, apesar de vocês golpistas. Todavia, é muito fácil separar o joio do trigo, ou seja, os violentos são bancados pelos golpistas, e o pacíficos são os que de fato querem e lutam pelo advendo do Novo Brasil de Verdade, como propõe a RPL, porque evoluir é preciso. Quem tem bandeiras boas e convincentes, que vêm ao encontro das necessidades da população não precisa usar de violência, pelo contrário é anti-violência. Simples assim.

  23. Kotscho, os petistas devem ir para algum caminho. Se tiverem certeza que Lula está fazendo marola e VAI sair candidato em 2004 tudo bem critiquem Dilma ( o que eu acho uma cachorrada pois existem outros meios). Mas se não, mesmo que não tenham gostado de uma atitude dela, deveriam apoia-la por que senão vamos ter que engulir a oposição no governo por não sei quantos anos. É melhor os petistas raciocinarem ou vamos virar capacho novamente…a não ser que o PT queira isso…Ai me diga que eu puxo logo o meu ilustre carrinho.

  24. Vocês não acham estranho que os primaveris não estão indo as ruas logo no dia seguinte a publicação da pesquisa do Datafaia? Pois eu acho….mostra bem quem está comandando essa historia e, ainda por cima, tenho que ver Kotscho e outros ditos petistas de carteirinha dando pau na Presidenta. Eu sei só uma coisa. Se perceber que o partido está querendo puxar o tapete de Dilma eu juro; JAMAIS VOLTAREI A VOTAR EM QUALQUER CANDIDATO APOIADO POR ESSE PARTIDO!!E me parece que estão mesmo…

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