Afif e o novo PSD: "Collor jogou nossas bandeiras no lixo"

Afif e o novo PSD: "Collor jogou nossas bandeiras no lixo"

Caros leitores,

reparei agora no registro do Word Press que o Balaio atingiu nesta sexta-feira a marca de 700 matérias publicadas desde que entrou no ar em setembro de 2008.

No mesmo período, foram publicados mais de 111 mil comentários.

A todos vocês só posso dizer muito obrigado pela participação.

Abraços,

Ricardo Kotscho

***

Na volta do almoço no Rodeio, ao parar para tomar um café na Tabacaria Ranieri, aqui ao lado de onde moro, encontrei meu velho amigo Guilherme Afif, 67 anos, vice-governador de São Paulo e principal mentor do novo PSD, o Partido Social Democrático criado por Getúlio Vargas, consagrado por Juscelino Kubitschek e relançado esta semana pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab.

Aproveitei para dirigir a ele três perguntas que todo mundo certamente gostaria de lhe fazer. De bom humor, fumando um charutinho, ele respondeu de bate-pronto.

Balaio _ O que leva o vice-governador de são Paulo, ex-candidato a presidente da República, ex-deputado federal e empresário bem sucedido, a se aventurar na criação de um novo partido, a esta altura da vida e do campeonato?

Afif _ Sempre é tempo de recomeçar. Estou recomeçando no ponto em que paramos em 1989, na campanha presidencial, quando as nossas bandeiras foram empunhadas pelo presidente eleito, Fernando Collor, que as jogou no lixo. E o momento agora é para recomeçar com o mesmo ideário. A nossa principal bandeira será a da igualdade de oportunidades, que é a verdadeira inclusão social. Grande parte dos que estão vindo conosco fizeram parte daquela campanha de 1989, como o vice-governador da Bahia, Otto Alencar.

Balaio _ Os jornais contestaram a definição dada pelo prefeito Gilberto Kassab de que o PSD é um partido de classe média. Com números do patrimônio dos fundadores, entre os quais o seu se destaca, mostraram que o PSD na verdade é um partido de ricos. Isto ajuda ou atrapalha na conquista do eleitor?

Afif _ Este negócio de partido de ricos não quer dizer nada… É como dizia o Joãozinho Trinta: “Povo gosta é de luxo, quem gosta de miséria é intelectual”. Graças a Deus, tenho um patrimônio que é fruto de muito trabalho. Quero dar oportunidade a outras pessoas de repetir uma história como a minha. Na hora em que o cidadão tem oportunidades, a escolha é dele. Para ser um empreendedor, tem que gostar do risco. Quanto maior o risco, maior a chance de vencer. De risco eu entendo: meu ramo sempre foi trabalhar com seguros…

Balaio _ Esta semana, o ex-presidentre FHC lançou um manifesto _ “O papel da oposição” _ em que aconselha aoposição a esquecer o povão dominado pelo PT e trabalhar para conquistar a nova classe média. O que o senhor acha desta análise? O DEM, assim como o seu PSD, também se define como defensor da classe média. A concorrência não ficou muito grande nesta área?

Afif _ Acho que pinçaram uma palavra do artigo do Fernando Henrique e fizeram a manchete. Ele fez um tratado sociológico, e a classe média não esta afeita a esta sociologia toda. Só quer melhorar de vida. O discurso que hoje atinge estas pessoas, à medida em que sobem de classe social, é a consciência do pagador de impostos. Parafraseando os filósofos: “Pago, logo exijo”. Elas passam a exigir seu direito a saúde e educação de qualidade, justiça e polícia que funcionem, sabendo que nada é de graça. É o cidadão contribuinte de impostos que paga por isso.

105 thoughts on “Afif e o novo PSD: "Collor jogou nossas bandeiras no lixo"

  1. Ricardo,

    Juntos, chegaremos lá. Admiro a retórica politica. Os chavões p´rosaicos que surgem em seus discursos pré estudados e abalisados em diversos fatos sejam Factoides ou verídicos.
    Podemos falar tudo que queremos, podemos ter um discurso embasado em um neo socialismo, ou em uma democracia tupiniquim, para se eleger, se faz de tudo, até comer pimenta murupi em um caldo de pacu no mercado Adolfo Lisboa em Manaus.
    Retóricas, puras retóricas. Collor jogou no lixo as bandeiras do AFFIF, ( mais um arabe governado em São Paulo) , mas se elegeu de novo, desta vez senador, defendendo Dilma, abraçando Lula, em fim o cara é esperto, malandro, político.
    Politico que não seja rico, gay ou famoso, no pais, não se elege. Jopãozinho trinta foi sábio ao dizer que quem gosta de pobre é intelectual, o povo gosta de Luxo. S[ó se for o povo ai de São paulo que elegeu Tiririca, Serra foi para as cabeças, Alkmim governador, Kassab prefeito. Dilma perdeu,o Lula perdeu. Questionavel estas posições.

    Em tempo: Parabéns pela sua vivência e saber aproveitar as oportunidades que surgem a sua frente. Isso é ser e ter sangeu de reporter. Nas, ruas, nos bares da vida a noticia se garimpa.

    1. Marcus Benedictus Candian Rangel. Voce esqueceu que São Paulo é a maior cidade nordestina do Brasil. Tiririca foi eleito deputado por São Paulo mas. Não pelos paulistas e. Sim, pelos nordestinos de São Paulo.
      João Leite

  2. PSD esta abrindo a porta da esperança, se for em frente

    PSD que já aprovou matematicamente, a reforma política com voto distrital localizado onde ninguém mais ser eleito por tabela

    Incluir essa receita para sobrar receita como faz no lugar de sugerir que esta indo de frente com a solução em relação ao futuro custo beneficio se alcance com apoio

    Uma boa idéia que esta sendo aprovado na medida em que as pessoas estão tomando conhecimento

    José Antônio Reguffe faz o que todos deviam fazer tomar essa atitude
    http://noticias.uol.com.br/politica/2011/04/15/deputado-do-pdt-que-rejeitou-beneficios-cria-inimigos-na-camara.jhtm

    Arma não fala nem reage, não estuda
    http://www.facebook.com/note.php?created&&note_id=176770715705968#!/note.php?note_id=176770715705968

  3. Prezado Kotscho,
    Temos aí mais um partido criado para atender as necessidades pessoais de um grupo de poíticos, assim nasceu o PFL e o PSDB. Agora depois de resolvidos os problemas que enfrentavam em suas legendas anteriores, é hora de pensar em qual será o melhor discurso para justificar o novo partido e iludir o eleitorado. E bem na hora que o congresso discutir pela enézima vez a reforma eleitoral, era hora de implantar o voto em lista fechada nas proporcionais com o fim das coligações, financiamento público com limite de gastos, cláusula de barreiras, aperto das exigencias para fundação de novas legendas, fidelidade partidaria com quarentena de cinco anos ou mais para disputar nova eleição ao político que trocar de partido. Quanto as respostas do Afif, vagas não? Quanto ao FHC, ele caiu da mudança há tempos e ainda não encontrou o caminho de casa.

  4. Duas partes da sua entrevista com o Domingo Afif me chamaram atenção:

    1. “pobre gosta de luxo, quem gosta de miséria e lixo é intelectual” Matou a pau!!!!

    Outra eu transcrevo de sua propria entrevista. Mostra a tendenciosidade da interpretacao dada ao que o FHC escreveu sobre roubar os pobres do PT – Vigarice pura!
    Do PT.

    Balaio _ Esta semana, o ex-presidentre FHC lançou um manifesto _ “O papel da oposição” _ em que aconselha seu partido a esquecer o povão dominado pelo PT e trabalhar para conquistar a nova clase média. O que o senhor acha desta análise? O DEM, assim como o seu PSD, também se define como defensor da classe média. A concorrência não ficou muito grande nesta área?

    Afif _ Acho que pinçaram uma palavra do artigo do Fernando Henrique e fizeram a manchete. Ele fez um tratado sociológico, e a classe média não esta afeita a esta sociologia toda. Só quer melhorar de vida. O discurso que hoje atinge estas pessoas, à medida em que sobem de classe social, é a consciência do pagador de impostos, parafraseando os filósofos: “Pago, logo exijo”. Elas passam a exigir seu direito a saúde e educação de qualidade, justiça e polícia que funcionem, sabendo que nada é de graça. É o cidadão contribuinte de impostos que paga por isso.

  5. O cara pode ser teu amigo, Kotscho… mas é um dinossauro conservador e que já deu o que tinha que dar; se é que deu mesmo alguma coisa.

  6. Afif foi candidato a senador em 2004 e foi sacaneado por alguns institutos de pesquisa, que deram a ele menos de 15% e a Suplicy mais de 50%. E, após as eleições, o que se viu foi Afif quase encostado em Suplicy, com uma diferença de 3% apenas. O mesmo aconteceu em 2010: Aloysio Nunes estava em terceiro lugar com menos de 20% dos votos e quando as urnas foram abertas ele era o primeiro colocado. As eleições são definidas primeiramente pela imprensa e pelos institutos de pesquisa. Acho que agora Afif está querendo apenas ajudar Kassab, que ele introduziu na carreira politica, e de quem é tio.

  7. Ilustrissimo Sr. Ricardo grande colunista, no tocante a materia, não se trata de ser partido dos ricos ou pobres.
    Acho que os políticos desse o daquele partido,deveriam atentar, a respeito da missão de que fora outirgada,os quais não fazem.
    Depois de eleitos, empossados nos cargos, eles não querem saber se foi o pobre ou rico, quem o pois no poder.
    De maneira que eu acho, que todos são iguais.
    Ou seja ninguém faz absolutamente nada,para melhorar a
    vida nem dos pobres e nem dos ricos. Principalmente a do País, que é cheio de desigualdades socias, etc.
    Olha a inflação aí gente!! ela voltou.
    Cadê o poder de compra??
    abs.

  8. Eu acredito que a “nova classe média” criada com a inclusão social do Governo do Presidente Lula e que vai se ampliar com o Governo da Presidenta Dilma, é o alvo preferencial dos partidos de direita, devido a que podemos considerar um erro de cálculo, foi feita a inclusão social e educacional, mas não a cultural e nem a política. Esse pessoal é despolitizado e com um nível cultural baixo (cultura é diferente de educação e não vem no mesmo pacote), desse modo é fácil cair nesse discurso de estado mínimo, excesso de tributos e votar com os afifs, kassabs e serras da vida. Uma lástima, mas se nada for feito e rápido, é para isso que estamos caminhando, o fhc já deu a senha e o caminho.

  9. Quando eu disse que cultura é diferente de educação, quis dizer que as universidades, principalmente as privadas, hoje formam as pessoas apenas e unicamente para ocupar uma vaga no mercado de trabalho, portanto formam profissionais com nível superior, mas não fornecem a estrutura cultural necessária para alterar a sociedade, desse modo, na minha opinião, não formam cidadãos completos. E os partidos de direita sabem aproveitar-se disso com maestria e infelizmente, os de esquerda tb.

  10. Afif e o novo PSD: um balaio (descupe Ricardo) acomodar exs, velhas bandeiras, antigas práticas politícas e toda tralha supostamente ideológica.

    1. Acorda filhinho! Esse negócio de ideologia só quem ainda mantém são os arcaicos e mofados socialistóides, tipo PT, PCB, PSB, PC DO B, PSOL, P qualquer outra besteira que pregue como salvação o fim daquilo que sempre funcionou, o capitalismo!

    2. Desista Julião, esse povo aqui no Brasil não vai mudar nunca. Até Cuba já pensa em se tornar (novamente) capitalista, óbvio, o certo a fazer mesmo, depois do fracasso do comunismo/socialismo. Mas não se iluda, por estas bandas nossos “socialistas”, que estacionaram na década de 50, atrasadinhos, reacionários, embolorados, e claro, fracassados não vão mudar não, o negócio deles é a ditadura canhota, a “revolução”, sempre foi.

  11. O PSD era partido com a ideologia que o Afif disse lá nos idos de 1960 mas agora é um balcão de oportunistas como ele.
    Este Afif, me desculpe amigo Kotscho me traz uma triste lembrança. Eu me lembro, naquele tempo quem governava era o FHC e este Afif era presidente da Associação Comercial de São Paulo e o Abrahão Schaimann (não me lembro bem o sobrenome dele, na época era presidente do sind. dos comerciantes de S.P.).
    Ambos foram entrevistados para uma emissora de Tv, não me lembro qual e tiveram a disfaçatez de dizer que o cambio que estava a 4×1 (R$ 4,00 = Us$1,00) era o culpado pela inflação que deixou o natal daquele ano triste e morto e posaram reclamando da queda de vendas para aquela época do natal.
    Me parece foi o último ano do desgoverno tucano do FHC.
    Pena que eu não pude gravar esta sua entrevista, pois não tinha um equipamento que há hoje em dia.
    Pois é Kotscho, eu nunca mais me esqueci disto, ficou gravado em minha memória.
    Tão grave quanto esta, é a revoada de tucanos para o PSD. É a apropriação do Kassab, pois ele quer aliar a sua figura ao nosso querido presidente JK e até está usando as iniciais do presidente mineiro JK.
    Mas pelo que eu saiba o nome Gilberto se escreve com “G” e não “J”.
    Pelo jeito se trata de mais um oportunista querendo enganar o povo.

  12. Olá Ricardo, e caros bloguistas, é muito bom ter de volta políticos do passado, melhor seria se juntamente com esses políticos também estivessem a leva dos jovens -porque a gente só aprende coisa nova é com pessoas novas – elas é que estão com a mente mais aberda para aprender e assimilar coisas novas. Dos idosos, aproveitemos a insofismável experiência. (…)

    Esta frase do Joãozinho Trinta, de que “povo gosta é de luxo, quem gosta de miséria é intelectual” são águas passadas de outros carnavais. Todo mundo sabe que o mundo e os lugares onde a Elite frequenta não é a mesma que a classe subalterna frequenta, porque a elite não precisa da classe pobre, a não ser em época de eleição. O intelectual apenas tenta mostrar para o pobre o tamanho da exploração.

    A cada dia que passa o eleitor brasileiro está cada vez mais cônscio que os políticos ficam surdos quanto estão diantes do pleito; as suas propostas em debate não são discutidas, e todas as promessas de palanque são esquecidas!

    O papel do investidor é muito importante: se Ele (Afi) se situa junto aos trabalhadores, suas conclusões são diferentes daquelas que obtém se ficar ao lado dos proprietários dos meios de produção.Como empresário inteligente ele sabe disso.

    O Brasil precisa muito da criatividade e espírito inovador de políticos e empresários inteligentes como Afif Domingos para alavancar o progresso – a exemplo do que aconteceu no Japão depois da 2ª guerra mundial em que o Mercado interno e o Mercado externo do Japão, amparado pela suas multinacionais, tais como Toyota, Nissan, Honda, Mitsubishe, e outras, tiveram a fiscalização direta e diária de um grupo ministerial do governo federal. Pro outro lado, aqui no Brasil, sem uma educação de qualidade que objetiva a qualidade dos produtos para a exportação sem investimento nas pesquisas universitárias, sem saúde e sem segurança não existe progresso e desenvolvimento em nenhum país do mundo.

    Fabricar um caça, é mais difícil do que fabricar uma bomba atômica. E o nosso País tem tecnologia para fabricar quatro tipos de caças diferentes. Por que, então comprar aviões de outros países? por que não dar uma chance para a Embraer? são essas coisas é que eu não consigo entender.

    Finalizando, eu gostaria de fazer a seguinte pergunta ao Sr. Afif: – será por quê grandes empresários de montadoras de automóveis, a exemplo da coreana Hyundayum(em instalações aí em São Paulo) estão saindo de seus países de origem e vindo pra cá? de vez que o mesmo automóvel vendido aqui – lá nos Estados Unidos custa três vezes menos?

    1. Para voce que acha que intelectual gosta de miséria, podemos usar uma frase de Platão e Sócrates; “Quando penso que sei, acabo descobrindo que nada sei”, logo, intelectual que se julga intelectual diz que nada sabe.
      Luxo é coisa de rico porque nascem, crescem, vivem na mordomia do luxo e miséria para êles é destinada somente aos pobres que nascem, crescem e vivem na miséria de tudo, da educação, da saúde, da participação, da ascenção na escala social porque não lhes dão chances e de sobra ainda são explorados.
      A elite só participa da vida politica para defender os interesses da sua classe social e usá-la para o predominio para dar a impressão de que há democracia, que há a divisão das oportunidades mas é tudo enganação e o que querem é o poder para se perpetuar. Por isso esse Sr. Afif está com esta conversa mole prá cima do povo e acha que saindo do PSDB vai continuar a enganá-los.
      Uma vez tucano, sempre tucano, assim como o Bresser Pereira (ex- tucano) que espinafrou e desmascarou o FHC dizendo que perdeu seu tempo acreditando na politica neo-liberal que o Farol usou contra o povo no seu governo e da qual participou.
      Agora a politica da oposição ao governo federal é: Elogiar a presidenta Dilma para com isto se aproximar do povo e dar a rasteira voltando ao poder.
      Mas quem não vê que tudo isto é uma armação?

  13. Irmãos Trabalhadores Brasileiros, acordem!!! Esses riquinhos de meia tigela que não se conformam em ter perdido o poder para os trabalhadores vivem inventando discursos populistas e batidos para engabelar o Povo! Já foi o PRN de Collor em 1989, o PSDB do pseudointelectual FHC, o PFL da família ACM (os maiores escravistas do sec. XXI) que depois mudou de nome para DEM, e agora como sabem que o Povo razoavelmente informado já identificou esses partidos como representantes dos banqueiros, latinfundiários / escravocatas, megaempresários e todo o resto da macacada burguesa; agora inventaram esse tal de PSD para tentar iludir e desviar a atenção do Povo. Mas a Nação Brasileira se transformou e o Povo Trabalhador já sabe quem é essa gente que está por trás dessa nova sigla, as mesmas pessoas que querem os filhos dos trabalhadores trabalhando como porteiro de edifício, faxineiro e peão de obra. Vocês não vão conseguir se esconder por trás dessa nova sigla, quanto mais engabelar o Povo. Aceitem a situação, o Brasil caminha para a Ditadura dos Trabalhadores!!! Todo o Poder aos Trabalhadores!!!

    1. Não existem partidos de trabalhadores no Brasil, O Lula, Dirceu, Dilma , Genoino e outros cabeças, hoje estão muito mais ricos que muitos grandes empresários de verdade, trouxa do coitado do trabalhador, va procurar serviço do sus, filas para se matricular no ensino público, segurança zero, e muito mais miséria se for classificar.

  14. COM SEMPRE OS PARTIDOS POLÍTICOS USAR A CLASSE MÉDIA, CLASSE DE MISERÁVEL COMO BANDEIRA , MAIS NA DÁR A LIBERDADE DESSA DUAS CLASSE DA OBRIGATORIEDADE DA PRESENÇA EM FRENTA URNA NO DIA ELEIÇÃO PORQUE..PORQUE..PORQUE. OS INTERNAUTAS QUE LER ESSE COMENTÁRIO DEIXE A RESPOSTA

  15. “Povo gosta é de luxo, quem gosta de miséria é intelectual”. Esta frase só pode ser uma forma de distorcer as coisas. Depois, o que é intelectual? Será a pessoa que aponta as mazelas a que estão submetidas as classe mais baixas? Será que intelectual são pessoas que não estão a soldo dos velhos coronéis da velha políltica brasileira. Enfim serão pessoas que não se enquadram no ideario até então vigente na questões politícas e sociais? Alguem tem resposta?

  16. POLITICOS SÃO COMO CANCER,QUANDO A GENTE PENSA QUE SE LIVORU DELES,ELES SURGEM COMO RATOS A ESPREITA DO ELETOR DESINFORMADO.QUEM SE LEMBRAVA DO AFIF?? MAS ELE CONTINUA AI ESPERANDO PELA PROXIMA OPORTUNIDADE POLICA É ISSO COISA DE OPORTUNISTAS.

  17. Não satisfeito em manter eleito uma maioria do congresso ligada (quiz dizer: com rabo preso mesmo) à ditadura militar que ora chegava a seu tão esperado fim, nosso povinho ignorante assitiu a seus congressistas não aprovarem a eleição direta para presidente, já em 1985! Em seguida, incasável em sua estupidez e pródigo em exibir sua incapacidade, esse mesmo povinho armou uma cruel arapuca para si próprio, bem como para a pequenina massa pensante do país: puseram no segundo turno de 1989 os dois piores candidatos daquela eleição! O que fazer diante de uma cédula eleitoral com apenas os nomes de Collor e Lulla?!
    Se desse Afif naquele segundo turno, levaria fácil em cima do Collor! Aliás nenhum outro perderia, só o que foi escolhido a dedo para essa missão, o molusco…
    Fácil ver, como sempre, que o culpado é o mesmo: esse povinho alienado e de uma indolência mental a toda prova…

    1. Eu nunca digo que o povo é ignorante porque ele já deu demonstrações de que é sábio. Pode ser em algumas vezes incautos, imprevidentes mas ignorante não seria o termo certo, nem como zé-povinho.
      Um povo que elege por dois mandatos um presidente que deu certo em todos os sentidos e elege a sua sucessora que segue a mesma teoria do antecessor, não pode, em hipótese nenhuma ser taxado de ignorante.
      O Brasil nunca cresceu como agora em toda sua história e só não podemos ver mais progresso porque há centenas de anos que vem nesta lenga-lenga com governantes cheios de títulos que só gostaram de nhém-nhém-nhém e arregaçar as mangas e trabalhar em prol do povo, que aliás era sua obrigação, ficaram só pensando nos tapetes vermelhos da aristocracia.
      Por isso o povo já cheio deste blá-blá-blá aristocrático resolveram colocar lá no poder um metalúrgico sem título nenhum apenas esperando pelo seu entusiasmo natural do trabalhador honesto e pronto.
      Então agora sabemos que presidencia não é lugar de blá-blá-blá e corpo mole, é um posto para quem trabalha quem é erforçado porque lá o camelô provou que: Não requer prática nem tampouco habilidade, basta TRABALHAR.
      Deixa passar trabalhador,,,erê.. lá.. lá. Deixa tabalhador passar.
      Lembram-se deste jigles do Getúlio?
      Nunca ele foi tão atual, heim pessoal?

  18. “””JORNALISMO NA VEIA”””. Kostcho, eu gostaria de fazer uma REPRICA EM CADA UMA DE SUAS PERGUNTAS. Se me permite, aqui vão as REPRICAS:
    R1) Affif, também sempre vale à penas se arrepender?
    R2) Affif então o sociologo, frequentador de livrarias e prenchedor de folhas de papel; FHC, NÃO É UM INTELECTUAL?
    R3) Será que de tanto viver no exterior, comendo brioches e benbendo coca-cola, o FHC não domina A SUA LINGUA MÃE?

    1. “”””PEÇO DESCULPAS AOS LEITORES, QUE AQUI MANIFESTARAM SUAS OPINIÕES E TAMBÉM A AQUELES QUE APENAS LERAM””””. Ontem escrevi e não li, para que pudesse corrigir possiveis erros, e desta forma fiz como fazem alguns que falam antes de pensar; mas embora possa PARECER, “””NÃO ESTUDEI NAS ESCOLAS DO PSDB ONDE ALUNOS PASSAM DE ANO SEM APRENDER LER E ESCREVER””. O fato dos erros de algumas palavras que escrevi, tais como: REPRICA no LUGAR DE REPLICA, PRENCHEDOR NO LUGAR DE PREENCHEDOR e BENBENDO NO LUGAR DE BEBENDO, acredito “”NÃO DEVEM ALTERAR O SENTIDO DO TEXTO.”” Se deve ao fato do qual estou acostumado à pessoas que fazem isso por mim. (FALHA MINHA). No jornalismo exitem duas vertentes, a do COLUNISTA e a do REDATOR. por isso defendo que, para ser REDATOR, trabalhar com a parte logica do jornalimo, NÃO PRECISE A PESSOA SER FORMADA EM JORNALISMO, pois UM PROFESSOR LITERATO, PODERIA TAMBÉM FAZER ISSO, ATÉ COM MAIS COMPETENCIA QUE UM JORNALISTA, mas talvez um LITERATO, embora conhecendo TECNICAS DE REDAÇÃO, NÃO SERIA CAPAZ de escrever um texto. O que vejo é que AINDA SE DÁ MUITA IMPORTANCIA AO TER DO QUE AO SER. Por isso, “”””COMPRA-SE MUITOS LIVROS DE MUITAS PAGINAS, QUE MUITO PROVALMENTE NÃO SERÁ LIDO POR PREGUIÇA DE QUEM COMPROU, APENAS PORQUE O SUJEITO QUE ESCREVEU FALA ALGUNS IDIOMAS, MAS NÃO CONHECE O LINGUAJAR COLOQUIAL DO SEU POVO; FAZENDO COM QUE PATATIVA DO ASSARÉ E ATÉ JORGE AMADO, SEJA NIVELDO A ISSO AÍ”””. Nós precisamos entender que estamos num país onde UM METALURGICO, CONSTRUIU MAIS ESCOLAS DO UM SOCIOLOGO, e que “”””PARA FA

    2. (CONTINUAÇÃO) [e que “””PARA FA ] (considere isso sem efeito). voltando: …”CONSTRUIU MAIS ESCOLAS QUE UM SOCIOLOGO”, e começarmos a pensar se “PARA DIZER SIM SENHOR AO ESTADOS UNIDOS”, é preciso “FALAR VARIOS IDIOMAS OU TER UM TRADUTOR”.

  19. Kotscho, tenho admiração e respeito pelo seu trabalho. Porém, não posso deixar de externar minha indignação.
    O sr. Afif, uma figura retrógrada e ultrapassada, sempre representou com seu “idealismo” (sua bandeira) um Brasil miserável, semi escravo. Num momento em que todos temos a esperança(ou queremos ter) que tudo parece estar melhorando, São Paulo ressuscita esse(????).
    Ressuscitar o PSD e esse grupo de reacionários que já deveriam está fora da política brasileira a muito tempo, é retroceder, é voltar a um passado que nunca deu certo.
    É bom que a nova “classe média” e o povo em geral fique de olhos bem abertos.
    A nação Brasileira não aceita, não acredita e não quer mais políticos com os Srs. Collor, Afif e seu grupo de “idealistas”.
    Quando é que São Paulo vai aprender a votar?

    1. Enoque Nascimento. Collor não está mais com o Afif. Afif acordou quando viu as trapaças de Collor. Collor e toda a corja de politicos safados está com Lula. Está com a Dilma.
      João Leite

  20. O SAFADO DO KASSAB TEM QUE CUIDAR E DA CIDADE QUE ESTA JOGADA COM MUITOS MINDIGOS E RUA ESBURACADAS E NÃO FICAR CRIANDO UM NOVO PARTIDO PARA ENGANAR O POVO ELE SÓ FOI ELEITO
    GRAÇAS AO SERRA AGORA QUERO VE SI ELE VAI SER ELEITO NEM VARREDOR DE RUA

  21. Esse Afif vive falando em “impostos altos”, “maior carga tributária”, esses papinhos. Montou até “prateleirinha de impostos” no centro de São Paulo.
    Vamos agora às contradições: fez parte do governo tucano que mais criou pedágios. que sucateou as escolas públicas obrigando os pais a matricularem seus filhos nas escolas particulares. fez parte de um governo que privatizou tudo – e que tudo o que foi privatizado os preços foram às nuvens, para ficar apenas num exemplo: o das telecomunicações.
    Não são impostos ?
    Sem contar que quando o assunto reforma tributária entra em pauta ele some. Onde estava esse Afif em 2003, 2008 e 2009, quando essa tal reforma foi engavetada? E bombardeada pelo PIG.
    Af, Afif, vamos afinar o discurso com a prática. e não “afinar” na fora do “vamos ver”.
    Saudações ao bom Kotscho!

  22. O Afif, quando candidato a Presidente, teve o PL na mão, um partido novo que chegou a ser a esperança que toda ideia nova traz para se acabar com o antigo, o superado, o que deu o que tinha que dar.
    Afif naquela época foi brilhante e foi também a esperança para, para nos livrarmos de políticos como Sarney, Renan,
    Jucá, Jader e todos os que estão aí graças ao império da lei tão bem defendido pelo Judiciário que não pune político nem
    magistrado.
    Pois bem, derrotado Afif na eleição, se mostrou derrotado para a política, limitou a usar seu prestígio e inteligência à política paulista.
    Agora aparece a nivel nacional endossando um neo fraco político, que não traz esperança para ninguém.
    Não vai emplacar sucesso, nem Kátia Abreu vai conseguir dar vida a esse partido, embora eu reconheça que o agro-negócio, é um grande negócio, mas ser apenas empresário não dá prestígio político.
    O cavalo passou arreado e o Afif não quis montar, agora a fila já andou e a história é outra.

  23. …em política, tudo que vem de São Paulo, não vale nada, não vale o que o gato enterra, pois atrás das “boas intenções”, do “falso idealismo” esta a malfadada TEP ( Tradicioanal Elite Paulista ), esta praga que tanto mal tem feito ao nosso país.

    1. …os únicos momentos de nossa história,nos quais o Brasil conseguiu algum desenvolvimento ( Getúlio, JK, LULA ) São Paulo esteve contra.

      Ô povinho imprestável !!!

    2. Everaldo, como você ousa chamar de imprestável o povo
      do estado mais rico da nação ? De onde você é, o povo
      é tão melhor que S.P. ? Antigamente os animais falavam,
      hoje alguns até escrevem.

  24. Um alô aos ainda Kassabistas ou que se arrependem de ter o colocado na prefeitura… O que vocês esperavam??? Que ele iria cumprir as promessas impossíveis??? O Kassab foi lançado no partido do Malluf, de quem foi defensor nos anos 90… Depois que Malluf conseguiu empurrar o Pitta de prefeito, lá estava Kassab como secretário de finanças dele. O Patrimonio desse senhor já aumentou por volta de 20 vezes desde que entrou pra vida pública. Então meus caros iludidos, não querem Marta porque não gostam da pessoa dela, então fiquem com o mal carater simpático… Mas não reclamem do lixo, do transporte público e muito menos da educação, pois qualquer um sabia que ele não iria fazer pois já não fazia…

  25. Outra coisa, acho que o grande culpado para a criação desse Kassab que quer figurar como articulador político (onde que o Brasil vai parar) é o PT de São Paulo. Que deveria acordar para o que dois pleitos disseram. Deve, entender que a rejeição à Marta é irreversível e por mais que os concorrentes sejam ruims de serviço e visíveis mal intencionados, acabam tendo vantagem quando na comparação entra somente a avaliação pessoal. Não quero dizer que a Marta seja má pessoa e não é, mas não inspira mais a confiança dos paulistanos, que são da boca pra fora modernistas, mas praticam o retrógrado no seu dia a dia, como rotular as pessoas, o preconceito étnico, regional entre outros. O PT Paulista deveria contudo, ler o que os Paulistanos dizem a respeito do Suplicy. Mesmo quem não gosta da sigla, gosta do Senador Eduardo Suplicy. Poderiam lançar uma chapa pura, com ele candidato a Prefeito e quem sabe ela como Vice. Não sou cientista político, mas acredito que os votos que ela ainda tem, viriam pra ele, somando aos que ele já tem do outro lado, seria prefeito no primeiro turno. Ou uma aliança com outro partido de esquerda, mas com o Suplicy candidato. Será que isso só é visto de fora? Acorda PT, qualquer partido gostaria de ter um Suplicy nos seus quadros.

  26. O internauta Mário Cardozo usando de grande sutileza resumiu com poucas palavras tudo que poderíamos escrever em vários par´grafos. Parabéns! Gostei muito.
    Também, lendo todos comentários não podia deixar de elogiar o pensamento muito bem expresso do Enoque Nascimento. Posso afirmar ao Enoque que o povo paulista nunca aprenderão votar nem mesmo depundurado num pau-de-arara com água sendo colocada nas narinas, nem com choques elétricos (Dr Wats) ou furando petróleo.

  27. Certamente, nada é de graça. Por isso é que se cobram impostos, e justo seria mobilizar os pagadores de impostos para que exigissem mais investimentos na qualidade da saúde e da educação, e no funcionamento da polícia e da justiça. Como é que a oposição pode defender MENOS IMPOSTOS e propor políticas que implicam em MAIS INVESTIMENTOS? Vá saber…

  28. Kotcho, terias espaço para repubklicar este artigo?…

    Quem quer parar o Brasil e por quê?
    Na visão da economista Leda Paulani, da USP, em conversa com Carta Maior, o Brasil materializou nos últimos anos um pedaço da sociedade prevista na Constituição Cidadã de 1988. Estavam delineados ali, no seu entender, alguns dos impulsos mais fortes à expansão do mercado interno, finalmente viabilizados nos últimos anos. No entanto, ressalta, “existe uma análise ortodoxa que acusa esse processo de conduzir a sociedade a um esgotamento de sua capacidade produtiva; como se a demanda avançasse além da oferta possível com o pleno emprego dos recursos e potencialidades disponíveis no sistema”. A terapia embutida nesse diagnóstico, critica, pode interromper esse processo.

    O Brasil vive uma travessia crucial do seu desenvolvimento. Nos últimos anos, o país ativou potencialidades adormecidas. Algumas, deliberadamente asfixiadas. Contido por iníqua distribuição de renda e a omissão secular do Estado em relação à pobreza, o mercado interno, por exemplo, emergiu como um leão faminto.

    Bastou uma fresta de tempo de avanços nas políticas sociais, no emprego, no crédito, mas sobretudo na recomposição de poder aquisitivo do salário mínimo e surgiu uma faixa de consumo de massa que já reúne 53% da população e 46% da renda nacional.

    Na visão da economista Leda Paulani, da USP, em conversa com Carta Maior, foi como se o país materializasse um pedaço da sociedade prevista na Constituição Cidadã de 1988. Estavam delineados ali, no seu entender, alguns dos impulsos mais fortes à expansão do mercado interno, finalmente viabilizados nos últimos anos.

    “Entre outras coisas”, diz ela, “a Constituição de 88 estabeleceu fortes ramificações entre as políticas de Estado e as camadas mais pobres da população, antes alijadas do mercado e da cidadania. Um desses elos mais importantes foi a estender o salário mínimo ao campo, bem como assegurar a plenitude do seu reajuste aos aposentados por idade e invalidez”, explica.

    Esse contingente reúne hoje mais de 18 milhões de brasileiros.

    “Multiplique isso por quatro dependentes. Teremos aí um universo de 70 milhões de pessoas. Pois bem”, frisa Paulani, que tem uma visão crítica da composição política do ciclo Lula, mas não tromba com as evidências dos seus avanços sociais. “Esse Brasil de 70 milhões de pessoas teve um aumento real de renda de 53% nos últimos oito anos” , resume escandindo as palavras para acentuar a importância da mutação que deseja exprimir. “Isso é muito importante, muito”, insiste a economista.

    Há áreas de sobreposição entre esse universo e aqueles integrados por beneficiários de políticas sociais, como é o caso do Bolsa Família, por exemplo. Tudo somado o bolo se amplia ainda mais: a economista calcula que uma demanda equivalente a 80 milhões de brasileiros ingressou no mercado nessa composição.

    “Nessa faixa de renda, o que entra no bolso sai em consumo. Ninguém poupa, nem investe em malabarismos financeiros. É demanda pura. A relevância macroeconômica dessa transformação é inegável”, observa.

    No meio do caminho eclodiu uma crise mundial. O que avulta, porém, é a percepção de que quando a blindagem financeira e ideológica do sistema fraquejou, o país enxergou com maior nitidez esse ponto de mutação, cujas forças já não cabem mais no formato anterior do mercado.

    As tensões decorrentes desse processo ocupam o centro do debate macroeconômico hoje.

    Dois diagnósticos conflitam no seu interior. Um quer parar o país. “Grosso modo’, resume Leda Paulani, “existe uma análise ortodoxa que acusa esse processo de conduzir a sociedade a um esgotamento de sua capacidade produtiva; como se a demanda avançasse além da oferta possível com o pleno emprego dos recursos e potencialidades disponíveis no sistema”.

    Leda não nega a existência de gargalos e nomeia alguns: energia, portos etc. Mas não perfila entre os que cobram um retorno a um equilíbrio pleno, “de resto inexistente fora dos modelos de laboratório”, acusa. Acima de tudo, recusa a terapia embutida nesse diagnóstico.

    A receita é conhecida e tem sido martelada de forma estridente pela mídia conservadora. Choque de juros, arrocho nos salários,postergação do reajuste do salário mínimo em 2012, contração drástica do investimento público e amesquinhamento dos bancos públicos, – “decisivos na defesa do país durante o colapso internacional, quando injetaram crédito direto na veia do sistema, ao contrário da omissão da banca privada”, observa a economista.

    A longa convalescença de uma crise mundial que, embora sistêmica, não gerou forças de ruptura – “no caso brasileiro, em parte, pela relação passiva dos movimentos sociais com o governo Lula”, diz Leda – vivencia agora uma ofensiva de restauração conservadora. Urbi et orbi.

    Nos países em desenvolvimento, como o Brasil, onde o ajuste não se fez com demissões maciças e recessão, a tentativa de recompor o status pré- 2007/2008 se expressa no velho idioma do terrorismo inflacionário.

    “Há pressões inflacionárias”, adverte Paulani sem sancionar o diagnóstico conservador da transgressão ao PIB potencial. Vários segmentos – o de serviços, sempre citado – estão aquecidos. Ocorre ainda o efeito contaminação da alta das commodities, causado em proporção não desprezível pela especulação intrínseca à super-liquidez adotada nos países ricos. Agindo em benefício próprio, eles criaram efeitos paradoxais no Brasil, por exemplo. Não há descompasso entre oferta e demanda de alimentos no país que colhe uma safra recorde de 154 milhões de toneladas este ano. Todavia, a inflação ‘importada’ pela condição de grande exportador de alimentos serviu de gatilho a outras pressões altistas.

    A macroeconomia do pós-crise fermenta em contradições. O câmbio sobrevalorizado que ajuda a controlar os preços (ao baratear importações), desloca vendas e empregos do mercado interno para o exterior. Controlar o câmbio sem gerar vapor inflacionário extra implicaria esfriar simultaneamente a demanda interna, que não contaria mais com a válvula de escape das importações baratas. Mas se isso for feito pelo canal dos juros altos – como quer o conservadorismo – a atratividade brasileira aos capitais especulativos aumentaria, pressionando de novo a variável cambial…

    Há saídas? Leda chama a atenção para o peso do passado. “Entramos e saímos da crise com uma taxa de juros excessivamente alta”. Um erro seminal. Ele explica a reduzida margem de manobra nos dias que correm. “Se tivéssemos hoje uma Selic de 5%”, exemplifica, ‘o que daria uma taxa real em torno de um a um e meio por cento, não haveria grave problema em elevá-la a 6%, esfriando um pouco a demanda, sem causar alvoroço na atratividade a capitais especulativos”.

    Em tempo: a mesma ortodoxia que agora advoga um choque monetário exigiu a alta irracional dos juros no passado. “As mesmas forças que denunciam a ausência de infra-estrutura adequada ao crescimento sempre se opuseram aos investimentos públicos nessa área”, completa e fuzila a economista da USP.

    ‘Na ausência de margem de manobra monetária, a saída é agir sobre a quantidade’, recomenda com certo desencanto ao defender a necessidade de um controle mais incisivo para o ingresso de capitais no mercado brasileiro.

    O governo, em passos lentos, avança por aproximação. Tenta evitar ‘soluções finais’ que embutem o preço alto das ‘destruições criativas’ tão a gosto da ortodoxia.

    É um delicado exercício de pontaria em noite de sombras. Algo como acionar a válvula da panela de pressão para impedir que o vapor ultrapasse limites não inteiramente conhecidos.

    Se errar a dose na área cambial e monetária poderá interromper investimentos indispensáveis à expansão da musculatura do crescimento.

    Se o cozido econômico demorar demais a chegar ao ponto, estoura o timming político do controle da inflação.

    A única certeza é que o ponto de equilíbrio escapa a receitas exclusivamente técnicas.

    A dimensão política do desenvolvimento, ou seja, a expressão ‘política econômica’, explicita sua pertinência histórica incontornável na travessia brasileira, lembra a economista.

    “A presunção de um equilíbrio estável no processo de desenvolvimento é típica de uma visão de mundo dissociada da história”, dispara Paulani que também é professora da USP e testemunha pesarosa da hegemonia sufocante dessa visão no ambiente acadêmico na última década.

    “Não se trata apenas de um equívoco teórico, mas de um arcabouço acadêmico de interesses poderosos’, alerta. “Se você trabalha com um sistema que traz intrinsecamente um ponto de equilíbrio, você não precisa do Estado. Decerto e tampouco de uma Constituição como a de 1988, que admite implicitamente o conflito social e não sanciona a autossuficiência dos mercados para construir uma sociedade que proteja seus idosos e aposentados, por exemplo”.

    Se o oposto é verdade, é justo supor que o país não concluirá essa travessia sem um acirramento das disputas políticas. Para evitar que a materialização da Carta de 1988 alcançada até aqui se perca num moedor de carne ortodoxo, como teme Leda Paulani, os contingentes que passaram a consumir no governo Lula, talvez tenham que percorrer agora uma transição mais difícil. Depois de emergirem da pobreza para o mercado, tornarem-se protagonistas ativos dos seus interesses históricos na vida nacional.

    1. Marcos araão, propaganda e papel aceitam tudo, hoje tem mais miseraveis pedindo esmolas do toda história, Lula é só propaganda, serviço de saúde, até o Lula só aceita se tratar em hospitais Paulista, onde a saúde sempre estebve na mào do PSDb, Governadores do PT do Acre, Sergipe, piauí, vão fazer seus exames no Sirio Libanes ou Albert Aistein e SP.

  29. Ricardo

    A melhor pergunta vc deixou de fazer ao seu amigo:
    Já que ele foi um dos maiores defensores da derrubada da CPMF no ano passado, quanto por cento os preços de todos os produtos CAÍRAM com o fim do imposto que mostrava de maneira bem prática o quanto os empresários, de maneira geral, SONEGAVAM?

    Um abraço

  30. Para quem iria ficar pendurado na brocha até que Kassab está se saindo muito bem, e Afif trabalhou muito bem na Associação Comercial de SP. Só não compreendo o carinho que Dilma sete por este partido.

  31. será que esse novo partido vai ser igual aos outros,depois que estiver todo pronto com filiados dar um tombo em todo mundo {só promessas}

  32. Comentarios como o do Sr Gesiel mostran a cara do brasileiro sem cultura, educação e respeto, que nào sabe reconhecer uma figura como a de Fernando Henrique que é o mentor da prosperidade que o brasil hoje experimenta, ao contrario, pela sua escrita, mostra-se mais um menbro do império da mediocridade fomentado pelo ex-presidente Lula, somos um grande pais, porém com um futuro duvidoso, falta intelectualismo coletivo para o brasil realmente prosperar.

  33. Pensar a politica é, como diz a etmologia da palavra, pensar na pólis. É pensar nos desafios e oportunidades para seus cidadãos. A pensar nos extratos da polis representados pelos ultimos 20 anos (COLLOR, FHC, LULA ), podemos inferir que estes estão confusos ou vivem outro Pais.
    Veja: COLLOR posicionou-se como um senhor de engenho, FHC, embora com os visiveis avanços, setenciou: “esqueçam tudo que escrevi” como sociologo e LULA, que quando oposição pautava seu discursona ética, aprendeu a lição: “eu não sabia”. As novas legendas TALVEZ acolham o elemento discursivo da Dilma, acabar a miséria. Assim AFFIF, não é correr RISCOS, é mais SEGURO, PENSAR a nova classe média.

    1. em que pais, estado,mora afif,pertence ao mesmo balaio! do fhc,alckim,serra,kassab,mas vive e outro pais?quem pagou as campanhas,milionarias,sempre juntos com empresarios, ele e vice de quem! qual proposta tem para melhorar estado, que esta numa pindaiba,danada, onde a criminalidade,a crakolandia, e tamanha,qdo chove nao sabe,se entra ou fica parado nas marginais,obras sociais nao existem, dentran, corrupçao! tamanha que projeto ate hoje este politico? tem aprovado para o pais,estado onde virtualmente,mora o povo infelismente,acaba entregando nas maos,de que jamais pensou neles! povo sofredor de sao paulo, ja passou da hora,acordem vcs, nao merecem,pare pense,no amanha.

  34. Difícil é ver políticos profissionais falarem de melhorias quando estão por cima. Difícil é acreditar em pessoas que se aproveitam da bondade e ingenuidade de eleitores para marcar presença numa história caótica, necessitada de bons caráter e pessoas sérias, com profissionalismo nas políticas públicas. Fora senhor Afif e demais gaiatos.

  35. adoro seu trabalho mais vc devia perder sue tempo com politico que nao ta nem ai para o povo so quer saber de ficar ainda mais rico as custas dos pobres e agora se junta a um bamdo politicos safado para enganar cada vez mais o povo paulista gente vamos acordar tirem esses maus politico de circulaçao kassab/afif/color/fernando safado henrique/serra ja era estao todos mortos

  36. Na ultima eleição se somente os ricos votassem o Serra teria sido eleito no primeiro turno. É por isso que FHC percebeu que precisa reconquistar a classe media.

    Pelo jeito este novo partido PSD o braço direirto do DEM, vai brigar com o PSDB pelo votos da classe media alta. Vamos assitir…de camarote.

  37. esse comentario do cardozo é muito inteligente e para acrescentar : no dia em que os politicos de bem, voltarem os olhos para os eleitores e fizerem um plesbiscito assim como este:daqui pre frente o cidadão seja rico ou pobre só poderá votar se forem filiado a um partido e que sendo filiado a um partido e tambem sua opinião e seu voto tenha peso politico para expulsar os maus politicos através de um referendo popular ai sim só teriamos dois partidos fortes e mais limpo como não; decentes e digno do seus eleitores

  38. A política do “pago, logo exijo”, como o entrevistado bem sabe, não é aplicada em lugar nenhum do Brasil. Aqui, o individuo que ascende socialmente tem vergonha de usar os equipamentos públicos, que rende milhares e milhares para o setores privados, como o entrevistado bem sabe. Exemplo disso é o próprio ramo de atividade do entrevistado, o seguro, que bate recordes de lucro em razão da insegurança do individuo perante à ineficiencia do Estado.

  39. Partido político é negocio para Empreendedor e intelectual de carreira. FHC e esse pessoal, por exemplo, Afif, podem passar 24 horas maquinando como se manter Poder, beneficiar a si, praticar nepotismo ( cruzado obviamente ), mantendo eterno os beneficios e privilegios que seriam para ser garantidos para funções que deveriam ter data para encerramento. Com a proposta de financiamento público de campanha politica pelo Estado, criar Partido politico é por certo tarefa de empreendedorismo, o Afif como disse ele mesmo é figura certa devido ao expertise adquirido, RISCO ZERO diga-se de passagem.
    Veja que se fosse uma proposta séria, deveriamos também discutir qual a remuneração justa dos eleitos para cargos repreensentativos, naturalmente não poderia ser maior que a renda media das pessoas das regiões que fossem representar.

  40. Caro Kotscho, admiro sua coragem ao entrevistar o sr. Affif, dois patinhos na lagoa, Domingos. Acho engraçado a opinião deste ao parafrasear o notório carnavalesco sobre o povo gostar de luxo. Pergunte a este da próxima vez se ele tem a coragem de andar nos ônibus e trens da cidade de São Paulo, colocar seu filho em escola pública ou deixar de pagar seu plano de saúde para usar aquele do qual tem grande parcela de responsabilidade, uma vez que é vice-governador do estado. Quem sabe ele e a turminha tucana não tenha apelo nem ao menos com a “nova” classe média, outrora povão, alavancada pelo último governo petista a esta nova condição. Contradições não faltam ,alguém salve SP dos tucanos, professores, estudantes, funcionários públicos, terceirizados, população como um todo clama por ações destinadas ao povo, chega de elitismo escroto.

  41. Possivelmente o Collor seja responsável indireto por todo avanço na economia e na política brasileira, senão vejamos: serviu de “bode” para a imprensa mostrar sua força perante a classe política; na economia abertura do mercado que permitiu o avanço tecnológico existente, ao contrário das privatizações, tudo continua na mãos dos mesmos e, socialmente, virou um inimigo comum, possibilitou a noção de cidadania, um pouco forçada, fabricada, mas deu a ilusão passageira de poder ao povo. Pura ilusão, olha aí o caso do Sarney, a imprensa perdeu feio.

  42. É a direita se reorganizando, por meio de um dos seus tentáculos, e tentando conquistar o avalanche de pessoas que chegou à classe média nos últimos oito anos, resultadoas das políticas de inclusão do PT. Para tanto, dirá ao povo que é aliada do governo, que participou de tal política, para, na hora “H” (nas próximas eleições), saltar do barco e fazer o seu papel. E qual é o seu papel? Praticar o Estado Mínimo, a fim de gerar oportunidades (com a falsa ideia de igualdade, como diz entrevistado) só para alguns. Esse é o que há de mais cristalino no discurso do capitalismo de exploração. A maioria vira massa de manobras.
    Só que os tempos são outros, as conquistas dessa massa a fez consciente. Prova disso é o pouco efeito das ideias propagadas pela grande mídia que há várias eleições não consegue emplacar seus candidatos a Presidência e, em vários estados e muinicípios, a governador e a prefeito.

  43. O intelectual gosta da miséria
    E como poderia ele a negar
    Se a própria verdade
    Nasce numa manjedoura singela?
    É o burgues que gosta do carnaval
    Já que na complexa festa da carne
    Se encontra a base do sistema de capital,
    Antes da política
    Estão os sistemas econômicos
    Esquece-se a ideologia
    Por pensar que iguais somos…
    Reza a natura o contrário
    E desde a ponta do meu dedo
    Isso para mim é um fato!
    Collor, a raposa,
    É a vitoria da democracia
    Feita por uma constituição
    Que preza pela rebeldia…
    E dou para dez homens, dez laranjas
    Com dez sementes para cada um
    Neste reflexo e nesta dança
    No final de um ano
    Acho homens que a semente esbanja
    Deste mesmo modo acontece também com a grana…
    “Vamos trabalhar com a classe média
    E esquecer o povão”
    Tambem vamos nós esquecer
    Do primeiro artigo da constituição!

  44. com todo respeito que mereça o senhor affif estou tentando lembrar alguma coisa que ele fez para são páulo para o país prefiro nem tentar, ainda bem que esse partido já nasce mortinho ou seja com certeza não vingara para o bem do nosso brasil

  45. não é partido que faz o politico e sim o politico que faz o partido. gostaria de saber destes senhores politicos se eles conhecem americanos pobre e analfabeto? pois é os politicos brasileiro tem medo de educar o povo , se esta nação for educado com certesa não elegerar mentiros e oportunistas, eles são eleitos com a necessidade do povo de comer e viver um pouco melhor esta é a razão pela qual são eleitos semi analfabetos para o congresso e até para os cargos mais alto desta nação. no dia em que os politicos primarem por estes dois problemas ai sim os oportunistas não terão mais estas chances.

    1. Senhor Pedro Soares: o pior é que tem americanos pobres e analfabetos…e muitos.

      Americanos pobres: dá uma passeadinha em Los Angeles e Nova York e observe os “homeless” por exemplo.

      Americanos analfabetos: dá uma volta lá pelo interior do Arizona, do Novo México e da Luisiana, na área rural (na Luisiana pode até mesmo ser na grande cidade de Nova Orleáns), que vai encontrar MUITOS americanos que não sabem ler e nem escrever. O desconhecimento dos brasileiros a respeito dos Estados Unidos se deve por que a maioria só tem acesso aos filmes (tendenciosos como “marketing” do “Way Life American” ) e não como se vivem nos Estados Unidos fora dos grandes centros.

  46. Caro jornalista RKotscho:
    Sabe que fiquei um pouco apreensivo com a criação desse partido!

    Vc acha que isso vai dar pano pra manga ou é fogo de palha?

    Dizem que tem 32 parlamentares importantes já aderiram ao PSD o que o torna um partido pra dar um pouco de trabalho! Pra quem?????

  47. Tem um cara aqui, onde moro, bem classe média.
    Outro dia, apareceu um mendigo na sua casa, bateu palmas e ele gritou lá de dentro:
    ___ O que é???
    ___ Esmola !!!!!
    Dai ele respondeu:
    ___ Pode colocar bebaixo da porta.
    Pois é, Cidadão K, classe média, segundo definição popular, é aquele sujeito que não aceita mais esmola, mas também não está a fim de dar.
    FHC, (ou BHC para mim), aposta que o pobre, alçando uma classe social superior, muda o padrão de vida e por consequência muda o que pensa e a maneira de pensar. Sei não!!
    Ele usa o seguinte raciocinio: não é o rico que ficou mais pobre, é o pobre que ficou mais rico, portanto vai pensar como rico. Será ???
    Darcy Ribeiro disse certa vez que “nossa classe dominante está enferma de desigualdade e de descaso”.
    Velho e Bom Darcy… penso que ele tem razão.
    E acho que o BHC se formou em sociologia há muito tempo, suficiente pra esquecer o que aprendeu e não aprender o que vem ocorrendo.
    Quanto ao Afif é o velho Afif de sempre, que frequenta restaurantes caros – eu nunca entrei no Rodeio – e bem sabe ele que é certa a definição:
    “Quem entra pra comer nesses lugares votam quase todos no Serra (Morrinho pra mim); quem os serve como garçom, manobrista, cozinheiro, lava louça, porteiro, votam mesmo é na Dilma.
    Afif pelo menos é pessoa honesta nas suas palavras.
    Um abraço Cidadão K, tô aqui com minha cervejinha gelada, iniciando o final de semana…
    Um abraço pra vc e todos os balaeeiros…
    Sabe a piada da velhinha:
    “Duaqs velhinhas estão tomando os chá das cinco. Biscoitinho, cha, conversinha. Dai uma diz pra outra:
    ___ Voce está com um supositório enfiado na orelha.
    ___ ÃÃhh… responde a outra – não ouvi.
    ___ Você está com um supositorio enfiado no ouvido – grita a outra.
    ___ Ah, ah…. obrigada… agora sei onde enfiei meu aparelho auditivo.

  48. Todos os políticos falam frases bem articuladas e tocam nas aspirações do povo. Quando assumem o poder percebem que para fazer algo de substancial, como as reformas que tanto precisamos, ou se queimam, como foi o caso de FHC, ou nada fazem, mesmo com alto índice de popularidade, como foi o caso do sapo barbudo. Afif não tem o perfil de quem se queimaria. Mesmo porque trabalha no ramo do seguro………………………………………………………….

  49. “Epictetus”

    Tudo esta nessa fase precisando do “Epictetus” disso que esse partido PSD e todos partidos precisam

    Resumo dos valores morais acima de media com a insegurança fazendo parte ainda nas pessoas bem de vida e mal de vida

    No presente exemplo semelhante no lugar da escrita a política Lula foi eternizado pela oposição que subestimou achando que não tinha moral para elevar a moral da população

    Com uma mini bolsa distribuindo renda sem regras fez a diferença se for exigido dos bolsistas o cumprimento das regras de tudo agregado a bolsa, dará mais moral com resultado

    Para as coisas florescer para vida de todos passageiros da terra, ou continuaremos com as peças teatrais que vão dando vida ou davam sobrevida convencendo a população aceitar o conforto dos seus reis, vivendo no desconforto pagando a conta dos que vivem no conforto

    Traduzindo estamos copiando tudo do passado melhorando os dois lados, assim faz os partidos políticos incluindo as diversas instituições coletivas que de moral não vai sobrar nada

    Outros partidos fazem o mesmo, copiam como copiam os assessores dos apresentadores que apresentam os programas de televisão, não e a toa que ta ficando sem moral, boa parte do conteúdo das TVs passou do tempo de trocar

    PT maior copiador de projetos idealizados pelos outros, PT não as pessoas que são da sigla PT, mas os elementos que deviam ter moral de reconhecer, para produzir, mas resultado positivo que desse mais moral

    Isso ajudaria a eliminar as coisas negativas entre-nos passando para positivo dando moral para progredir deixando de cometer atos ilícitos variados

  50. Porque cmentar o sr affif, é melhor esperar ele pagar melhor os policiais civis do estado de São Paulo, pra ver se eles votam nele na proxima eleição…….>>>

  51. Faltou a quarta pergunta, que os representantes autonomos de SP e suas famílias vão se lembrar:

    Cadê a isenção de IPI e ICMS na aquisição de automóvel para os autonomos que foi a bandeira que o elegeu a primeira vez???hemmm!?!?

  52. Não acredito que pobre gosta é de luxo por pura opção. Fizeram ele acreditar que o luxo o tornaria igual aos seus dominantes na sociedade. Puro conceito nazista de acabar com a disparidade de classes, pelo menos no plano das ideias. O PSD será a mesma coisa do DEM, só que com uma cara menos oposicionista. Ele continuará o DEM de sempre, a diferença que que este será o braço centrista da direita. O Getúlio fez a mesma coisa ao criar o PTB. Se o DEM virasse governo do dia para noite, o povo iria desconfiar de cara. Então criaram esta sigla e trataram de fazer um grande mise-en-scéne na mídia para que o mesmo fosse propagandeado. Contudo, Afif, Kassab e o PSD não passam de um de um montes de Bricabrac da política.

  53. Parabéns ao balaio e aos comentários… altíssimo nível de politização, fiquei até surpreso de ver como o país está evoluindo…

  54. E quem tem dúvida que a política no Brasil é feita para os grandes empreendedores e para os ricos?
    Não sou simpatizante de nenhum partido político, e sou sim de políticos que mesmo a trancos e barrancos tenta realizar algo de concreto pelo povo.
    Respeito muito o ex presidente FHC, pois boa parte do o país está vivenciando hoje se dar a política aplicada durante seu mandado, muitos dos programas sociais e de crecimento tiveram apenas seus nomes modificados.
    No quesito privatização o mandato do PT também não fica atrás, pois só no mês de Abril na BA serão iniciados a cobrança de pedágios em várias estradas Federais e estaduais (6 praças), engana-se quem pensa que a Petrobras não está sendo privatizada, pois para os desinformados cerca de 80% das operações realizadas no pré sal e nos principais campos de pretóleo são realizados por empresas estrangeiras e que o os equipamentos da Petrobras são todos sucateados.
    Com relação a reforma agrária, mesmo caminhando a passos curtos, durante o mandato de FHC, ouviamos falar em criação de assentamentos, mas devido a incentivo financeiro dado por partido ligados ao movimento do MST, as que mais repercutiam eram as noticias de invasão nas grandes fazenda, hoje esse movimento estão calados devido aos valores que recebem atráves das famosas ONG´s.
    A educação tinha como meta o aprendizado, hoje a meta da educação é numeros de aprovados, para os mal informados, hoje é possível entrar na faculdade sem ter cursado o ensino médio (2° grau), pois basta realizar a prova do Enem e obter uma nota 4.0 e passar na secretária para buscar o certificado do ensino médio e ficar apto a prestar um vestibular ou entrar diretamente em uma universidade privada.
    Mas voltando ao tema… a criação do PSD nada mais é uma manobra para abrigar políticos que almejava um melhor posicionamento dentro do seu partido e que nunca obteve.

  55. Kotsco, você é bom demais como repórter e não deve perder seu tempo revolvendo lixo. Afif, Collor, FHC, Kassab, Serra e semelhantes devem ser atirados à lata de lixo da História, que é o lugar deles. Vamos concentrar no novo Brasil, o Brasil do povo trabalhador,

  56. Sempre achei que político é tudo igual, mas dessa vez o Senhor Gullerme Afif se superou. Em 1989 quando Collor venceu a eleição para Presidente do Brasil, o mesmo Afif que “meteu o pau no Collor no primeiro turno, o apoiou no segundo turno. Isso é que é incoerência e falta de ideologia, pelo que disse naquela época e pelo que está dizendo agora, nunca mais acredito nele.

  57. Esse Partido é bem a cara do Sr Guilherme Afif, aliás ele reaparece no cenário político graças à popularidade e bom desempenho do Nosso Governador Geraldo Alckmin, pois todos sabem que o eleitor vota no Governador e às vezes nem sabe que é o vice. Vice está de bom tamanhopara ele.

  58. Com o surgimento do PSD, acho que fica decretado fim dop DEM e o começo do aniquilamento do PSDB, pois estes vão disputar eleitores da mesma camada social. antes da próxima eleição presidencial, Serra e Aécio voltarão a se enfrentar e no combate definitivo o PSDB pode ficar na berlinda. Isso sem contar que Alckmin tentará se impor. É esperar para ver.

  59. O Brasil não precisa de mais partidos nanicos e de aluguel de legenda, nem tão pouco de políticos oportunistas e velhacos como os já presente no mercado, o Brasil presisa (o povo) precisa é de estadista, pois estes, pensam na próxima geração, enquanto que os político só pensam na próxima eleição. Acorda povão, vamos exigir que estes malandros façam uma reforma política que atenda a vontade e interesse do povo, e não a seus próprios interesses.

  60. É lamentável a falta de capacidade intelectual de alguns que criticam o artigo do FHC e não conseguem ver no AFIF um político sério, correto e capaz.
    O Brasil está no buraco que está (não temos educação, saúde e agências reguladoras que não regulam nada!) é por falta de pessoas como o AFIF. Se as coisas estão ruins é pela omissão dos bons. o AFIF dá exemplo não se omitindo!

  61. Como podem alguns criticarem as últimas administrações de São Paulo??? Devem ser do time do “quanto pior melhor”, como todo petista! Háháhá…
    Acham SP ruim, se mudem para o RJ, BA, RS ou outro estado com governo corrupto e de políticos sem escrúpulos como estes…
    SP tb está muito distante do ideal, mas faz parte deste nosso país subdesenvolvido… Só o PT (Partido da Tramóia) para ver o Brasil melhorando. Na Europa somos motivo de piada, e com razão!!!
    Graças a Deus vou retornar à Suécia no próximo mês, mas fico triste de deixar meu país nesta miséria social e principalmente intelectual…
    Para aqueles que se dizem socialistas, aprendam c/ a Suécia, Noroega e Dinamarca o que é uma administração séria, capaz e SEM CORRUPÇÃO!

    1. CRC, depois de ler seu comentário, cheguei a conclusão de que deve ser graças aos brasileiros que vivem na Suécia que o Brasil virou motivo de piada nesses países.

      Boa viagem, CRC.

      E tenha uma ótimo domingo.

  62. Boa tarde Ricardo. Respeito como sempre suas matérias e a grande maioria aplaudo. Mais apesar de ser seu amigo pessoal lembrar do Afif é voltarmos no tempo. Até a metade da década de 70 praticamente não existiam planos de saúde e segurados eram contadas a dedo. Começaram as mudanças e propositalmente, sucatearam a Saúde e a Segurança do país. Hoje em dia em toda esquina existe um hospital pertencente ao plano e também seguradoras uma ao lado da outra. E ainda reseguradoras de grandíssimo porte. Vem esse empresário muito relacionado com a sua classe minoritária e sempre privilegiada na maioria dos países do mundo dizer que Collor é o culpado pelos erros. E o seus amigos pessoais FHC e Serra contribuiram para mudar as cagadas do Collor ou deram sequencia na famosa política café com leite de muito para pouquissímos e nada para a maioria?? Quando o FHC recomenda a maldita esquerda focar para a classe média esquece que terão um problema sério, quem os colocu nese patamar é justamente Lula e companhia. Voces acham que com essa melhora substancial na vida dessas pessoas, trocariam e voltariam aos tempos da vacas magras, do desemprego, da estagnação e nem podendo crescer por vivíamos as escuras. Hoje essa mesma esquerda combate a construção de Belo Monte e Jirau. Temos que ter cuidado com o meio ambiente e os nativos de lá mas será que é melhor construir termos no lugar da energia limpa produzidas pelas hidrelétricas? Voces sabem quantos foram construidas durate 8 anos de FHC/Serra/PSDB e DEM no comando do país? Não sou petista, sou filiado do PDT e posso falar com convicção, o Brasil teve Vargas, JK e Lula como presidentes de um país e não de um grupo seleto. Continuemos assim e deixem os DEM e PSD e o chefe disso PSDB em São Paulo e nada mais do que isso!!

  63. Ricardo,

    Não posso negar a felicidade que me toma em ver que mais uma vez tens uma vitória com este seu espaço altamente democratico.
    Sua humildade no escrever, sua empolgação com as coisas boas e certas, sua indignação com o que é errado, transacende suas predileções e hionestamente escreves como um jornalista dedicado a alma da profissão que abraçou.
    Deus com certeza mandou um anjo especialm um jornaçlista do céu para estar sempre ao seu lado, embora muitos te criticam por você ser assim, um gênio vestido em roupa de cidadão comum.

    Deus te abençoe!!!

  64. Kotscho, o que não faltam no Brasil são balcões de negócios (PTB, PP, PMDB, DEM, PSDB) pra barganhar apoio politico em troca de uma boquinha aqui, uma verbinha ali, um carguinho acolá, etc…

    Afif e Kassab estão fundando mais um, pois o negócio rende mais que os pedágios do Alckmin.

    Essa é a verdade, doa a quem doer.

    Enquanto o eleitor brasileiro, especialmente no estado de São Paulo, continuar elegendo Sarney, Collor, Jaqueline “Horroriz”, Jader Barbalho, Maluf, Valdemar Costa Neto, Kassab, Alckmin, Tiririca, etc… o Brasil vai continuar refem destes parasitas sangue-sugas do trabalhador honesto desse país.

    Um ótimo domingo a todos.

    1. Caro Victor, concordo que um dos piores problemas do Brasil são balcões de negócios, mas esta prática “nunca na história deste país” foi tão utilizada como no governo do PT! Não tenho nada contra um estado forte, mas não em um país deste tamanho e não com pessoas tão atrasadas e principalmente corruptas como o PT e seus aliados como Sarney, Renan Calheiros, Collor, Zé Dirceu, Delúbio e afins…
      Talvez vc não conheça os países nódicos, mas são um exemplo à ser seguido… e estão justamente no sentido oposto ao do desgoverno do PT (Partido da Tramóia)!
      Torço que um dia o povo brasileiro seja culto e capaz de não ser refém de esmolas do um governo populista.

  65. Eu teria mais uma pergunta ao sr. Afif Domingos. Ele devolveu o que foi condenado a devolver no chamado “Caso Imesp”, quando máquinas, papel, tinta e funcionários da Imprensa Oficial do Estado foram utilizados para preparar material eleitoral dele, do Maluf, do Reynaldo de Barros e do Marin?
    É assim que ele se preocupa com os impostos pagos pelos cidadãos?

  66. Mas esse papinho do velho Afifinho defendendo o “empreendorismo”e a “a livre iniciativa” do capitalismo etc…ainda cola? essa balela liberal persiste pra quem?…O Silvio Santos falava em 1970, que ele foi um camelô que virou empresario de sucesso pela livre iniciativa, pois bem…nossa população dobrou de 90 para 180 milhões e quantos silvios Santos surgiram depois dele????

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