Disney: apogeu e agonia de um sonho

Disney: apogeu e agonia de um sonho

Caros leitores,

voltei segunda de manhã da viagem à Disney World, mas com o colapso na malha aérea mundial, que não consegue mais atender à demanda, as minhas malas só chegaram na noite de terça, com meu caderno de anotações e o material que trouxe para escrever este texto. Por isso, a demora para contar a história que segue abaixo.

Ricardo Kotscho

***

Primeiro, os produtos chineses invadiram os Estados Unidos e os americanos compraram. Em consequência, os dólares americanos encheram as burras chinesas, que transbordaram.

Com dinheiro sobrando no bolso, multidões de chineses invadiram a Disney World, o velho símbolo do sonho americano. E o maior parque de diversões do mundo entrou em colapso no final de 2010, não mais dando conta da demanda. Ninguém entrava e ninguém saía, não se conseguia mais andar em meio ao congestionamento de pedestres.

No Magic Kingdom, onde tudo começou meio século atrás, a cidade de fantasia plantada aonde antes havia um pântano, em Orlando, na Flórida, tiveram que fechar os portões ao meio dia, às vésperas do Natal e do Ano Novo.

Além dos chineses, outros ex-pobres do mundo todo, principalmente da Índia, mas também da América Latina e da África descobriram a Disney World e se tornaram maioria na paisagem humana dos parques, desbancando os nativos americanos e os fiéis brasileiros nas filas quilométricas que se formam durante todo o dia em todo lugar. Como se vê, a freguesia do parque acompanhou as mudanças do novo mapa econômico mundial.

Vinte e cinco anos depois de  levar minhas filhas, em 1985, volto à Disney com os netos e encontro tudo mudado, embora os cenários, os brinquedos, as atrações, os sons e os cheiros sejam os mesmos no Magic Kingdom.

Mudou o astral, o clima, sei lá, virou tudo uma grande competição, uma agonia por espaço nos restaurantes, nas filas das lanchonetes, nos estacionamentos de carros e de carrinhos de bebê, nos banheiros. O consumismo é infernal, visível a olho nu.

Deixou de ser o paraiso de crianças e idosos, que sofrem um bocado nesta maratona do divertimento a qualquer preço e não encontram lugar nem para sentar. É algo hoje mais para atletas de alta performance que suportam passar horas em pé nas filas para entrar num brinquedo que dura dez minutos.

Para paulistano que gosta de uma fila, é um prato cheio. Tem fila para pegar o trenzinho que leva do estacionamento à entrada do parque, fila para validar a reserva do ingresso, fila para passar na segurança do parque, fila para pegar comida nos self-service, outra fila para pagar, e o resto do dia anda-se de uma fila para outra, que pode durar uma hora, duas horas, três horas…

Ao atingir seu apogeu, batendo recordes de público e de vendas, a Disney é como um grande avião com overbooking permanente, que levanta vôo assim mesmo _ um monumental shopping center a céu aberto em torno de um parque de diversões, com centenas de lojas e praças de alimentação, tudo da mesma grife e do mesmo dono. No coração emblemático do capitalismo, não há concorrência…

A velha  ilha da fantasia sofre com os mesmos problemas de qualquer lugar superlotado nesta época do ano: trens quebram, o monorail atrasa, brinquedos param de funcionar, funcionários estressados, carrinhos de bebê atropelando pedestres e vice-versa.

Logo no primeiro dia tive uma boa amostra do que me aguardava. Esperando minha vez na fila do trenzinho do estacionamento, fui abalroado por um nativo de grande porte, provavelmente um herói de guerra aposentado.

O tipo de dois metros de altura por dois de largura me ultrapassou, postou-se diante da porta do trenzinho, segurou a porta e me comunicou: “My family!”, apontando para a fileira de bancos. Sem tropas para enfrentá-lo, o jeito foi esperar o próximo trenzinho.

O curioso disso é que os americanos não fazem a menor questão de ser simpáticos com os turistas, agem sempre como robôs programados para andar em alta velocidade, comem o dia todo andando ou dirigindo, engrossam com facilidade, e a cada ano mais gente no mundo inteiro quer conhecer a Disney.

A maioria dos brasileiros que encontrei e com quem conversei estava vindo pela primeira vez. Era gente de toda parte do país, feliz da vida por estar lá, apesar de todos os contratempos da gincana maluca.

Dava para notar de longe que eram brasileiros porque andam em grupos, falam alto e as mulheres são mais bonitas. Acho que depois de atendidas as necessidades básicas de teto, comida,trabalho e carro, o grande sonho desta imensa nova classe média brasileira é ir à Disney.

Além de ver de perto a turma do Mickey e do Pato Donald, os brasileiros vão a Orlando pensando nas compras e simplesmente enlouquecem nos outlets da vida _ as lojas de fábrica que, após o Natal entraram em liquidação com descontos de até 70%. Tudo nos Estados Unidos é muito mais barato do que aqui: além de roupas, a comida, os imóveis, os carros, o táxi.

“Quanto é 25% de 40?” grita uma patricinha carioca para a mãe no meio da loja, como se estivesse na feira de São Cristovão. “Acho que é dez…”, digo-lhe baixinho para ajudá-la a não dar mais vexame.

No oitavo dia, achei melhor ficar no hotel lendo (devorei o “1822”, um livro fantástico!) e descansando para não atrapalhar os passeios da família com a minha ranzizice. Sem saber falar inglês, passei algumas dificuldades ao esquecer do lado de dentro o cartão que abre a porta do  apartamento e quando fui pedir para arrumar as camas. Para completar, a camareira era surda.

Quem gosta de criticar o nível da talevisão brasileira precisa ver a americana. Descontando o fato de que eu não entendia a maioria das coisas que eles estavam falando, só pelas imagens e pelos temas dos programas dava para perceber que damos de dez a zero neles.

Só numa coisa eles ganham: tem mais canais falando de culinária do que programas religiosos. Vai ver que é por isso que os americanos estão cada vez mais gordos. Os índices de obesidade dobraram de 15% da população no fim dos anos 70 para 33% em 2004.

No dia primeiro do ano, não por acaso, numa enquete feita pela rede ABC sobre os maiores desejos dos americanos em 2011 perder peso ficou em primeiro lugar (em segundo, fazer exercícios e, em terceiro, economizar dinheiro). Pelo jeito, querem fazer uma mudança radical de vida.

Os netos voltaram cansados, mas contentes. Só de ver a alegria deles ao encontrar ao vivo os personagens de Disney  já valeu a viagem. Eles não vão esquecer tão cedo destes momentos e eu, com certeza, também não vou esquecer nunca o sorriso deles.

É o que eu tinha a contar sobre a viagem. Aos leitores que também puderam viajar nesta época, dentro ou fora do país, peço para falar das suas descobertas e impressões, dar suas dicas, contar suas histórias.

Para mim, o melhor das viagens é sempre a volta ao Brasil e o reencontro com os amigos, trazendo histórias novas para contar.  Um dos meus planos para 2011 é viajar menos. E o de vocês?

217 thoughts on “Disney: apogeu e agonia de um sonho

  1. Longe de querer ser politicamente correto, mas o início do texto soou como um “pobre com carro = congestionamento”, versão internacional. Depois ameniza um tanto ao incluir os brasileiros no grupo dos que ajudaram a deturpar o tal “sonho”. Porque, fiel ou não, aposto que muitos dos nativos colocam chineses, indianos e brasileiros tudo no mesmo grupo.

  2. Kotscho…

    Escolheu a epoca errada para ir…..se chega uma semana depois, a partir do dia 03 de Janeiro…pegaria os parques completamente vazio….como eu peguei….

    Fica a dia…

    Abs

  3. Realmente a Disney esta um grande mercado a ceu aberto ,tivemos mais sorte pois conseguimos ir no começo de dezembro e apesar do frio pegamos bem menos filas ,as cças adoraram menos as filas é claro mas foi um bom passeio em família .

  4. Meu amigo.
    O que mais faço na vida é pensar.
    Ainda bem que tenho poucos cabelos brancos apesar dos 67 chegando em março.
    Sempre lembrando a “Canção dos Tamoios”

    Domina, se vive;
    Se morre, descansa
    Dos seus na lembrança,
    Na voz do porvir.
    Não cures da vida!
    Sê bravo, sê forte!
    Não fujas da morte,
    Que a morte há de vir!
    Enquanto ela não vem so resta me pensar.
    Que a inflação, devagarzinho esta voltando.
    Todos os planos que eu assisti so deram um retardo na inflação.
    Aquela sede que todo mundo tem de sempre ganhar mais elevando os preços.
    A carne esta custando os olhos da cara, hoje sobem metro e ônibus.
    É a síndrome de bolsa de valores, sobe, sobe… ate despencar para subir de novo.
    Em menos de 30 anos teremos um novo plano econômico.

    Apesar dos pesares a vida é divertida.
    Achei hilariante o Lula achar que pode ir na padaria comprar pão.
    Que bom seria se pobres e ricos, anônimos e celebridades pudessem andar
    na rua, livremente, sentar no banco do jardim para pensar na vida como eu faço.
    Hoje temos uma presidenta. Enquanto ela militava eu trabalhava e estudava.
    Agradeço a ela por ter militado por mim, eu poderia ter morrido nos porões da ditadura.
    Agradeço a ela por ter assumido a presidência por mim, eu não teria paciência para ouvir
    trololó de políticos pedindo cargos para si e para apadrinhados.

    A vida nos leva a caminhos diferentes.
    Apesar de não ter grandes compensações financeiras, não ser donos de poder e de impérios
    econômicos, adoro o que faço, cálculos e mais cálculos de loterias, programar cobol, ter a
    maior expressão do século 21 as minhas mãos, O COMPUTADOR.
    Foi tudo que sonhei na vida.

    1. Targino,

      Se alguém tivesse fechado o jogo da Megasena teria perdido dinheiro.

      Eu também trabalhei com COBOL. Mas isso já tem mais de vinte anos. Eu gostava muito do COBOL. É uma pena que pouco se usa hoje em dia…

    2. Aníbal.
      Eu aconselhei, no mercado livre, a não fechar.
      Haviam grandes possibilidades do haver mais de 1 ganhador.
      Eu jogo pouco. Aconselho as pessoas
      somente jogarem o que podem perder.
      Tudo que tenho ganhei no jogo.
      Passei 20 dias na Europa com dinheiro de jogo.

  5. Concordo com vários pontos, os americanos realmente não fazem questão de serem muito simpáticos, a magia virou um consumismo desenfreado, poderiam melhorar a infra-estrutura…só dicordo numa coisa: o paulistano não gosta de pegar filas, só não tem outra alternativa 🙂

  6. Kotsho, a Disney realmente anda cheia. Mas o período em que você foi é insuportável. Recomendo-lhe, quando possível, ir em baixa temporada. Você verá novamente o ambiente tranquilo, que lembra, ainda que um pouquinho apenas, a rotina vivida por viveste em 1985. Abraço

  7. Olá Ricardo! Adoro seu blog e o acompanho diariamente. Sei que sou apenas uma mulher de 20 e poucos anos inexperiente frente a sua brilhante carreira, mas gostaria de fazer uma correção em seu texto. Ao referir-se a camareira do hotel, foi usado a expressão “surda-muda”. É incorreto. Nem todos os surdos são mudos. Eles não se importam em serem chamados de apenas surdos. O correto seria ” surda” ou “deficiente auditiva”.

    Um abraço!

    Mayara

  8. O Mickey está nú!

    Gostei das suas observações e comparações entre a primeira viagem e agora, esta segunda aventura.

    Confesso que sempre quis ir a Disney, mas lendo seu texto, acredito que deva adiar um pouco os planos.

    Talvez seja melhor ir com os filhos, quando eles vierem, já que ainda não tenho idade para ter os netos. E quem sabe, o sorriso no rosto deles recompense a tolerância a falta de humanismo dos seres humanos.

    Forte abraço!

  9. Na hora em que eu vi a manchete eu pensei , Disnei acabou, não vai ninguem mais lá. Mas no final eu fiquei satisfeita, porque eu sou uma daquelas que torce pelos americanos, pelo agradecimento de tantas tecnologias maravilhosas que eles nos concederam, sem falar nos filmes e seriados e etc. Assim, no final fiquei satisfeita, porque na Disney gasta-se muito com a manutençao do parque e com tanto turista eles estáo tendo um retorno do dinheiro aplicado

    1. Miriam, acho que você não é “uma daquelas que torce peloa americanos”, talvez seja a única!!! Os americanos não nos concederam nada, eles nunca concedem nada a ninguém!!! O que importamos de tecnologias e produtos de entretenimento são pagos a preços altíssimos!! Acorda, minha filha!!!!

    2. Eu tb torço pros americanos. Torço pra que eles fiquem MUITO na deles, bem longe de mim.

      Disney, Las Vegas, Orlando, Texas.. Se tem um país que eu não tenho a mínim vontade de conhecer, é este.

    3. UAU!! De pseudo-antiamericano aki ta cheio ein? (e, como sempre, agressivos)
      Mandou Bem MIRIAM!
      Ta raro achar algum brasileiro que tenha a coragem de enxergar os conquistas de outros paises.

      A maioria (q provavelmente nunca foi la) prefere ignorar ou denegrir o pais em questao. Eh a velha estoria do cidadao que fala mal do vizinho so pq ele tem um carro melhor e a grama mais verde, em vez de querer conversar e tentar aprender com seu sucesso!

      Eh mais facil neh? Falar mal, comentar na internet, fofocar! Tudo isso eh MUITO mas facil do que realmente querer MUDAR!

  10. Já se falou vagamente numa Disney aqui no Brasil. Caso isso fosse verdade, os parques americanos quebrariam (assim como o da França). Só nós pagamos caro para sermos maltratados desde a porta do consulado.

  11. Tenho lido com certa frequência muitos colunistas saudosos do tempos em que só os abastados podiam estar nos saguões do aeroportos, nas ruas parisienses, na Disney, enfim, o lamento pelo fim do glamour para poucos. Os tempos mudaram. É hora de revermos muito dos valores que obtvemos ao longo de nossas vidas.

  12. O jornalista foi infeliz quando se refere à “mudança de astral, de clima, sei lá”, logo após citar a invasão do local por chineses, indianos e africanos, “ex-pobres de todo mundo”. Sem falar que o jornalista ficou constrangido ao ouvir uma menina brasileira gritar para a mãe “Quanto é 25% de 40?”. Vergonha de quem? De americanos mal- educados como o tal nativo de grande porte? Fico mais envergonhada quando vejo grandes jornalistas escrevendo NU com acento.

    1. Olá Denise,

      Corrigir os outros é um perigo !

      Mesmo assim vou arriscar…

      Você escreveu: ” O jornalista foi infeliz quando se refere à … “, quando seria melhor assim: O jornalista foi infeliz quando referiu-se à…
      Ou ainda assim: O jornalista é infeliz quando refere-se à …
      Sempre existe alguém de olho em nossos erros. Lembre-se disso.

  13. Americano não é mal educado somente nos EUA, mas por onde andam. Se acham os donos do mundo e que tudo deve girar em torno deles.

    Numa viagem à França, estava almoçando em uma cidade pequena e na mesa ao lado estavam umas amigas americanas típicas, todas relaxadas. A garçonete – era uma menina linda linda linda de tudo e extremamente simpática, mas que por óbvio, não dominava quase nada de inglês. Ao invés de as turistas americanas se esforçarem para pedir o que pretendiam – não estavam em Paris, por ex, que te atendem em ingles – somente repetiam em ingles e ainda por cima caçoavam da menina. Sem contar esse povo em museu, fala alto, tropeça em todo mundo. Em resumo, uns malas.

  14. Graças a Deus, não fui, não me arrependo e acho que nunca irei a este parque.

    Agora, reclamar do que?

    “Todo mundo” têm o direito de ir se “divertir”, não tem?

    Por que os norte-americanos irão melhorar os serviços se quem paga/compra não liga por ser mal tratado?

    Fala sério!

    1. Jorge, por esse motivo eu vou para um lugar sereno e aprazível chamado Diogo, lá me misturo a natureza e a beleza dos seus cenários. Lá os nativos são cordiais e humanos.
      O que precisamos é parar de guerrear dentro do nosso próprio país, não permitir que a mídia preconceituosa e suja continue a triturar o nosso ex-presidente Lula e seus familiares com informações irrelevantes e insidiosas, como essa de alardear a sua estadia em um forte onde ficam simples instalações do exercito como se fosse algum resort.

  15. É amiguinhos, a terra do tio Sam para o entreternimento não é mais a mesma !
    Um dia destes atrás, Minha amiga Alexandra foi pra lá e disse ter gostado muito, mas não lembro dela ter falado sobre esses assuntos, vou perguntar.?
    Essa materia deixa claro que lá já esta chegando a saturação.
    É evidente que se tem espaço de sobra nos mercados mundiais para o entretenimento.
    Nosso país com esta burguesia medrosa e com complexo de inferioridade nunca vai aproveitar estas oportunidades, alias ela vai pra lá e acaba se apertando junto a multidão de novos endinheirados do mundo para ver os mesmos patetas dos anos 50 ou sei lá quando?
    Temos um rio transbordando de cultura neste país e o que se vê é apenas a cultura do bundalelê, futebol e carnaval.
    Vamos sair desta lama que não aguento mais…
    Vamos ser criativos…
    Vamos deixar de ser subservientes…
    Vamos ser autênticos…
    Vamos ser brasileiros de verdade.

    Abraço a todos.

  16. Penso que seu artigo é pertinente. No entanto, a experiência de conhecer a Disney é muito boa, há muitas atrações, um mundo novo para quem vive num mundo velho. Gosto dos Estados Unidos, mas nada comparável ao Brasil, não fosse o estado de miseralibilidade em que vivemos, a violência, a falta de caráter, a precariedade da saúde, a falta de políticas públicas decentes, estaríamos no melhor pais do mundo….no futuro!!!

  17. Penso que seu artigo é pertinente. No entanto, a experiência que tive ao viajar a Disney em Janeiro de 2010 foi maravilhosa, há muitas atrações, pessoas do mundo inteiro. Naturalmente que defeitos encontramos em qualquer lugar ou situação, mas o resultado final da viagem é proveitosa, vale a pena!

  18. Kotsho, acredito que nao foi sua intenção, mas em alguns momentos do texto cheguei a sentir o mesmo incomodo em Vc que vejo em alguns, tendo que compartilhar seus espaços com um número maior de pessoas que passaram a ter acesso a bens, serviços e etc nos últimos anos! No final percebi que e ranzizice mesmo, como vc colocou rs! um abraço.

  19. o título/manchete sugeria bem outra coisa… hahaha. lê-se Disney: a empresa como um todo ou a produtora de cinema. pensei: “porra, ‘a Disney’ tá agonizando, depois de comprar a Marvel e produzir Alice e as novas sequencias de Narnia e Toy Story em 3D?!
    mas era sobre o parque, a velha disneywordlândia, meca e jerusalém do entretenimento. tomara q o overbooking q vc descreveu não evolua para a empresa toda que exploda numa supernova que vira buraco negro! rs

  20. Ainda bem que você viu a Disney do seu ponto de vista, pois quem se importa que tenha filas, ou que esteje lotado, as pessoas querem é estar lá.É um sonho que elas estão realizando.Tanto que a sua família gostou.Acho que você deve apostar em locais mais tranquilos.

  21. Caro Ricardo, que tal em 2011 planejar suas viagens levando em conta a baixa temporada? Certamente voce gastara muito menos, seja em passagens aereas, hoteis, atracoes turisticas, atividades culturais. Alem de nao enfrentar filas nem congestinamentos, voce desfrutara de um atendimento mais personalizado e cortes por parte dos funcionarios e populacoes locais. Com relacao aa mesma Disney, ha hoteis e passes especiais que, observados horarios determinados, mesmo em epoca de ferias, pode-se evitar filas e transtornos. E’ a mesma situacao de um turista europeu visitando o Rio de Janeiro no carnaval e reclamar das filas nos aeroportos, estradas, dos precos dos hoteis, seguranca nas ruas e praias. E injustamente apregoar o apogeu e agonia do sonho brasileiro.

  22. Kotsho. Disney é tudo de bom. Já estive lá por 8 vezes e não me arrependi em nenhuma delas. O importante é tornar o passeio uma diversão com todas as suas adversidades. Na época de junho e julho é muito quente. Dezembro é muito cheio, mas fecha mais tarde nos dias próximos ao Natal e Ano Novo. Na época da chuva escurece cedo. Embora com tudo isto não tem nada igual ou mais ou menos semelhante. É único e muito bom.
    Ricardo, não deixe de ir e curta bastante.
    Quanto ao uso do carro é divertido. Fiz três vezes a costa leste de Miami a Nova York e foi dez.

  23. Eu não gosto de estragar a festa de ninguém. Mas já que o sr. está de volta da Ilha da Fantasia, que tal se ater do que tem acontecido aqui na terra brasílis, e comentar o caso BATISTTI, por exemplo. Como formador de opinião que é, gostaríamos de saber da sua posição. Mas por favor, nada de posição PSDBista.

    1. Caro Mauricio,
      O Kotsho é petista de carteirinha tendo sido inclusive o assessor de imprensa no primeiro mandato do governo Lula. Portanto, se ele fizer algum comentário em relação ao bandido Batisti, será para defender o absurdo que foi decidido. Bandido tem que ir é para a cadeia!

    2. Eu sei amigo Ferronato que o Sr Kotscho é petista de carteirinha. Tentei provocá-lo a sair da toca…rs
      Mas como parece prática nessas horas constrangedoras, o silêncio impera…rs

  24. Se você não sabe falar inglês e não gosta da Disney, deveria ir para o Playcenter da Marginal Pinheiros. Isso é negócio meu amigo e não filantropia.

  25. Isso foi uma crítica à Disney por não ter se expandido ou aumentado os preços ou foi uma crítica à distribuição de renda, que não permitiu o sossego do blogueiro e sua turma? Sempre pensei que isso seria um dos orgulhos socialistas: Quebramos a Disney ou a invadimos!

  26. O comentário da Sra. Miriam, revela exatamente o que o brasileiro é ! Um povo, em sua maioria que busca herois em tudo e idolatra os demais e esquecem de olhar para o Brasil!!!

    Mas valeu em breve entregaremos a AMAZONIA para eles, hoje só os brasileiro não pode frequentar esse paraíso mesmo… …
    Kotscho, da próxima vez, se vale uma indicação, passeie aqui pelo Brasil mesmo … …

    1. JR,

      Qual povo não precisa de líderes, idolos, heróis? Qual povo as crianças não sonham com seus super heróis?
      O sr. já foi lá? Se não, aconselho a ir e com certeza pegaras na mão de um dos sete anões e dançará como um menino.
      Afinal, o senhor não é tão pessimista e derrotista assim. O sr. com certeza trem alma!

  27. Sem querer ser chato, é “Magic Kingdom”, e não “magic kindown”, mas eu acho que não posso ser muito exigente com quem nem entende o que falam na televisão, né?

    Abraços.

    1. Dear Sir,

      I appreciate your kindness in correcting the English spelling of our journalist friends Kotsho. But unfortunately its closure was a little unhappy, uneducated and a vanity worthy of senators who think they are Atlas carrying the world on the back.
      Forgive my English side of Pier and Boca Raton, please correct me on something wrong type, but correct with no education give you a kick in the middle of his forehead.

    2. Em respeito aos demais que não entendem o ingles, coloco a tradução:

      Caro senhor,

      Aprecio sua gentileza em corrigir a grafia em inglês de nosso jornalista Ricardo Kotsho. Mas, infelizmente seu fechamento foi um pouco infeliz, sem educação e de uma vaidade digna dos senadores americanos que pensam serem Atlas carregando o mundo nas costas.
      Perdoe meu inglês de beira de cais de Boca Raton e, por favor, me corrija em algo que escreva errado, mas corrija com educação para não te dar um coice no meio de sua testa.

  28. Loucura total viajar em final de ano…por aqui em São Paulo nada diferente em estradas..praias e resorts..nada como pegar 8 horas para ir e pra voltar até Santos e lá se banhar com muita chuva..um mar bem meia boca com mais gente do que areia(mesmo com chuva) e ainda assim dizer que o tradicional ainda vale a pena! Eu realmente optei pela contra mão do fluxo e aproveitei os raros momentos de paz e tranquilidade pelas ruas de São Paulo..sem transito..sem filas..um barzinho ou outro aberto mas o suficiente para se tomar um bom choop gelado e sem tumulto! quase uma dimensão utopica para acompanhar seu texto final de 2010,muito menos para 2011 !
    Mas o que vale é o sorriso de quem amamos!
    Abraços do leitor.

  29. Magic Kingdom. A primeira viz que li “kin-down” achei que fosse uma tentativa de trocadilho mas… continuando o texto nao pareceu ser o caso.
    Eu recem estive na Disney e foi uma otima experiencia, tive uma percepcao muito diferente da sua dos americanos (tirando os taxistas, que nao eram americanos) eu fui bem tratada em todos os lugares.
    Seu texto me soa meio “ex-pobre devia continuar fazendo coisa de pobre e nao atrapalhar em lugares como a Disney”, isso seria totalmente avesso a cultura global que temos hoje em dia. O que acontece eh que quem nao esta disposto a lidar com isso viaja fora de temporada. Nao eh so a Disney, qualquer praia vai estar lotada nas festas, vai ser cheia e menos confortavel que em outra epoca.
    Nada eh perfeito, mas cada um pode escolher dar mais atencao a parte ruim ou a parte boa.

  30. Então, quem sabe é hora de procurar outros destinos, certo? Hora de deixar a Disney para a nova classe média mundial, afinal, eles tb tem direito não é? As coisas mudam, querendo ou não. Pq vcs não vem pra Gramado/RS, curtir o Natal Luz nessa época? É tb bastante concorrido e certamente sem tantos recursos tecnológicos, mas tem muito charme e o envolvimento da comunidade que se prepara o ano todo para essa época garantem a magia. Às vezes a simplicidade encanta mais….

  31. Prezado Ricardo,
    Fui ao complexo de parques temáticos de Orlando (os 4 da Disney e os 2 Universal) em fevereiro de 2010, e fiquei encantada…achei que os americanos são educados e atentem da mesma forma qq pessoa. Acredito que por ser próximo ao Natal e a virada de ano de 2010/2011, muitos turistas resolveram levar suas famílias aos parques e por conta disso as filas “quilométricas” nos brinquedos. Como já estou de viagem agendada para Orlando novamente, vou agora na 2ª quinzena de janeiro e volto em fevereiro, acredito que os parques já estejam menos lotados. Ano passado enfrentei fila somente em 1 brinquedo dos 8 parques que visitei, mas os parques tem um serviço chamado de “fast pass” que vc deixa maracada a hora para ir ao brinquedo, enquanto não chega a hora vai aproveitando outras atarções. Alerto aos que desejam embargar com suas famílias a evitarem ir nos meses de dezembro, janeiro (até a 1ª quinzena), junho e julho (junho e junlho tem a vantagem dos parques aquáticos estarem abertos, mais é muito lotado!!!). Aconselho também a acessarem o link http://www.viajandoparaorlando.com/ que me ajudou bastante!

  32. Jamais iria num lugar como este! Coisa de doido!
    Eu e minha família estamos programando passear pelo Vale do Loire, esse ano. Quem sabe, uma passadinha por Marrocos e Suiça,chegando ,finalmente, na Grécia….Acho que VC gostaria disso.
    Parabéns por ter sobrevivido a tamanhos horrores; senti-os na carne.

  33. ………………………………………………………………………………………………..
    ……………………………………………….É,
    ……………………………………………………………………………………………….
    ……………………até ir num,…….. “Parque de Diversões”,
    ……………………………………perdeu a graça.
    ………………………………………………………………………………………………..
    …………….Este famigerado capitalismo conseguiu destruir
    ………………………………………..até a poesia.
    ……………………………………………………………………………………………….
    ……………….A capacidade mais básica do ser humano
    ……………………………………pra enganar a DOR,
    ……………………………………………………………………………………………….
    ………………………………………… o SONHO,
    ……………………………………………………………………………………………….
    ………………………………………… até NISSO,
    …………………………………estamos nôs vendendo.
    ……………………………………………………………………………………………….
    ……………………………………………………………………………………………….
    ……………..O QUE SERÁ DA HUMANIDADE,….se nós não
    ……………………………………..acordamos…….?
    ……………………………………………………………………………………………….
    ………………………PARA ÉSTA DEMÊNCIA MUNDIAL….???
    ……………………………………………………………………………………………….
    …………………………É UM,…….NEW ,…..3° REICH…..????
    ……………………………………………………………………………………………….
    …………………….É a 3ª guerra Mundial sem bomba V2,
    …………………………………………….porém,
    ……………………………………………com um,
    ……………………………………………………………………………………………….
    …………………… MC´HOLOCAUSTO FELIZ,..com molho
    ………………………………………….Barbiquil…??
    ……………………………………………………………………………………………….
    ……..É a,….. SSelf made Man como parâmetro “CELEBRAL”
    …………………………….para todas as NAÇÕES…..??
    ……………………………………………………………………………………………….
    ……………………………………………………………………………………………….
    …………..Qui sí DÃNE a cultura MILENAR da CHINA…..??
    ……………………………………………………………………………………………….
    ………………………………………………………………………………………………
    ………………………….Qui sí DÂNE os GREGOS….??
    ………………………………………………………………………………………………
    ………………………………………………………………………………………………
    ………………………….Qui sí DÂNE os HINDÚS……??
    ……………………………………………………………………………………………….
    ……………………………………………………………………………………………….
    …………………Qui sí DÂNE os Buena Vista social club??
    ………………………………………………………………………………………………
    ………………………………………………………………………………………………
    ……………………….Qui sí DÂNE os,………..MAIAS…..??
    ………………………………………………………………………………………………
    ……………………………………………………………………………………………….
    ………………………Qui sí DÂNE a,…………..ÁFRICA..??
    ……………………………………………………………………………………………….
    ……………………………………………………………………………………………….
    ………Qué dizer que o Silvio Santos estava,….”CÉRTO”..???
    ……………………………………………………………………………………………….
    ……………………………………………………………………………………………….
    …………..Quem,… qué,…..DINHEEEEEEROOOOO…!!!!
    ………………………………………………………………………………………………
    ………………………………………………………………………………………………
    …..E ele falou tãnto que quase foi a,…. BANCARROTA..????
    ……………………………………………………………………………………………….
    ……………………………………………………………………………………………….
    …………………..Será este o NÓSSO,………….FIM….???????
    ………………………………………………………………………………………………
    ………………………………………………………………………………………………
    ……………………………………………………………………………………………….

    1. A poesia está dentro de nós. Nada, muito menos o capitalismo pode tirar de nós o lirismo ao menos se nós, em uma dentia fraquza permitimos que o material destrua o espiritual.

  34. Pensar que o Beto Carreiro queria construir um parque maior que a Disney no Brasil, chamaram ele de malandro, acabou montando aquele partinho que ta virando um parque grande, quando podia ser uma Disney Latina

    Era essa a visão assim como não tiveram visão do projeto de braços abertos com dólar nos bolsos e lucro nos bancos

    “Criando seu modelo”

    No mínimo duas crises de modelo foram criadas

    Criar modelos diferentes faz parte para cada um escolher seu destino para saber que caminho seguir, porem nem todos aprendem pelo único caminho, com as cabeças que pensam diferentes, e preciso usar modelos alternativos, para cada cabeça pensar melhor

    Porque todos os caminhos levam ao mesmo destino para tirar os modelos das indiferenças só criando vários modelos para cada um achar o seu sonho “criando seu modelo”

    Modelo de salário mínimo e máximo, no mínimo duas crises

    No mínimo duas crises, dando a lição que o povão tava precisando para começar abrir os olhos para enxergar as coisas como elas são para deixar de ser iludidos e parar de viver da ilusão

    População e mole elege gente menos mole, que ficam com a grana deixando o povo mais mole

    No mínimo duas crises, quem adivinhar ganha um salário mínimo

    No máximo nem uma crise, quem adivinhar ganha um salário de político, e a Professora e o Professor será que são tão mole quanto o povo e mole

    Bom também seria se fosse fazer essa mesma crise do salário mínimo pelo salário da educação segurança saúde e da infra-estrutura que ainda falta nesse meio para melhorar o nosso meio, http://www.acsp.com.br/

    Pede não só a reforma de todas as coisas como a nossa reforma humana para voltarmos a sermos humanos, nesta passagem na terra

    Foi escrito na ficção antes de 1996 enviado para as televisões partidas políticos igrejas jornais para convidar eu o sindico o zelador da rodoviária MS mais um Juiz um Professor um Político um estelionatário um ladrão um trombadinha um advogado um mendigo um morador de rua uma criança de rua etc.

    Isso era um modelo idealizado para provocar solução, no entanto ta dando lucro para as televisões sem produzir solução, de troco ainda problema, foi escrito que chegaria o dia de tudo ir pro ar aos poucos, ta, indo vai e vai mais

    Assim como foi escrito que chegaria o dia que os programas seriam produzidos em cima da realidade pedindo opinião sugestão solução para os telespectadores

    E melhor a dor sem dor, do que ficar esperando a dor vir com dor

  35. Olha, estava rindo mesmo do seu cometário, primeiro porque me vi nele completamente, fui em maio de 2009 pela primeira a vez a Disney e volto agora em fevereiro com as crianças, estou fazendo terapia pra aguentar tudo aquilo de novo, filas stress e falta de educação dos americanos conosco, mais não deixo barato e nem me faço de rogado chingo eles em bom português e faço cara feia mesmo se não gosto de algo ou de algum tratamento grosseiro, só não pode engrossar muito com recepicionista do hotel se não colocam você em um quarto horrivel rss, agora de resto não podemos nos deixar inferiorizar.
    Adorei as compras o Sea world e a universal os parques da Disney de coração não quero desanimar e nem acabar com o sonho de quem vai( lembrando eu vou de novo) mais é uma grande ilusão, tudo longe, fila pra tudo, uma falsa realidade dos nossos sonhos, acreditem vale a pena ir pra dizer que foi e pronto depois deleta, pois é cansativo e estressante….é isso pra quem for em fevereiro nos vemos por lá…dia 24/02 partirei pra mai uma aventura no reino da Disney dessa vez com dois pentelhos…..abraços

  36. Ricardo,

    Não sei o que ocorreu mas na pagina do IG , só consegui entrar pelo favoritos.
    Que aventura meu amigo!!!
    Mas, como te falei, a alegria das crianças valem qualquer sacrificio.
    Realmente, fostes na alta temporada, aí é dose mesmo. Como sabes, morei dois anos em Boca Raton e sei o que é este período. Um sufoco, que no final fica prazeroso pois vemos nossas fantasias infantis se materializarem.
    Vivi tres fazes dos americanos. A primeira com os judeus dominando.( Disney era judeu) A segunda, com os Japoneses comprando tudo em Nova York e no resto do país e agora os Chineses, invadindo em um alucinado consumismo que ficou reprimido durante decadas da dinastia Mao.
    Os americanos são assim mesmo. Secos, desconfiados, bestas. Mas, depois do convivio mais longo com eles, descobrimos que não mudam, continuam sendo bestas, secos em fim, um povo frio, pelas guerras, pelo capitalismo que devoram suas almas, como agora devoram as dos chineses, e ainda um pouco dos japoneses.
    A Disney é a Disney. Lotado de gente ou vazia ela é magica, ela é um pó de pirlimpimpim que nos envolve e nos leva a viajar na memória aos tempos de menino onde no cinema apareceu Branca de Neve, Aprendiz de feiticeiro vom o Mickey em fim, aos poucos os personagens da Disney entravam e entran na vida dos pequeninos de que nacionalidade for.
    Sim, concordo quando falam que a Disney, Coca Cola, Mc Donald, são a bandeira do capitalismo selvagem, mas seria hipócrita dizer que sou contra, pois no fundo é algo que ja faz parte do cotidiano mundial.
    Os americanos são anciosos. Vivem com medo, apavorados a espera sempre de um atentado na próxima esquina. Por isso comem, comem, hot dog, hamburguer, pasta de amendoin, batata de tudo que é maneira, e é o país mais obeso do planeta. È o preço de seu imperialismo mundial, afinal eles podem, ou estão começando a não poder mais.
    Na primeira metade do século passado, eramos influenciados por Paris, pelas frescuras, pelos modelos de uma Coco Chanel, veio a segunda guerra, viramos americanizados, como fala a modinha da saudosa Carmem Miranda, a portuguesa mais brasileira do mundo. E, ainda somos, mas, ja tendo nossa personalidade própria amadurecendo conforme seguimos o caminho.
    Ainda consumimos os enlatados da TV. 24 horas, Lost, Dr,. House e outros. Quando falastes na TV americana, realmente é uma piada. Fria, programas engessados, em fim realmente damos de 1000 neles, mas, é o modo americano de ser. Peito grande e bunda batida. Tem graça?
    Bom, na próxima viagem, em vez de atravessar oa linha do equador, de um pulinho na Amazônia com seus hotéis de selva. Aí, verás como o Brasil é magnífico. Mas, no fritar dos bolinhos, sua viagem valeu, seus netosa estão felizes, você está feliz. Contratempos sempre existe e são recheios para histórias que contamos.

  37. Concordo com inumeros aspectos citados, ressalto que houve infelicidade na escolha da data, pois estive lá em
    outubro, e havia realmente muita gente, mas não como relatado. Quanto à falta de educação dos americanos e a visão mercantilista, infelismente nem mesmo na europa é possivel hoje em dia fugir à esta praga.
    abç
    Mauro

  38. A primeira coisa que um pobre/emergente faz é tentar viver como se vive no primeiro mundo. E isso é muito bom, a diminuição dos pobres (NO MUNDO INTEIRO) é a melhor notícia do século passado, e só foi possível por conta da democracia e do capitalismo. Nota-se pelo seu texto que fora algumas viúvas do comunismo, ranzinzas mesmo, fiés praticantes do antiamericanismo, o mundo todo quer adotar o americam way of life. Já o consumismo desenfreado é algo que deveria ser estudado por psiquiatras, e como voce muito bem aponta, não se trata de doença americana, muito pelo contrário, é epidemia mundial, e acomete principalmente os desvalidos, quando podem “se tratar” na Disney por exemplo. E como bem comentaram, seu texto no começo parecia o de alguém da nossa ‘elite’ reclamando da infestação de pobres nos aeroportos do Brasil. Certamente não é.

  39. Fui à Disney em jul/2010. Ao tudo que o Ricardo Kotscho comentou eu acrescento o calor infernal do verão americano, que deixou dois pernambucanos que estavam na fila, logo atrás de mim, passando mal e falando “eita calor da molesta”. Não cheguei a ser maltratado por nenhum americano é verdade. Se bem que eles não são nenhum primor de cortesia. Apenas o estritamente necessário. Mas, a sua experiência com o americano truculento não é muito difícil de se passar, pois eles não ficam nem um pouco confortáveis com tantos estrangeiros não-europeus em seu território (diferente do Ricardo Kotscho, eu tenho na cara a referência hispânica tão detestada por, no mínimo, 50% dos americanos ditos brancos). E esse papo de mente globalizada ou cultura global é conversa pra boi dormir. No frigir dos ovos, quando a coisa aperta, americanos estão pouco se lixando para essa cultura global e atravessam na frente mesmo, alegando sua muito superior massa muscular. Essa cartilha da cultura global vale somente até chegar a vez deles e é passada para nós para que acreditemos, sem nunca desconfiar das letras miúdas desse “contrato de relações humanas”. Essa é e sempre será a lógica das relações internacionais, desde o tempo dos Sumérios, primeira potência humana conhecida, há cerca de 8000 anos.

  40. Caro Ricardo e demais leitores,
    Apesar de saber da dificuldade de algumas pessoas em viajar fora da alta temporada, seja por estudar ou em virtude do trabalho, acredito que o esforço seja recompensado com parques muito parecidos com aqueles que você conheceu em 85. Minha última viagem para a Disney foi em 2009 quando fui com minha esposa no início de setembro e encontrei parques tranqüilos, permanecendo por no máximo 20 minutos em filas.
    Mas vale lembrar que para a Disney, assim como para qualquer outro lugar do mundo, existem várias dicas muito interessantes que podem fazer o seu passeio muito mais produtivo e barato. Exemplo: Se você puder viajar no período de baixa temporada e planejar sua viagem com ao menos 5 meses de antecedência, vale a pena ficar nos hotéis econômicos da Disney, o que sem dúvida nenhuma dará um novo sentido à sua viagem, e ainda poderá “GANHAR” a sua refeição completa nos parques, o chamado “Disney Dining Plan”, com 3 refeições completas com acesso aos melhores restaurantes dos parques. Importante: Os restaurantes mais concorridos devem ser reservados com bastante antecedência. Além de sentir a magia Disney desde a sua chegada em Orlando com traslado Disney direto do aeroporto para o hotel, até a hora de dormir, enquanto estiver freqüentando os parques do complexo, não precisará alugar carro já que o transporte fica por conta da Disney. Isso sem contar as horas a mais de parque para os hospedes dos hotéis Disney.
    Nos dias seguintes quando possivelmente visitará os demais parques em Orlando (2 da Universal + Sea World + Busch Gardens, e outras tantas atrações na cidade), poderá pegar um carro próximo ao complexo Disney e se hospedar num hotel com nível parecido em Orlando por até U$ 30,00 a diária para o casal.
    Quanto às compras, existem inúmeros cupons espalhados pela cidade que darão de U$ 2,00 até 15% de descontos nas principais lojas e restaurantes de Orlando. Na famosa loja de departamentos Macys, os brasileiros ganham 11% de desconto apenas apresentando o passaporte, além dos descontos normais de baixa temporada.
    Por último, quem estiver a fim de curtir preços realmente fantásticos, fiquem atentos aos feriados nacionais quando os descontos chegam a 70%, “DE VERDADE”. Mais uma coisa, não deixem de visitar à NASA à 1 hora de Orlando… bom, quanto ao barulho dos brasileiros, por favor, tentem não chamar mais a atenção do que o Mickey!

  41. É percebívem que com tantas mudanças econômicas existentes e com a elevação das classes sociais é natural que esta massa de “novos ricos” procurem a terra encantada. Mas não é só com a Disney. Esse mesmo efeito já está sendo refletido aqui dentro do Brasil mesmo. O número de veículos nas rodovias que levam ao litoral triplicaram. Nas cidades litorâneas há um “inchaço” populacional temporário. Tudo é díficil nesta época e neste lugar em especial: ir ao mercado, andar de carro, comprar sorvete, enfim, é o sintoma das transformações ocorridas na economia nos últimos anos.
    Talvez nasça uma nova idéia sobre férias que descansar mesmo, só ficando em casa.

  42. Ricardo,
    Ainda não havia tido a oportunidade de ler agum de seus trabalhos.
    Para béns pela forma clara, expontânea de descrever a sua impressão de sua viagem ao Mundo da Fantasia. Voce não escreveu como jornalista, mas sim como uma pessoa comum como a expressiva maioria de nós. Independentemente de saber falar, entender ou não a lingua estrangeira, vc. relatou a sua impressão de tudo que viu ou passou por lá.
    Realmente vc. precisa de destinos mais tranquilos, sem filhos ou netos que têm energia e paciência de sobra. Entenda bem: não estou dizendo que vc. está velho para isso… Quanto aos “novos ricos”, ou eternamente pobres, cada um tem a sua oportunidade de melhorar ou manter-se como está. Fato é, que independentemente da presença de “milhões” de visitantes, a Disney World é, e sempre será a fantasia, o sonho que todos deveriam conhecer “antes de morrer”.
    VAGNERLS@VIVAX.COM.BR

    VAGNER SILVA

  43. Prezado Kotscho, costumo ler sempre sua coluna, e apesar de em grande parte das vezes discordar de suas opiniões, desta vez tive vários pontos de vista em comum. Estive em orlando em Outubro (baixa temporada), falo inglês fluentemente, mas passei por diversas situações semelhantes, inclusive numa delas achei que ia ser agredido fisicamente por um americano dentro da loja da Lego, pois para ele o local era somente para crianças (e não turistas), e eu atrapalhava a visibilidade de seu filho. Concordo com a falta de preparo atual do Magic Kingdom em absorver tamanha quantidade de gente (só se vê funcionários dentro do interior dos brinquedos, praticamente ninguem organiza as filas do lado de fora das atrações, o que gera confusão e as vezes acaloradas discussões). Assistir às paradas tornou-se um suplício para todos, muito “empurra-empurra” e mais uma vez discussões. Em minha opinião, ainda que não tenha a mesma “mágica”, achei os parques da Universal melhor preparados pra controlar as multidões. Um abraço

  44. Só para não deixar em “branco” envio o comentário:
    É melhor Disney com filas, do que o Rio de Janeiro com a Guerra urbana, ou em São Paulo uma Praia lotada com farofeiros sub-desenvolvidos. Ou ainda umas Férias em Cuba,o “Paraíso” dos socialistas tupiniquins!!!

  45. Bom, que você viajou no período errado, ninguém precisa mais falar porque é óbvio.

    Acho que na sua carreira grande e bonita de jornalista, poderia ter incluido um curso de inglês, assim não sofreria tanto…

    Quanto a viajar menos em 2011, acho que não precisa ser tão dramatizado assim. Já que você viajou apra um lugar que grande parte do mundo vai para passar Natal / Ano Novo, escolha viajar para lugares fora de temporada.

    Com certeza você terá mais sossego.

    Agora viajar em época que sabemos que vai lotar, daí nem adianta reclamar, não é?

  46. Ricardo,

    Alta temporada é isso mesmo: lotado e cansativo, mas isso não é privilégio apenas da Disney, e sim de qualquer destino turístico muito requisitado. Estive na Disney em 2007 com minha família, após uma viagem a trabalho (estava trabalhando em NY, sob um frio de -20oC), durante o carnaval. E não presenciei tamanho estresse. Peguei fila em apenas 1 brinquedo (e mesmo assim, no máximo uns 20 minutos) e fui muito bem tratado em todos os lugares que freqüentei. Tanto, que pretendo voltar lá em 2012 com a família (mas pretendemos marcar a viagem para outubro, quando é tudo mais barato e com menos gente).

  47. Meu caro Ricardo, seu texto é maravilhoso. Sua percepção crítica é acurada. Imbecis são esses leitores que te criticaram, após ler tuas palavras. O texto não foi postado para te darem conselhos, nem para comentarem seus gostos. Foi postado para reflexão… Parabéns !

  48. RK, feliz retorno e bons textos no blog, é o que desejo a você. Com todos os contratempos, mas você sua família gostaram da viagem. É isso que conta.
    Agora veja abaixo o que está acontecendo com o ex-presidente Lula, que lástima!
    Com base numa nota publicada no blog “Radar Político”, do Estadão, o ex-candidato a vice-presidente Indio da Costa (DEM) questionou há pouco, através de sua conta no Twitter, o fato de Lula e sua família estarem hospedados no Forte dos Andradas, em Guarujá (SP).
    Reproduzo o que o ex-colega de chapa de Serra escreveu:
    Lula está hospedado com a família no Forte de Andradas, Guarujá. Alô MP: pode? http://migre.me/3qI0t
    Poxa que mesquinharia, essa é a oposição que eles querem fazer? Deus me livre.

  49. É verdade, quem se importa que “esteje lotado”…!!! Como diria Lacan: O que importa é gozar…!
    Já viu né Kotscho, você é que tá velho pra esse novo mundo!!!

  50. Caro Ricardo, realmente ir par a Disney é uma loucura, mas ver a alegria e sorriso das crianças não tem preço. O melhor de sua viagem foi estar ausente e não assistir a posse da Dilma e o Lulinha ser ovacionado….isto sim é terrivel. Feliz 2011.

  51. Ah, a idade chega e mau humor junto… estive nos Parques por oito vezes, pretendo ir de novo e de novo. Adoro Europa, seria boa opção para o Sr. Adoro os parques, os americanos e fico com muita vergonha do que a gente apronta por lá. dá para saber mesmo quem são os brasileiros só de observar. Tenho 49 anos, sou apaixonado por um país que metade do ano fica em baixo de neve e a outra metade tem catástrofes como furacões e incêndios, ainda assim conseguem no meio da crise ser o melhor. Só não me mudo porque não depende só de mim. Tô cheio dessa brasilidade dessa corrupção dessas falcatruas que acontecem sem punição. Melhor americano sem educação do que morro do alemão. Nem sei o que o Sr. foi fazer lá sem saber falar inglês, uma língua bem fácil. Talvez o Sr. foi ver a tecnologia de ponta empregada em cada detalhe desses parques. Lamento, a próxima vez o Sr. vá mesmo para o Playcenter, ou Hopi Hari, ou até mesmo beto carrero, são emocionantes e falam a sua língua.
    Desculpe o mal jeito.

  52. odeio multidões, por isso geralmente não corro para lugares manjados nessas épocas festivas, agora estou na Alemanha, passei as festas em uma cidade pequena, tranquila e com pessoas queridas, mas sem multidões, comemorações, fogos e tudo o que merece ter foi feito, mas sem multidões… viajar é bom, mas para descansar, não para se estressar… fui há Freiburg mês passado de trem, 5 horas para chegar lá, cheguei cansado e estressado, da próxima vez me programarei melhor, como tudo de ruim tem um lado bom, a gente aprende a se programar melhor em função do nosso organismo… Em São Paulo passei um dia fatídico no Hopi Hari assim como o seu na Disney, realmente estressante…

  53. Olá Ricardo. Confesso que fiquei um pouco desanimada quando li seu texto sobre a Disney. Estou indo pra lá no final do mês. Apesar de não estar indo pra lá com esse objetivo, estou indo pra Nova York e aproveito 4 dias na Disney, me desanimou um pouco. Mas cada um tem sua experiência e só posso partilhar da sua opinião uma vez que eu for lá né.
    Apesar de todos os contra-tempos e da época em que vc foi acho que ainda sim vale a pena. Mesmo que seja a única vez.
    Gostaria de que escrevesse um outro texto dizendo só as coisas boas!!! Hehehehe

    Abraços.

  54. Seu Kotscho , o sr é um bom viajeiro sinta-se feliz por isso. Pois bem, isso está acontecendo em todo lugar. Não precisei ir muito longe para ver como a sociedade do consumo desenfreado aumentou em escala ascendente. Aqui próximo ao nosso quintal da Bahia em Fortaleza, terra linda de gente simpática de uma beleza natural hipnotizante. Tinha gente que mais parecia a caminhada do Sr. do Bomfim atravessando a Av. Oceânica em pleno Carnaval em Salvador. Era gente de perder de vista, no 1º dia do Ano a Praia de Iracema mais parecia um lixão a céu aberto, às ruas nem se fala,containers e mais containers de lixo que derramavam com baldes transbordando, um mau cheiro desmedido. Mas para concluir, deixo aqui meu comentário: Muitos sonham em comprar uma casa, outros em conhecer lugares, alguns desejam voltar para sua terra Natal mas, acredite quando os sonhos se realizam sempre queremos mais, esse é o objetivo de todo ser humano; seguir em frente; sempre em busca de algo novo. Quando revivemos antigos sonhos eles não tem mais o gosto da conquista como antigamente, nós já não somos os mesmos, nosso encanto não nos faz mais ficarmos em estado de extase e isso é que leva o nosso olhar para críticas e frustações.

    Um grande abraço

  55. preconceito e prepotência não deveriam fazer parte deste comentário, alguem que foi a disney em 85 deveria no minimo aprender inglês, 25 anos é tempo suficiente, o mundo mudou e você não viu, se vai a um lugar público e propagado por todo o mundo como símbolo de riquesa tem que aguentar filas e disputas de espaço. Concordo com alguns comentários em qualquer lugar do mundo na alta temporada estará cheio. Ricios na disney sempre existiu agora brasileiro rico em grande quantidade, isto é novidade, chines rico para você só na 25 de março não é.

  56. Eu sou do tempo em que Presidente norte-americano dizia ao Presidente Chinês que estava preocupado com o direito de ir e vir na China e o colega chinês perguntava quantos chineses o norte-americano queria que fossem enviados para os EUA 10 milhões ou 20 milhões?

    Há algum tempo a revista Carta Capital publicou uma entrevista do filósofo Slavoj Zizec:

    “CC: O plano de socorro é realmente uma medida “socialista”?

    Slavoj Zizec: Se for, é uma muito peculiar. Uma medida “socialista” cujo principal objetivo não é ajudar os pobres, mas os ricos, não os que pedem empréstimos, mas os que emprestam. “Socializar” o sistema bancário está bem quando serve para salvar o capitalismo. O socialismo é ruim, exceto quando serve para estabilizar o capitalismo. Veja a simetria com a China atual. Da mesma maneira que os comunistas chineses usam o capitalismo para reforçar seu reinado, os EUA usam medidas “socialistas” para estabilizar o sistema capitalista.”

    A comparação feita por Zizec entre a China e os EUA chamou minha atenção em razão de ser muito sugestiva. A era das grandes ideologias (capitalismo x socialismo) parece realmente ter chegado ao fim. Estamos entrando na era da “geléia geral” anunciada por Deng Xiaouping:

    “Não importa a cor do gato, desde que ele apanhe o rato”.

    Em termos chineses a máxima de Xiaouping significa: “não importa se a medida é capitalista, desde que preserve o poder do Partido Comunista.” Em termos norte-americanos quer dizer: “não importa a natureza socialista da decisão, desde que preserve os lucros dos banqueiros.”

    Ocidente e Oriente, capitalistas e comunistas, finalmente se encontraram numa verdadeira “geléia geral” (que provoca filas de chineses na Disney e o desespero das autoridades monetárias dos EUA que reclamam do cambio do Yuan e ouvem dos colegas chineses o seguinte : São vocês que devem dinheiro para a China, não nós que devemos dinheiro aos EUA). Na base desta geléia geral está o conflito entre os donos do poder (comunistas chineses) + donos das armas e ex-donos do dinheiro (norte-americanos) x pobres de todas as cores e nacionalidades.

    Marx diria “pobres do mundo se unam e façam uma revolução.” Eu digo apenas “revolução mesmo ocorrerá quando os pobres passarem a ignorar os donos do poder e do dinheiro.” De qualquer maneira bem vindos à “geléia geral”. Todos na fila da Disney… MENOS EU QUE PREFIRO NÃO SUJAR A SOLA DOS MEUS SAPATOS EM TERRAS GRINGAS.

  57. Kotscho
    Como disse o ditado; toda família tem sua ovelha negra. Eu me adimiro que ainda nesse nosso Brasil pessoas como você ainda andam pela Disney. Isso que você viu é a mesma Disney mnas como dizem que a gente quando fica velha esacerba nos defeitos. As pessoas ficam mais chatas, as organizações ficam assim. Disney sempre foi chata e quem gosta dessa Ilha de Fantasia é que não consegue pensar. Desculpe-me, eu adimiro seus escritos e pensei que era mais crítico sobre esse capitalismo idiotizante que os USA vendem para a gente (e nem sou comunista como podem pensar) Aquilo lá é a decadência. Os USA estão podres mas o mundo não viu ainda. “O Rei está nu” Kotscho.

    1. sr.Guimarães,como és ignorante.
      Com certeza nunca foi.Eu já fui, vou de novo e com certeza retornarei umas 10 vezes até meus netos poderem ir…
      Pobres?os americanos?pobres somos nós com politica falida, estradas capengas e que nada funciona,lá não tem corrupção como aqui, ah chega, viva seu mundinho…

  58. Voltei de lá dia 26/10/10, vazio, sem filas, meio deserto os brinquedos, dava pra sair e entrar nas melhores montanhas russas sem pegar fila
    Conselho:
    nao vá em dezembro pra lá, escolha outra data, FACIL !!!

  59. Caro Kotscho

    Feliz Retorno !!!
    Aproveito para te desejar e a todos os teus um Feliz Ano Novo afinal ainda é tempo já que no Brasil o novo ano só começa de fato após o Carnaval quando a nossa Presidenta Dilma estará mais próxima de completar os primeiros 100 dias de governo. É comum neste período uma espécie de trégua de toda a mídia mas pelo andar da carroça tudo indica que não respeitarão nem essa espécie de tradição .O Estadão por exemplo já publicou em destaque no domingo que UM…um único “féla da puta” já foi protestar contra o governo logo na posse !!! .
    Não te desejei Feliz Natal porque nesta data prefiro cumprimentar apenas o aniversariante.

    Mas quanto ao teu “descanso” na Disney nada me surpreendeu. Não sei porque esse teu relato me fez lembrar de um repente da dupla Cajú e Castanha chamado “Futebol no Inferno” cujo mote para as rimas é a frase: “- Deusolivre deu ir lá…”
    Só estive neste país uma vez na vida para nunca mais !!! Foi em Janeiro de 1983 quando fui fazer um curso pela empresa em que trabalhava em Houston no Texas. Apesar da rotina “fábrica-hotel e vice versa” ainda pude atender ao convite de um nativo para conhecer alguns bares de beira de estrada por lá. Um desses bares tinha musica ao vivo que ninguém escutava. Os freqüentadores preferiam passar todo o tempo furando por baixo as latinhas de cerveja competindo para ver quem bebia mais e mais rápido. As latinhas vazias serviam para serem atiradas contra os musicos quase todos já molhados pelos restos de cerveja mas sem ferimentos já que o “palco” era protegido por uma rede de arame fino dessas que se usam para cerca de galinheiro. Fiquei “impressionado” com essa legítima demonstração de educação de primeiro mundo se comparada à nossa ignorância latino americana !!!
    Gordos e estúpidos !!! Peço perdão por não acatar os termos “politicamente corretos” tão caros aos norte americanos ao aqui me referir aos “Gordos” de forma pejorativa…mas é que há “Gordos” e gordos !!!
    Foram dez dias no Texas e na volta resolvi ficar mais três em Nova Iorque. Quem sabe a minha péssima impressão não fosse apenas relativa aos texanos…Mas qual o quê !!!
    Caminhando pelo “Village” cansei de ouvir dos negros a frase: “- I hate you !!!” porque eu sou branco. Quando conseguia explicar que era brasileiro e da América do Sul eles amenizavam me xingando de “Cucaracha” !!! Esses eram os negros de lá vítimas do preconceito… daí fiquei imaginando o comportamento dos brancos republicanos e “racistas” !!!
    Pois é Kotscho…”Deusolivre deu ir lá” outra vez !!! Nem na “terra de Malrboro” nem no “palácio da Branca de Neve” !!! TÕ FORA !!!

    Kotscho…
    Vê se dá para publicar alguma foto tua com aquele “par de orelhas” do Mickey tão comum aos que visitam aquela maravilha !!! Aguardamos curiosos.e ansiosos !!!
    Depois eu conto como foi a minha “viagem” de virada do ano.
    ABRAÇÃO

  60. O que é difícil para entender é como um cara com a sua idade, com sua experiência, com sua bagagem entra numa roubada dessa. Parece-me que vc não entendeu sua própria experiência.
    Pensando matematicamente, pode-se concluir que minha hipótese a seu respeito estava errada, daí minha decepção com a tese que você demonstrou.

    Enfim, este é um país confuso.

    Meus respeitos

    Fernando

  61. Olá! Adoro viajar, mas assim como vc acho a volta pra casa a melhor hora! O que vc falou sobre a Disney me faz pensar um pouco que talvez seja saudade dos “velhos tempos”, mas quem é que não tem? Seus netos voltaram felizes e sorrindo pois esse é o “tempo” que eles conhecem…
    Adorei o texto! Obrigada

  62. Por favor, a DISNEY é maravilhosa …..mas tem de ir na epoca mais baixa , agosto, setembro ou até outubro que fica tudo bem, dá pra ir numa boa em tudo, ver tudo, mas ir assim com o mundo todo que resolve tirar férias no mesmo período aí é intolerável mesmo….mas o Epcot Center, o Magic Kingdom, tudo é algo para se apreciar … tem de ir com espírito criança e curtir mesmo….fui ano passado e fiquei deslumbrada com tudo … foi uma epoca ruim que voce foi assim como todo mundo resolveu fazer sua primeira viagem e conhecer a DISNEY na alta temporada…
    Pois eu recomendo, fui com espirito de ver mickey, pato donald, e tbem vi coisas maravilhosas…Enfim… tente outra vez!

    1. Oi Teresa, concordo com vc: ir para a Disney com o espírito livre de preconceitos e preparado para se divertir, sobretudo não ir em épocas de grande movimentação. O simples fato de estar nos EUA não significa necessariamente que é ruim. Um outro lugar muito legal nos EUA é New Orleans: diferente de tudo nos EUA.

  63. continuando….e tenho 58 anos de idade fui com meu filho, nora, irmãos, e todos adoraram….então é uma questão de saber que vai enfrentar essas coisas no parque… mas vale a pena sim….pessoal não desanime pelos comentários porque tem cultura, tem parques, tem compras pra todos os gostos mas tem de sair daqui já com tudo esquematizado…. é isso! Principalmente escolher a época certa…é outra coisa.

  64. muito me admiro o sr. uma pessoa tão culta e inteligente levar seus parentes a tal de disney para ver um rato tão feio e um patetae ainda voltar com chapeu de orelha. vai investir o tempo das crianças em algo bom .voce me deixou dcepicionado.

    miguel

  65. gosto muito de você Ricardo , mas sinto não concordar……… fico feliz em saber que a Disney está tão congestionada assim , é sinal de que agora não só os muito ricos podem ir para lá !!!!!!!!!!!

  66. Mandou mal hein…Antes pobre era problema pois era pobre, hoje o pobre é problema pois deixou de ser pobre! Intelectuais de pseudo-esqueda adoram um pobre pra defender, agora, tê-los lado-a-lado é outra coisa.
    A propósito…o fato de a camareira surda ter conseguido um emprego no hotel em que ficou atrapalhou sua viagem? Ela poderia ficar internada numa instituição e parar de atrapalhar a sua vida e a dos demais hóspedes. Adolf foi mais radical, mas afastá-los do convívio com as pessoas de bem já resolve pra você.
    Fiquei pensando no que seria seu maior pesadelo: Ex-camareiras surdas, que agora pertencem à classe média numa fila para estacionar na Disney em dezembro.

  67. Mais chato do que ler o que voce escreveu, é ver os erros de lingua portuguesa que os comentários contem. Tem gente que fugiu da escola após os 5 primeiros anos sem exames das escolas. Ainda bem porquê se não houvesse esse sistema fugiriam no primeiro ano.

  68. Guimarães você tá viajando…….. se você não gosta dos Estados Unidos tudo bem , mas deixe a Disney fora disso ! afinal lá é um lugar maravilhoso onde querendo ou não todo adulto volta a ser criança um pouco !!!!!!!!!!

  69. Tenho certeza que toda essas atribulações que você e os demais turistas que frequentaram a Disney nesta época do ano é fruto da economia global.
    Conheci os parques da Disney há 3 anos e como todos fiquei encantada. Não são baratos. Mas valem pela tranquilidade, segurança e possuem um compromisso com o produto (diversão de qualidade) que vendem. Sugiro que leia “A magia do Império Disney”, que conta com detalhes a história cada objeto que vc olhou e talvez não tenha dado tanta importância. É de uma organização invejável. Vale o que vc paga.
    Temos um país turisticamente maravilhoso ! Mas infelizmente não temos segurança e o valor que pagamos nos hotéis nesta época de temporada é dolarizado, com uma infraestrutura totalmente decadente, desorganizado e funcionários despreparados para um atendimento no nível pelo qual pagamos os hotéis.Não há investimento em turismo em nosso país. O preço de um hotel que fiquei em Angra (5 estrelas) não chega aos pés do hotel que fiquei em NY, no centro (3 estrelas). Tudo reservado através da internet e não houve contratempo nenhum.
    Infelizmente temos brasileiros e turistas estrangeiros que pagam,em dólar (e acham que são em reais), para serem assaltados, roubados e serem pessimamente atendidos. O preço que pagamos por tudo isso não vale a pena. Sem contar com a diferença na qualidade e no valor das roupas e demais produtos que pagamos aqui e depois encontramos lá pela metade do preço .
    É lamentavel dizer que somos um país de terceiro mundo e temos muito o que fazer para avaliarmos e criticarmos a qualidade de um parque da Disney.

  70. Hoje é dia de comentar em tudo. rs

    Kotscho simplesmente comentou tudo perfeitamente. Incluindo a parte da simpatia, da TV e afins. Povo brasileiro já não se suporta e isso porque nem precisam suportar os americanos.

    Viva a cegueira nacional.

  71. Engraçado. Não foi o mesmo lugar que conheci em julho. Fui com meu filho que ficou maravilhado (eu também ). Quem assistiu como eu a parada das luzes a noite no Magic Kingdom entende do que eu falo. Fiquei fascinada. Muito organizado e limpo. Há opções para não se pegar filas (fast pass), só se organizar e se informar. Todo po vo tem seu defeito. Não ponho num pedestal nenhum deles, nem o meu (um dos nossos conterrâneos essa semana, me fechou de moto, por que moto não para, e ainda me xingou, coisa básica e diária). Fomos bem atendidos em todos os lugares (estive 10 dias em MIami) e me espantei com o respeito ao trânsito, os impostos cobrados nas notas (às claras), a limpeza das ruas e das praias, e o patriotismo, coisa que não se vê nem quando os nossos politicos nos assaltam na calada da noite. Todo dia. Como disse Samuel
    Rosa sobre nossa indignação ”como moscas sem asas que não passam de nossas janelas”.

  72. Bom eu fui no final de outubro e começo de setembro, peguei os parques cheios apenas nos finais de semana pois os gringos tem aquele pass anual e quando querem tomar um sorvete vão à disney. Gente foi minha 1ª vez na terra da fantasia sou um cara de 38 mais que fiquei encantado com o Mickey e sua turma chegando naquele trenzinho, no Magic Kingdom. Tinhamos o fast pass para algumas atrações e passavamos na frente dos americandos de final de semana. Eu recomendo, voltaria la com certeza “FORA DE ÉPOCA” lógico, pois ir la final do ano é como ir na 25 de março, tem que estar preparado psicologicamente e fisicamente também. Comprei muita coisa que queria lá, roupas e Eletronicos, minha noiva também, só indo pra fora nos damos conta de como somos ricos, pelos impostos que pagamos e ainda conseguimos levar uma vida com algumas regalias. Bom é isso, eu recomendo essa viagem.

  73. Pô Ricardo! Você além de louvar os sertanejos mensaleiros, este lixo que acabou com a musica popular brasileira, agora é louva Disney? Foi para isto que lutamos tanto? Esta evolução cultural? Dê um tempo, cara, recicle-se! Melhor mesmo ir à Paris visitar mais uma vez o museu do Louvre. Que decadência a cultura do Brasil sofre com a ascenção de novos classes média! Argh

  74. É assim mesmo…

    Ainda tem gente que difunde o “american dream” e gosta do “american way of life”.

    Tanto lugar bom para se levar os filhos e os netos e ainda existe gente que insiste em cultuar que papai noel existe e que lá no “norte” é que está a civilização…

    Sinceramente que falta de criatividade e incentivo ao consumismo!

  75. O meu desejo nao, vou continuar viajando bastante ja que nao durmo,
    aqui em Paris é uma maravilha vc pode ir ate de onibus é mais barato que na cidade sao paulo . A presidente deveria ligar para o prefeito de sp e falar o seu meia verde ta maluco ? Nao tem vergonha de autorizar essa aumento so tem pobre em sao paulo que anda de onibus sua múmia!
    E a senhora presidenta ? va deixar os juros de 8 a 15% para o povo engolir dos banqueiros e eles pagando meio por cento na poupança ? Para agradecerem a senhora no final de mandato como fez o banqueiro do topete pega rapaz aquele mesmo, agora no natal para o Lula ? Meia verde é a senhora e vai andar na esteira que é melhor nao vou abaixar passagem nenhuma nessa porcaria de cidade fu eu que inventei !

  76. Sr. Kotscho, fiquei impressionado (para pior) com a virulência dos comentários sobre um texto que soube ser leve, uma crítica mordaz ao império um tanto quanto decadente, mas ainda um império que carrega o mundo nas costas, apesar de seus “gordos mal-educados” e do estouro frequente de “bolhas econômicas”. O PIB dos EUA é igual a soma dos 4 maiores da Europa mais a China. O PIB da California é maior que o do Brasil!!! Agora me digam: quem se deu bem na História? Os ingênuos cordiais ou os sagazes pragmáticos? A Disney é uma máquina de fazer dinheiro, modelo de parque para a família imitado em todo mundo. Dependendo da época escolhida pode ser um paraíso, ou um inferno, no que concordo com o colunista: a “nossa Disney de antes” mudou, o mundo mudou, as pessoas não olham vitrinas, devoram as lojas num comprismo enlouquecido como se nunca tivessem estado num shopping antes. Os bandos de brasileiros no exterior (a Disney concentra o maior número por metro quadrado!) não são diferentes, não importa o país onde estejam, a única conversa dos grifados dos pés a cabeça nos restaurante e lobbies de hotel é sobre … compras!!! Compram coisas de que não precisam, para impressionar pessoas de quem não gostam, com um dinheiro que não têm, e depois vem o sufoco para pagar o cartão de crédito! Continua o índio feliz com os penduricalhos!!!

  77. Fico admirado com os comentários relativos a sua escolha ao levar seus netos à Disney , problemas à parte,agravados devido a época escolhida,não trata-se de uma péssima escolha,basta ver a alegria dos pequenos.A vida nem sempre é lógica ,mas a alegria de uma criança sempre será verdadeira.

  78. Chato mesmo é ler opiniões que tentam colocar pra fora apenas um puro anti-americanismo. Fui com a família no final dos anos 80, também enfrentamos filas, mas apesar de tudo gostamos da viagem, e tanto é que retornamos ano passado. De repente alguem vai a um lugar cujo comportamento dos visitantes é colocar pra fora as agruras do dia (jogar latas de cerveja ou berrar), e acha que tudo é assim. Não andaram, não se informaram e não conhecem. A terra do Tio Sam tem coisas maravilhosas, assim como em outros lugares do mundo e até mesmo aqui na terrinha. Antes de viajarem se informem.

  79. As pessoas com alguma inteligência têm que colocar na cabeça dos pretendentes à Disney, mesmo as crianças, que aquilo é uma babaquice sem tamanho. É importante impor a filhos, sobrinhos e netos, mesmo com algum autoritarismo, saudável neste caso, outras possibilidades. Dá pena ver adultos infantilizados ansiosos para ir a Orlando. Eu, de minha parte, não quero passar pela Disney nem por cima, de avião.

  80. Olá Ricardo;
    Apesar de concordar em alguns pontos, eu achei seu texto um tanto quanto ranzinza. E isto, não pela realidade da Disney, mas provavelmente por seu próprio estado de espírito. Eu costumo ir a Orlando umas 4 vezes por ano, a trabalho é lógico, e desta forma, a cada viagem, encontro uma Orlando diferente, relativa a epoca do ano. Você simplesmente escolheu a pior época para ir a Disney; assim, o problema é relativo à data escolhida, e não ao local escolhido, como você relatou. São 2 coisas bem distintas. Se você voltar ao final de fevereiro, sua má impressão será desfeita por completo. O clima estará frio, os outlets estarão relativamente vazios, e os parques estarão praticamente sem filas. É como ir para a baixada santista na temporada: um inferno! Eu só vou ao litoral exatamente no meio da quaresma, e assim consigo relaxar, caso contrário, é só stresse. Voltando ao assunto Orlando, o maior problema de lá, infelizmente, somos nós – brasileiros mal-educados. Somente onde há concentração de brasileiros é que encontramos pessoas “berrando”, lixo sendo jogado em qualquer lugar, filas sendo furadas e todo tipo de malcriações que fazem parte de nosso triste cotidiano tupiniquim. Se voltar a Orlando, procure um tempinho para ir até Cocoa Village, 40 milhas ao leste: Lá você irá encontrar a vida típica do americano do interior, calma, limpa, relaxante e principalmente civilizada. Enfim, ir a Orlando no final de ano, é o mesmo que ir para o Guarujá na mesma época, um inferno! Boa sorte em sua próxima viagem. Obrigado pelo texto!

  81. puffff…questão de gosto né? eu jamais iria a um lugar desses, nem por mim, nem por ninguém.

    mas o que me chamou a atenção foi esse trecho do texto:

    “Dava para notar de longe que eram brasileiros porque andam em grupos, falam alto e as mulheres são mais bonitas. Acho que depois de atendidas as necessidades básicas de teto, comida,trabalho e carro, o grande sonho desta imensa nova classe média brasileira é ir à Disney.”

    causou-me a impressão de que pensou: ok é bom saber que a nova classe média está suprindo suas necessidades consumistas, mas dividir o espaço físico com eles não me agrada.
    desculpe, mas foi a leitura que tive.

  82. Eu fui para Orlando em janeiro de 2010 e estava tudo muito tranquilo e sem filas. Acho realmente que a época não era boa, assim como querer passar o Reveillon na praia. Criticar aquele Paraíso é ridículo, pois estamos a centenas de anos luz atrás dos americanos, em todos os aspectos. Eu já viajei muitas vezes para os EUA a trabalho e agora fui com a família e todos adoraram. Nunca tive um problema sequer com os americanos e os acho extremamente educados. Claro que existem excessões, mas quem de nós agiria muito diferente se nosso querido país fosse invadido por argentinos (por exemplo)? É só lembrar dos anos 90, quando nossos vizinhos vinham para as nossas praias do Sul e faziam “barbaridades” em todo lugar. Será que temos o direito mesmo de reclamar dos americanos? Como seria ser invadido por colombianos, paraguaios, argentinos e por povos de todos os outros países da America do Sul e ver como são mal educados? Brasileiro é que é mal educado. Como você, vi muitos mal exemplos de brasileiros, principalmente nos Outlets. Quando tinha um brasileiro dirigindo então, era fácil perceber. Como aqui, ninguém parava nas placas de Stop. E lá, todo americano para, mesmo que seja possível ver que não vem carro.
    Enfim, adoro aquele país e acho que temos que melhorar neste inferno que vivemos aqui. É só ver o número de catástrofes por causa das chuvas nesta época do ano.
    E os nosso aeroportos? Esperem pela Copa do Mundo para ver o que acontecerá.

  83. “Acho que depois de atendidas as necessidades básicas (…) o grande sonho desta imensa nova classe média brasileira é ir à Disney.”
    Pra muitos ir a Disney é um sonho de criança que vai além do tempo, da idade . Sejam chineses, “nova classe média”, indianos.
    O Ricardo Kotscho, ao menos nessa publicação, me pareceu um velho-rico-conservador-xenofóbico.
    O texto parece algo como “A Disney acabou! Foi tomada por gentinha como chineses, indianos, nova classe média brasileira”.

  84. Estive em SP nesse natal e final de ano. Dia 31 resolvemos ir à praia. Saimos de casa às 7 da manhã e chegamos em Itanhaém às 12:00, fazendo o dobro do tempo da viagem em decorrência da praga do congestionamento. Ao chegar no local da extorsão, digo pedágio, tomei um susto. R$ 18,50 por carro. Fiquei pasma com o valor absurdo cobrado. Refeita do susto, digo extorsão, seguimos viagem. Saimos de Itanhaém pra SP, 12:00 do dia 02 de Janeiro e vivemos uma experiencia aterradora. Passamos exatamente 10 horas, na Rodovia Manoel da Nóbrega, dentro de um carro, num congestionamento irritante, com chuva e uma criança com fome e cansada. E o que mais me deixou assustada, foi que não vi nenhuma expressão de irritação no rosto dos paulistas. Gente, será que eles não percebem o absurdo da situação? ou sua indignação está voltada apenas para nordestinos e gays?

  85. são ridículos alguns paradigmas do povo subdesenvolvido…”o grande sonho desta imensa nova classe média brasileira é ir à Disney. É impressionante o poder do Marketing americano posicionado nas cabeças de todos.. até mesmo pensadores….

  86. Rarará…

    Já pensou se o Magic Kingdom fosse uma estatal brasileira?

    No dia seguinte nossos bravos jornalões viriam com manchetes do tipo: “Caos na Disneylandia”… “PT incompetenete…” “Só a iniciativa privada sabe como fazer…” “Filas intermináveis na Disneylandia…”, e por aí vai…

  87. Bom, acho que você percebeu que não deve voltar nunca para lá, pois a Disney não precisa de gente amargurada que só faz reclamar. Todo mundo sabe que o natal e ano novo é o periodo mais cheio lá e em qualquer lugar do mundo, não é questão de ser paulista e adorar filas e sim de juntar dinheiro, tempo e outros fatores para ir e realizar um sonho. Comigo foi assim e como você disse para muitas pessoas também, elas não se importam com as coisas ruins como filas pois estão realizando um sonho e você simplesmente parece não ter mais essa alegria na sua vida.

    Você fala como se as pessoas pobres não tivessem o direito de ter juntado seu dinheiro com muito esforço e finalmente ir tivessem o direito de estar invadindo o seu parque tranquilo para idosos sentar e descansar.

    Fique no Brasil, dentro de casa, escrevendo seu blog e talvez isso te faça feliz e você possa entender o porque de todo o mundo ainda e cada vez mais querer ir pra Disney.

  88. Oi! Ano passado tive a mesma experiência de passar a semana do ano novo na Disney. Lembro do caos total pra tudo!! Comer, fila de 4 HORAS em brinquedos, 1h e 30 pra sair do estacionamento, todos americanos (sem falar nos turistas) que estão de férias parece escolher pra passar o 31 e ver os fogos lá. Voltei no dia 3/1, e amigos que foram dia 4 disseram que estava uma tranquilidade! E eu mesma já fui sem ter todo esse transtorno. Então, acredite: foi a alta temporada mesmo. E se gostamos? Fico impressionada como a Disney tem a capacidade de encantar gente de todas as idades, desde o meu filho de 2 anos na época, minha filha de 6, até minha mãe de 60. Mas nessa semana de natal e ano novo, eu recomendo: FUJAM!!!

  89. O problema das filas e multidões nesta época não é exclusivo da Disney, como o Kotscho acrescentou no meio do texto. A maior parte dos lugares lotam em Natal e Ano Novo, então não dá para culpar a Disney por não comportar o volume de pessoas que vão para lá no fim de ano, pois nenhum lugar pode ser de tal tamanho e depois ficar ocioso o resto do ano.
    Fui para Disney em novembro e estava fantástico. Poucas filas, turistas de toda parte, mas principalmente dos EUA, clima agradável…. deu para aproveitar muito, sem stress!
    Ah, sobre os planos de 2011, espero viajar bem mais… é só escolher a época certa de cada lugar.
    Abraços!

  90. Oi Ricardo, adorei seu texto, porque vc disse tudo que eu senti quando fui, em julho do ano passado. Fui com a agência “Tia Eliane” para levar minha filha de 11 anos. Fiquei muuuito decepcionada com a viagem e principalmente com a falta de organização da agência de turismo.
    Enquanto eu estava lá eu só pensava: “o que eu vim fazer aqui?”.
    Mas no final, o que vale é que as crianças se divertem. E no fundo é isso que nós fomos fazer lá. Nos desdobrar para fazer nossas crianças curtirem o melhor da infância enquanto ainda é tempo.
    Um abço.

  91. Amigo Ricardo, Bom dia…

    Welcome back e Feliz 2.011 para voce e toda sua Família.

    Infelizmente meu caro, aquele velho ditado mostra-se sábio novamente: “A gente sabe que está ficando velho quando até as horas ruins começam a passar rapidamente”; inclusive as filas da Disney.

    Pronto, passou…

    Você está de novo nos braços dos seus amigos do Balaio e já já é Natal de novo.

    Abraços.

  92. Viajar em alta temporada é assim mesmo. Mas eu tenho certeza de que a sua experiência na Disney deve ter sido melhor que a minha no Hopi-Hari em SP.
    Fila abusiva para estacionar, não tem trenzinho.
    Revista de malas na entrada (Afeganistão?).
    3 HORAS na fila para andar 3 MINUTOS na montanha-russa.
    1 hora na fila do restaurante.
    Ainda mais o dissabor de escutar a gozação dos penetras que tinham a cara-de-pau de comprar o ingresso fura-fila, não basta comprar, tem que ser extorquido para aproveitar o brinquedo.
    Hopi-Hari? Sai Daki!

  93. Será que o mundo é tão pequeno assim para que as pessoas fiquem espremidas no meio de multidões de sujeitos prontos a maltratar alguém, sendo massacradas em filas quilométricas para “fruir”, talvez, a sensação de, ao final da jornada e como uma vitória compensatória, ver alguma “atração”?
    Lamentável…

  94. Ricardo,
    Adoro seus textos, mas este clichê de que a Disney e os EUA idiotizam o mundo já era, não? Quem conhece a Disney sabe que no dia 24 e 25 de dezembro os portões do Magic Kingdom fecham ao meio-dia, tendo em vista que todo mundo, inclusive os “americanos” querem passar o dia de Natal lá. Quando posso realizar meu sonho de “classe média”, vou para lá me esbaldar em Outubro, quando não tem muita gente, não tem filas de uma ou duas horas, todos podem comer e brincar sossegados. Só posso te dizer também, que há muitos e muitos anos, todos os produtos vendidos na Disney são fabricados na China, isso não é novidade. Vira até uma espécie de brincadeira para quem vai, procurar na etiqueta onde foi feito o produto e pasmem: assim como aqui, lá também tudo é da China!
    Você já foi para Porto de Galinhas, mesmo em baixa temporada? Tenta sentar nas areias da praia… Só para sentar você paga, pelo menos R$ 80,00, fora os repentistas que enchem o saco o tempo inteiro e enquanto não levam R$ 10,00 de você não param de cantar e as crianças coitadas, obrigadas a trabalhar e vender coisas sob o sol escaldante, invadindo a sua privacidade em busca de alguns centavos. Mas isso é que é vida!
    Por favor…Não peço para você e outros mudarem sua opinião a respeito da Disney ou de qualquer outro lugar do mundo, mas tenham uma visão mais aberta das coisas, não se fechem em um mundinho preconceituoso e ufanista. O que você está dizendo é que os “pobres” invadiram a Disney, estão brincando lá também e tirando lugar dos ricos, pois em 1985, realmente, só os ricos podiam ter o direito de desfrutar de um lugar tão lindo e bem organizado, por isso você gostava mais…
    Te digo mais, pelo menos na Disney as pessoas são sim bem educadas, tratam a gente muito bem, os banheiros são extremamente limpos e tudo o que você precisar, basta pedir.

  95. Parabéns, Kotscho, pelos comentários, pela viagem, pela fuga necessária do trabalho, da rotina.
    Tenho a impressão, para não afirmar a certeza, de que você foi mais como companhia para os netos, para o prazer deles e se por acaso algo despertasse, seria bons motivos para curtir. Só tenha certeza, toda experiência é válida.
    Também fiz uma pequena viagem. Fui conhecer Lisboa e arredores. Fui à Fátima, Sintra, Seia, Almada e curti muitos pontos turísticos da velha e simpática Lisboa com seus fados e comidas nadando no azeite. Fiquei por lá entre os dias 26 de novembro e 06 de dezembro.
    Da cidade de Seia fui à Serra da Estrela num momento espetacular quando caía neves e neves. Isto era o dia primeiro de dezembro e a temperatura estava ideal para o fenômeno, -2ºC.
    Em Sintra, uma cidade que ninguém pode deixar de conhecer, fui ao Palácio, à Quinta da Regaleira, e, na rua da Piriquita, num restaurante modesto, ao som suave de um bom fado e luzes direcionadas, pude saborear um “suculento” bacalhau com batatas.
    Fui conhecer as praias de lá, também. Não são como as nossas, claro! Mas não deixa nada a desejar… Saborear uns pastéis de Belém na tradicional casa “Pasteis de Belém”. Que luxo! Outro mundo com toda organização e disciplina para com os turistas. Aprovetei esse dia para conhecer o Mosteiro dos Jerônimos com sua arquitetura belíssima. No primeiro dia que alí estive havia ordenação de padres e fiz muitas fotos, depois voltei já no dia anterior do retorno para comprar pastéis para algumas amigas especiais que sonham um dia estar lá.
    Muitos lugares bonitos e muita história para se emocionar. Conheci o Castelo de São Jorge e fotografei os pavões que vivem em bandos soltos tal como no zoo que também visitei mais próximo do centro de Lisboa.
    O preço do transporte público lá é insignificante. Compra-se um cartão com chip e todos os dias carrega-o com 3,75 euros (agora subiu alguns céntimos) para embarcar quantas vezes quiser para onde quiser dentro do perímetro urbano mais ou menos central de metro, de autobus, de carris e etc.
    Por duas vezes senti saudades de nossa comidinha e fui à churrascaria Chimarrão onde é bem servido e come-se à vontade. Ah! Mais barato do que aquí no nosso Brasil da carne bovina. Passeei no teleférico às margens do rio Tejo na região do Pavilhão Atlântico. Os nossos “Globais” já etiveram nesse lugar fazendo uma matéria. (rs)
    Atravessei o ri Tejo e fui conhecer Almada. O rio Tejo tem águas tão límpidas que podemos ver os peixes em alguma profundidade.
    Sem mais delonga.
    Foi o melhor passeio que fiz, apesar de ser o primeiro que faço em país de outro continente.

  96. vc retratou tudo o que o capitalismo faz com as classes sociais!! a dysnei é um retrato clarro disso!!!
    vale muito mais a pena viajar dentro do proprio Brasil, conhecer lugares exoticos e maravilhosos, além de gerar emprego e renda para o nosso proprio pais!!!
    parece que o povo brasileiro pensa no sonho americano, e esquece a realidade em que vivemos!! por isso luto contra essa desigualdade desenfreada que o capitalismo nos impõe. o povo americano é um povo moldado nesse ritimo, mas a culpa não é dele e sim desse modelo de vida empregado pelos meios de comunicação!!!

  97. Meu Deus…quanto preconceito. Qual o problema a Disney ter Chineses, Indianos, Africanos e a nova classe média. Todos são seres humanos e merecem conhecer a Magia da Disney que é Maravilhosa. E você, e nós que somos Brasileiros, será que os outros também não veem a gente como você diz? Essa invasão de Chineses? Com certeza você foi para o lugar errado. A Disney é Maravilhosa e é para todos as idades e culturas. Você devia era ficar feliz por essas pessoas de classe média ter acesso a esse mundo maravilhoso. Deixe as pessoas serem felizes e deixe-se viver pelo momento. Curta a vida aonde você estiver.

    1. Camila,

      Veja bem. Quando o Ricardo fala dos chineses, africanos e toda uma casta que a alguns anos não podiam sair de seu pais e conhecer outros, ele queis fazer apewnas um paralelo entre epocas onde Disney realmente era previlégio de poucos. Seria o mesmo que você chegar no meio de seus familiaresa na volta de uma viagem e falar algo que te surprenendeu.
      Mas, brasileiro é fogo. Como a maioria do povo não pode ir lá, preconceitualiza aqueles que podem. Falar meu amor não significa eu te amo!!!

  98. Natal em Sampa, minha amada terra por nascimento, mas minha filha, em plena adolescência não queria outra ceia em família para o Ano Novo, como tenho residência na linda Ilha da Magia, Floripa, lá fomos nós no dia 27 de dezembro. Que tal assistir a queima de fogos na Beira Mar Norte, sair de casa as 20 hs, encontrar por milagre um lugar para estacionar há mais de 3 kms de distância, com guardadores cobrando a taxa de R$ 20, andar em meio a multidão, até encontrar um bom lugar. Depois da espera de quase 4 hs, a esperada queima de fogos, qual minha surpresa, que um rapaz com sua filha de colo, por sinal pouco interessada na queima de fogos, me pede licença, eu me espremo, espremo minha filha e meus amigos, passa ele, sua filha de colo, sua esposa, seu amigo e esposa, e surpresa, ficam a minha frente, e eu torto quase caindo, e lhe garanto não eram americanos, puros brasileiros de Salvador, e como você, sem meus seguranças, tive de me contentar em chegar cedo, ficar por quase 4 hs de pé, e ao final um cidadão ir empurrando a todos, e se por fim ficar postado a minha frente. A Disney ao menos é limpinha, veja como deixaram a Beira Mar Norte… e o que mais ouvi, foi que a Prefeitura de Florianopolis colocou centenas de lixo a disposição da população de turistas, e para minha surpresa, os únicos que vi depositarem alguma coisa no lixo eram AMERICANOS e ARGENTINOS…. e vc reclama dos aeroportos, levei 18 horas para chegar a minha residencia em São Paulo, isso porque eu voltei na segunda feira, em pleno dia de expediente… como a Disney, Floripa é linda e maravilhosa em outros dias…

  99. Sabe pq vc passou por tudo isso pq escolheu o lugar errado para ir o BRASIL tem lugares lindo e maravilhoso
    mas tem gente que tem o prazer em dizer que foi disney
    da próxima vez fique no BRASIL.,

    1. Gente, o Kotsho conhece o Brasil inteiro! Leia o livro dele e verás.
      Que mal tem de se ir a Disney?
      Hoje, você pode comprar até viagem espacial. È só ter vontade e dinheiro!!!

  100. Estamos bem arrumados…
    Cardozo, mais um defensor da maconha…
    Horizonte de formiga.
    Será que não da pra ver que muitos entram nas drogas por falta de opção.
    Não sabem nada, não estudaram nada, não sabem fazer nada,,,
    Pra essa gente, traficar é o meio mais fácil de ganhar dinheiro.
    O que falta pra essa gente é motivação para uma vida normal.
    Os grandes ladrões do Brasil não estão na cadeia, estão todos gozando de altos privilégios.
    Ministro, libera a maconha e o porte de arma.

  101. É incrivel ver como tem gente negativa, rabujenta e desanimada. Tanto no texto como nos comentários críticos…é simples, não gosta não faz. Todos tem o direito de fazer e gostar de qq coisa e quem vcs pensam que sao pra dizer q determinado lugar é isso ou akilo, q US é assim ou assado, se acham decadente ou não, pouco importa. Mas com certeza tem produtos, serviços ou qq outra coisa q vcs mesmos utilizam que veio diretamente “do país decadente, US”. Me poupem.
    E sinceramente, achei o texto tendencioso, arrogante e racista ao falar de chineses e indianos como se poluissem a paisagem da Disney, e como se agora “essa gentinha emergente” resolveu sair da toca…e brasileiro é oq ?? e vc é oq ??? um sulamericano do terceiro mundo tão emergente qto os chineses e indianos…arrogante demais.
    Eu morei fora do país e me entristece muito ver como o MUNDO de uma forma geral tem repulsa a chineses e indianos. Rotulando as pessoas por puro preconceito. Alias esse negocio de regionalismo é simplesmente arcaico e deprimente, especialmente a essa altura da globalização e unificação do mundo, cultural, social e economicamente.
    Triste, deprimente e pobre , na pior das pobrezas que é a ignorancia de vcs pseudos intelectuais. Não passam de pequenos que nadam agregam ao mundo.

  102. viajar na temporada e assim. nao adianta reclamar, estive a tres meses no mesmo local e levei minha mae com 61 anos, nos divertimos, os parques vazios, otimos restaurantes com bebidas deliciosas, enfim tudo ok. por outro lado e bom saber que os pobres do mundo estao viajando e ofensivo nao e o que escrevo e sim o que este nobre amigo publicou.

  103. Bom dia ! Sou dessa tal de classe C brasileira , que hoje viaja ao exterior .Estive na Disney da Califórnia 07/2010. Lá não estava tão lotado. Minha filha 12 anos , adorou, eu não me decepcionei, achei tudo rídiculo como sempre foi, mas afinal nós ñ temos nossas “Disney genéricas”?
    Decadência , fim do império , crise de 2008, TV ruim , povo gordo e o escambau. Tudo verdade. Mas aquela Califórnia me fascinou. Em Los Angeles na hora do rush não são selvagens como aqui em São Paulo, e no aperto dos corredores do supermercado a maioria daqueles americanos de 2,10 pé 44,diz “escuse me”, entre muitas outrascoisas boas que vi por lá. Continuarão sendo uma grande nação por um bom tempo ainda.

  104. Caro Kotscho,
    Morei em NY por um ano e meio, estive estudando todo esse tempo e conheci a cultura americana de uma forma diferenciada das apresentadas nos comentários acima.
    Eles não são tão grosseiros quanto você comentou e nem tão idiotas quanto o comentário das latinhas de cerveja nos músicos.
    Lá tem sim, pessoas inteligentes e educadas.
    Viajei por todo o pais e não tenho reclamações de americanos nativos, só de latinos e brasileiros que querem tirar vantagem de tudo e de todos.
    Claro que visitei a Disney também, um lugar mágico onde você, mesmo sendo adulto, se sente meio criança, onde tudo é muito mágico e todos os funcionários do parque te atendem sorrindo (mesmo que seja um sorriso falso).
    Um lugar onde estudantes universitários e senhores aposentados podem trabalhar juntos e tirar um dinheiro extra nas férias de inverno ou de verão.
    Ainda gosto da cultura americana e ainda pretendo levar meus futuros filhos para conhecer esse mundo de magia e encantamento.
    Beijos e feliz 2011

  105. Oi Kotscho,
    Achei duas notícias que vc vai gostar. Elas são da BBC Brasil.
    Um abraço e feliz 2011!
    Graça

    Atualizado em 6 de janeiro, 2011 – 07:43 (Brasília) 09:43 GMT – BBc Brasil
    Da sargeta a Harvard
    Lucas Mendes

    De Nova York para a BBC Brasil

    Liz morava no Bronx, filha de pais viciados em heroína. Ambos morreram de Aids.

    Aos 15 anos, pouco depois da morte da mãe e da transferência do pai para um abrigo de homens, Liz foi morar na rua.

    Em junho de 2009 ela se formou em Harvard.

    A história de Liz já foi comprada pela televisão e está contada em livro, seminários, programas de rádio e tevê.

    Liz não é a primeira pobre novaiorquina que vai da sarjeta para Harvard, mas são casos tão raros que merecem atenção, especialmente num país socialmente cada vez mais desigual, com as classes média e baixa estagnadas.

    Liz é um modelo para quem quer cortar a ajuda aos pobres e drogados, como os republicanos, e um modelo para os democratas, que querem reforçar os programas sociais.

    A primeira lembrança de Liz de ver os pais com drogas foi aos 3 ou 4 anos.

    Da sala via os dois na cozinha, num ritual diário que envolvia fósforo, colher, injeção, fios. Depois, os olhos bonitos e arregalados da mãe, a euforia do pai e a prostração de ambos, no sofá, gastos.

    Liz e Lisa, a irmã mais velha, com frequência encontravam a geladeira vazia. Ela se lembra quando dividiram um tubo de dentifrício e um batom de proteção de lábios com sabor de cereja.

    Mas as duas não se sentiam maltratadas nem mal amadas pelos pais. Liz se lembra, em especial, do carinho da mãe.

    Depois da morte dela, quando foi morar na rua, o Bronx estava bem mais seguro que nas décadas de 70 e 80, mas era preciso saber onde encontrar uma escada, um banco de praça seguro, ou uma calçada para passar a noite.

    O título de seu livro biográfico, Breaking Night, é uma gíria entre os sem-teto e significa o momento que surge o primeiro raio de sol. Era hora de sair do prédio, do banheiro ou sofá dos amigos e amigas antes que os pais deles acordassem. Não gostavam que seus filhos desssem abrigo a filhos de drogados.

    O pai de Liz e Lisa era voraz nas drogas e nos livros. Roubou dezenas deles da Biblioteca Pública de Nova York, lia e incentivava a leitura das filhas.

    Quando morreu em 2006, aos cuidados de Liz que tinha suspendido a matrícula em Harvard, disse que a leitura tinha sido a contribuição dele para as filhas.

    Talvez tenha vindo dele a disposição das duas de estudar mesmo nos momentos mais miseráveis.

    Liz entrou na Humanities Preparation Academy, no bairro do Chelsea, em Manhattan e em apenas dois anos anos terminou o curso secundário.

    Nesta escola foi descoberta pelo New York Times que deu a ela uma bolsa, provavelmente o grande passo para a entrada em Harvard, onde, de 23 mil candidatos super qualificados, brilhantes, afluentes ou vindos da aristocracia acadêmica americana, a cada ano, só entram 2 mil.

    A história de Liz no jornal não resolveu mas diminuiu o problema de dinheiro e o drama dela despertou outros impulsos.

    Na saída da escola foi abordada por uma mulher que se desculpou por não poder ajudar com dinheiro porque era pobre, mas se ofereceu para lavar a roupa dela toda semana, e durante seis meses nunca faltou.

    Semana passada Liz estava no programa “Talk of the Nation”, da NPR, a rádio pública. Em menos de uma hora o programa se tornou um confessionário. Filhos que tinham passado por situações parecidas, pais ou mães, alcoólatras, drogados, socialmente inúteis.

    Blake, o irmão e três irmãs foram criados pela mãe viciada em cocaína que acabou perdendo tudo que tinha.

    Blake foi morar no velho carro, um Lumina 95 e saiu do banco de trás para a Washington University, uma das melhores do país, com uma bolsa generosa.

    Lisa, a irmã mais velha de Liz, também terminou o curso universitário e é professora de crianças autistas.

    Quase todas estas pessoas acham que venceram porque tiveram o que a maioria dos filhos fracassados não têm ou tiveram: amor materno.

    O do pai também pode ser salvador mas são casos mais raros.

    A mãe, por mais perdida, drogada, enlouquecida, é capaz de amar e de salvar os filhos.

    Liz Murray é parte desta minoria de sobreviventes mas acha que amor materno, ou paterno, não são as únicas salvações.

    Da iniciativa do Times à mulher que lavava as roupas dela, qualquer adulto ou organização pode salvar uma crianca ou adolescente. Esta é a ação da “Manifest Living”, um movimento criado por ela para transformar adultos indiferentes em protetores engajados.
    ————

    Atualizado em 6 de janeiro, 2011 – 06:51 (Brasília) 08:51 GMT – BBC Brasil
    Estados Unidos

    Com 10 milhões de acessos online, vídeo rende emprego a sem-teto com vozeirão

    Williams disse que acabou na rua por causa das drogas

    Um vídeo postado no site YouTube que mostrava um sem-teto com vozeirão de locutor de rádio causou sensação na internet, virou notícia em jornais de várias partes do mundo e rendeu ao mendigo uma chuva de ofertas de emprego.

    O vídeo no qual Ted Williams expõe seu talento para um repórter do jornal local de Ohio já registrava quase 9 milhões de acessos até esta quinta-feira, e era reproduzido em sites de notícias, blogs e comunidades sociais ao redor do mundo.

    “Quando você escuta só o melhor dos velhos tempos, você escuta a rádio Magic 98.9”, diz Williams para a câmera amadora do repórter Doral Chenoweth III, do jornal The Columbus Dispatch, que lhe havia pedido para “dizer algo com essa sua grande voz de rádio”.

    O repórter dá ao sem-teto uma contribuição pela palhinha e Williams, agradecido, emenda uma nova demonstração.

    “Muito obrigado. Deus o abençoe. Obrigado. Voltamos com mais, logo após essas palavras. E não esqueça, amanhã de manhã é a sua chance de ganhar um par de entradas para ver este homem em show, ao vivo”, diz.

    A história do sem-teto que até esta semana pedia um dólar em troca de algumas palavras ditas em voz de “seda” virou sensação nos Estados Unidos. No vídeo original, o ex-mendigo expõe o cartaz no qual dizia ter “uma voz presenteada por Deus” e agradecia por “qualquer ajuda”.

    Com 53 anos de idade, Williams morava de forma improvisada em uma barraca montada atrás de um posto de gasolina à beira de uma grande via de Columbus, a capital do estado de Ohio.

    Natural do bairro do Brooklyn, em Nova York, Ted Williams contou ao repórter do Columbus Dispatch que chegou a ser empregado no rádio, mas “álcool, drogas e uma série de outras coisas” acabaram levando-o à ruína. Ele diz que há dois anos está “limpo”. Segundo a imprensa americana, o ex-sem-teto tem nove filhos.

    Segunda chance

    Quando a filmagem caiu na internet, a carismática imagem do ex-sem-teto virou sensação. Dezenas de cópias do vídeo foram reproduzidas no YouTube, e a história foi noticiada em sites de notícias, rádios e TVs americanas.

    Na quarta-feira, durante uma entrevista para a rádio local WNCI (97.9 FM), Williams recebeu formalmente, entre muitas outras, uma oferta de trabalho de US$ 10 mil para emprestar sua voz a comerciais da Ohio Credit Union League, a associação das empresas de financiamento do Estado.

    360 graus: Williams desfruta da fama em entrevista para rádio local

    Outra oferta amplamente noticiada veio da equipe de basquete Cleveland Cavaliers, que poderia incluir fazer os anúncios durante os jogos no ginásio da equipe de Cleveland, Ohio.

    O ex-sem-teto se emocionou especialmente quando, durante o programa de rádio, recebeu uma oferta de financiamento para compra de uma casa. Williams surpreendeu os produtores do programa ao aparecer na rádio de cabelo cortado e asseado.

    “Meu email está cheio de ofertas para ele”, disse o repórter do Columbus Dispatch, durante um chat com internautas sobre o episódio.

    “Eu levei para ele uma série de propostas hoje (quarta-feira) e ele ficou muito agradecido. Ainda tenho 12 mensagens de voz que não escutei, e aposto que algumas são mais ofertas de trabalho.”

    Após um dia de correria dando entrevistas e respondendo ao assédio da imprensa e do público, Ted Williams desembarcou em Nova York, onde é esperado para uma aparição nesta quinta-feira no programa matinal de TV Today Show, da NBC.

    Ele também deve se encontrar com a mãe de 92 anos, que diz não ver há cerca de 20 anos.

  106. sinto lhe informar mas decadente está é voc^, quem não quer ver sua empresa lotado de consumidores que fazem fila para gastar dinheiro?a disney nã foi feita para uma minoria burguesa, e sim para dar lucro!

  107. Eu nunca senti vontade de ir a Disney, porém fui conhecer o Beto Carrero World, em Penha/SC. Com rede hoteleira precária, mas acolhedora, senti que não é necessário os brasileiros buscarem na Disney dias de sonho, no Beto Carrero é possível. Espetáculos maravilhosos, brinquedos radicais, paisagem bonita, enfim: uma boa pedida por R$ 80,00 ao dia. As filas? tem e muita, mas falamos e reclamamos em português e se preferirmos nos dias de semana fica bem mais tranquilo.

  108. Olá Ricardo!
    Defitinivamente vc escolheu a época errada… fui pra lá em novembro passado, e os parques estavam tranquilos… só começaram a ficar cheios próximo ao feriado do Thanks Giving. Já sobre o final do ano, estive no Espírito Santo, tive sorte, meus voos de ida e volta não atrasaram, mas peguei chuva. Não dá pra ter td sempre, né?
    Ótimo dia para vc!
    Abs,

  109. Kotscho vc está louco????
    Ir a disney essa época do ano é loucura, é querer um lugar na areia em plena virada de ano em copacabana. Meu conselho é nunca ir a disney, mas se quer levar os netos, vá fora da alta temporada americana, aí até vc irá aproveitar o passeio, sem filas e sem stress. Caso tenha neto até 8 anos, um outro parque legal de se levar é a Legoland ( conheço a de San Diego).

  110. estive no complexo disney em outubro para levar os meus filhos pela primeira vez. foi tudo perfeito. nada de filas, pessoas atenciosas e tempo agradável. acho q o período escolhido foi decisivo para esta experiencia desgradável vivida pelo colunista. disney é magia!

  111. Bom dia!! Disso tudo que está aí, amei a “Canção dos Tamoios”. O resto é “o resto”… rsrsrs!!! Quanto a Disney!!
    É apenas “FANTASIA”! A realidade tem que ser vivida, não contornada!!

    OLHA JESUS AÍ, GENTE!!! JUNTO COM NOÉ CONSTRUINDO A ARCA!!! AINDA DÁ TEMPO!! rsrsrs!!

  112. A primeira vez que fui foi em Dezembro ( Natal – 2007 ) e estava razoável … julho / agosto também é lotado.
    Setembro / Outubro é tudo de bom. Sem filas. Tudo funcionando perfeitamente.
    Fico feliz em saber que muitas pessoas estão podendo fazer isso, gostaria que esse sonho fosse possível a todos os Brasileiros.
    Ver o Wishes ( queima de fogos ) no Magic Kingdom, de frente para o Castelo da Cinderela, é muuuuito emocionante.

  113. Há dois anos minha filha caçula, antes de completar os 18 anos, foi a Disney com um grupo de amigas.
    Sairam daqui na sexta (Araçatuba), no domingo ela estava sozinha em Salvador, chegou a Disney na segunda a tarde, as malas chegaram na terça.
    Contou tudo isso ai, e, como agora, morri de dar risadas. Pela descrição dela os americanos estão cada dia com a bunda maiores. Foi do que ela mais gostou, bundões imensos, inacreditáveis, coisa que ela nunca havia visto antes.
    Gostou também, pegou muita fila, comeu muita porcaria e chegou implorando arroz e feijão, bife básico e alface.
    Bom tema pra dar risada e começar o ano descontraido.
    Um abraço Cidadão K

  114. Que a gente não faz pela familia, para marcar presença, parabens, mas muitos preferiam estar na beira do rio em um lugar tranquilo, nadando e pescando junto a natureza.

  115. É incrivel como o brasileiro é engracado. Vive em um país sem nenhuma organizacao, pagando impostos absurdamente altos (maiores que os pagos pelo americano de classe média) mas com servicos horríveis prestados pelo estado (saude, educacao, seguranca, etc). Esta época do ano em que pagamos o IPVA, IPTU, etc, é interessante. Impostos altissimos (quem nao venderia seu carro usado pelo valor de referência usado para o calculo do IPVA???), mas as ruas continuam esburacadas e as enchentes piores do que nunca, e a culpa sempre de Sao Pedro. Mas tudo bem, nós temos orgulho de sermos brasileiros. Nosso ex presidente, fechou os olhos para corrupcao, se orgulha de nunca ter estudado, mente descaradamente, vive com o um Rei, mas fala a lingua do povo e o Brasil nunca cresceu tanto (nao em razao da economia mundial ter caminhado a passos largos e FHC ter feito o trabalho sujo de pavimentar a estabilizacao econômica) mas sim porque ele, o ex presidente, foi um gênio na economia (apesar de nunca ter lido um livro sobre o assunto, ou melhor, sobre qualquer assunto…tudo foi aprendido na prática, no chao da fabrica…oooppss, ele estava no sindicato…tudo bem, aprende-se muito por lá tambem…é só ver como os sindicalistas que estao no governo sao hábeis gestores!). Mas toda essa introducao foi apenas para demonstrar quao atrasados e invejosos sao aqueles que criticam os americanos e sua Disney. Os EUA com todos os seus problemas, oferecem uma qualidade de vida (as familias da classe media) milhares de vezes superior as que temos no Brasil. Os governantes nao sao corruptos ( e qdo o sao, e pegos, sao condenados e presos por vários anos, enquanto por aqui…), e os servicos oferecidos sao muito melhores. Assaltante em sinal, armado, é motivo de noticia de primeira página em jornal…eu que vivi por lá alguns anos, nunca vi. Mas ja fui assaltado nessas circunstâncias em Sao Paulo, umas 7 vezes. Nossos parques sao sujos e pouco oferecem em lazer. Aquele que mais se aproxima da Disney, o Hopi Hari, praticamente quebrou financeiramente, e vive as tracas. Ahhh, mas o americano é estupido e os brasileiros sao gentis e educados. Sorry, primeiramente brasilero pode ser gentil, mas está longe de ser educado. Vai ver a educacao da galera no aeroporto de cumbica nas filas, falando em aeroporto, taí mais um exemplo do investimento publico. Compare os aeroportos brasileiros com os americanos…brincadeira!. Alem disso, prefiro mil vezes a truculencia do americanso na Disney, do que a do brasileiro que já me assaltou 7 vezes nos sinais aqui de sampa. Po, larguem de falar mal dos EUA (como na politica externa antiamericanista de nosso governo tupiniquim) e trabalhem para construir um país que se aproxime dos Estados Unidos, do ponto de vista de qualidade de vida e servicos publicos!

    1. Visão nitidamente elitista, do tipo “eu pago o meu IPVA”, ou “os aeroportos tupiniquins são péssimos”, como se tudo se resumisse à sanha pequeno burguesa por exclusão. Alargue os seus horizontes, suba o morro e verá que o mais simples é realmente o mais importante, ou seja, arroz e feijão, criança na escola, e um processo (lento, é verdade) de redução da desigualdade.

    2. É isso aí Alex, ter um carrinho e consequentemente pagar IPVA, e viajar de aviao é ser elitista! Minha diversao, segundo o Alex, tem que se resumir em subir o morro e dancar em baile funk, e de preferencia chegar ao dito morro de onibus! O meu exemplo de País, aquele que eu gostaria de construir, é um país semelhante aos EUA e alguns paises da Europa e Asia. Nao Cuba, que deve ser o seu, onde todos tem arroz, feijao e escola, e todo o resto, é coisa de burgues! Os milhoes de cubanos que foram pra Miami, sao uns traidores! Os milhares que continuam indo todos os anos, sao uns porcos capitalistas que merecem morrer no mar. Os que ficam e lutam contra a ditadura de Fidel, e que estao presos (já que lugar de cubano oposicionista é na prisao), sao uns vagabundos (como disse o seu idolo, o nosso querido ex presidente).

    3. Elitista é o cacete!!!!

      Estudei um bocado de anos, trabalhei direto, consegui formar um patrimônio bom. Na minha casa frequenta o prefeito e o gari da minha rua. O problema é que muitos idólatras não tiveram capacidade de conquistar uma vida melhor e inventam estas estrorias de elitista, pequeno burguês, piegas em fim, teorias que dão ao ego um consolo do fato de ter que comprar livro em sebo ou em feirinhas de troca. Se estes carinhas se preocupassem mais em estudar, se formarem, terem um trabalho ondese didicassem, garanto que seriam mais consciente. E o que é ser consciente? È não impedir aquelesa que estão em um ou dois ou mesmo tres degraus abaixo de galgar os degraus para estar a seu lado.
      Ora, sejamos honestos!!!

  116. Como alguns leitores já disseram eu também me surpreendo com alguém esclarecido viajar nos meses de alta temporada da Disney e não saber desse fato. A matéria me parece um pouco de pedantismo de quem já esteve na Disney, quer mostrar isso e menosprezar quem está indo agora. Será que na sua primeira viagem não havia pessoas que já haviam ido e o consideraram pertencendo a uma nova classe média da época (1985)?

  117. ..notei um constrangimento de sua parte ao falar da nova “CLASSE MEDIA “mundial,ocupando espaços outrora de pessoas,vamos dizer ,mais cheirosas, será que so voce é quem tem direito de usufruir tais prazeres

    1. Ademir,

      Todos tem o direito. La na Disney nunca sofri o preconceito que sofri em Atlanta e aqui, peretinho em Blumenau. Sou moreno de beira de praia, então minha pele se tornou bronzeada, que para os americanos e os catarinenses de blumenau sou um negro.
      Creio que você é que está com um preconceito embutido ou uma frustração encruada!!!

  118. Bom dia a todos,
    Acredito que o autor não viajou em boa época para a Disney. Acho também que qualquer bom lugar que viajasse estaria cheio, a não ser que fosse muito exclusivo. Ao contrario do povo brasileiro, acho os americanos mais educados. Furar fila aqui no Brasil é normal, assim como jogar lixo no chão ….. Quanto ao parque, experimente visitar o Hopi Hari, o parque é horrível!!! O Beto Carreiro é melhor mais não deixa de ser uma cópia barata da Disney. Sobre as compras é lógico que temos que aproveitar para comprar, uma vez que os preços aqui no Brasil são bastante elevados pelo imposto que pagamos. Nos programas de TV, acredito que copiamos e assistimos vários deles aqui no Brasil. E francamente, jornalista que não sabe falar inglês!!!!

  119. Taí pois é né. Os egos se afloram nestas horas. Fui em todas as partes do mundo né. Assim como papel aceita tudo, comentário de internet, idem. Qualquer revista ou jornal ou na própria internet eu sei o que se passa nos quatro quadrantes do mundo. E assim as horas se passam no meu quartinho solitário.

  120. Vale a pena fazer a vontade dos netos, mesmo num sacrificio pessoal passar por essa “maratona capitalista do entretenimento”. Mas fico imaginando, se existe procura a Disney deveria contruitr parques nestas nações, para “desafogar” o atendimento ao publico, todos sabemos que ela tem condições. Criando um atendimento mais dinâmico em parques espalhados pelo mundo, surgirão serviços especializados e melhor, beneficiarão um gama maior de classes. Imagine uma Disney no Brasil, creio que seria interessante, ainda mais com nossas belezas naturais de uam terra abençoada por Deus e rica em turismo, porém pobre em questões como a estratégia de contigência dos serviços aereos.

    Parabéns pela matéria

  121. Primeiro, Orlando não é só Disney. Segundo, Colunista que fala de Turismo TEM DE FALAR INGLÊS (do verbo MUST SPEAK ENGLISH), Terceiro, Espertos são os que vão fora de temporada. Quarto, quem não tem bom humor deve ficar em casa em 2011 !!! Boa feira de São Cristóvão.

  122. Se um dia vc pode levar seus filhos e agora netos, porque outros não podem fazer o mesmo? Todos vão em busca de realizar o sonho de conhacer os parques, ou realizar o sonho se seus filhos e/ou netos, que bom que hoje em dia a classe média de diversos países possam fazer o mesmo, melhor seria se todos que acalentam esse sonho pudessem realiza-lo, acho que vc não deve se preocupar com o excesso de lotação, penso que os americanos, que sabem ganhar dinheiro, já devem estar pensando numa solução, como por exemplo o aumento do Complexo Disney para atender toda essa demanda de forma satisfatória, um feliz 2011 para todos!!!!!

  123. Sinceramente é engraçado. O camarada pode se dar ao luxo de sair do Brasil, ir para os Estados Unidos com a família, e ainda quer esnobar?
    Tenha santa paciência, isto equivale a cuspir no prato em que comeu… Se o americano é truculento, será que no Brasil somos todos gentis?
    Vejam como o cara termina sua aventura:
    “Para mim, o melhor das viagens é sempre a volta ao Brasil e o reencontro com os amigos…”
    Da próxima vez, que vá conhecer o Taj Mahal!!! Ou quem sabe fazer um tour pelo Amazonas.

    1. Antônio,

      Contar coisas de uma viagem que fez é cuspir no prato que comeu?
      Então o Armstrong escarra, faz pipi, coco no prato que o levou a lu em suas palestras..

  124. Nunca sonhei em conhecer a Disney e o meu filho, hoje com 13 anos, também não. Mas, mesmo sem sair do Brasil para qualquer lugar de sonhos, vivemos por aqui mesmo as agruras de um país que cresceu economicamente, porém não está ainda preparado para a avalanche de gente que quer curtir esta novidade. Em Volta Redonda, onde moro, temos apenas um shopping que no fim de ano não se consegue entrar. Nas ruas, os recentes e frequentes engarrafamentos nos esfregam na cara que o povo hoje tem, sim, mais poder aquisitivo. E em Paraty, onde passo meu Réveillon há cerca de dez anos, a cada ano vai ficando mais difícil chegar à Praia do Pontal para assistir à queima de fogos. Desta vez, ficamos eu e meu marido feito estátuas, mal conseguindo erguer os braços para fotografar os fogos, tamanha a multidão em volta. Tudo mudou, menos a infraestrutura para dar conforto e atendimento de qualidade a um número cada vez maior de pessoas que querem e têm direito de usufruir de um pouco a mais de grana no bolso. Abração!

  125. Caro Sr. Ricardo Kotscho, seu texto tem uma ponta de inveja. rsrsrsrs
    Também não acho os US o paraíso, prefiro a Europa, mas que eles estão muuuuiiiiito na nossa frente é incontestável! Nosso amado país ainda é muito atrasado! O Estado brasileiro é populista e não tem interesse real no bem estar e na evolução do povo.
    Sugiro agora o Sr. traçar uma comparação entre os serviços dos dois países, começando pelos aeroportos.
    Para terminar, não viaje menos, viaje mais, é sempre bom apreder com países realmente desenvolvidos. Tente os países nórdicos. rsrsrsrs

    1. Não percebi inveja alguma no texto de Kotscho, ao contrário do que você afirma. Não acho que a intenção de Kotscho tenha sido menosprezar os Estados Unidos. Contudo, só quem pode avaliar isso é ele mesmo.

      O que senti no texto foi um certo preconceito de classe mesmo com os próprios brasileiros – o que muito me surpreende.

      De qualquer forma, acho tolice entrar em discussões a respeito de quem está na frente de quem. Acho que o ponto crucial não é este.

      No mais, eu jurava que os investimentos em educação e a distribuição de renda promovidos pelo Governo Federal eram, sim, um “interesse real no bem estar e na evolução do povo”. Ao menos, era isso o que diversas estatísticas apontavam. Pelo visto, estavam todas erradas, não é?

    2. Senhores,

      Também não vi inveja do Kotsho dos EUA. Muito menos preconceito com a classe mais pobre do pais que não podem ir a Disney.
      Temos que parar com determinados conceitos que se tornam preconceitos a aqueles que emitem uma opinião.
      Concordo que o Brasil é por vocação um país populista, resquícios estes de governos como Getulio Vargas, politicos como Leonel Brizola e Jango, em fim, ainda é o ranço político que fomos criados. Mas, isso não impede o desenvolvimento do país, o que aconteu e está acontecendo.
      Ter inveja do povo americano, meu Deus, que falta de imaginação. Ter inveja de um país como o Estados Unidos, mal gosto. Acompanhar e aceitar seu potencial tecnológico, bom senso.

    3. Caro Peagá, o “nosso” último governo foi um dos mais populistas da história e como tal não tinha real intersse no bem estar e na evolução do povo! Nem me refiro ao fato de ter sido o mais corrupto governo que temos notícia! Talvez comparada à corte portuguesa! Um governo que pegou a continuidade de governos que acabaram com o monstro da inflação e colocaram o país no rumo da evolução, mas mesmo assim ficamos atrás de países como o Chile. Sem menosprezo ao Chile, mas não tem como comparar a nossa economia à deles! O Brasil é um grande país, mas a falta de educação e de cultura do povo nos pucham para trás! Socialismo de verdade temos nos países nórdicos! Ainda não tive a oportunidade de conhecer a Noruega, mas a Dinamarca e a Suécia são de se tirar o chapéu! Já o Brasil, bem o Brasil… certamente terá um futuro gradioso…, mas não para mim, nem para vc e nem para nossos filhos! É um trabalho de longo tempo!!!
      Qto à estatísticas… todos sabemos que números podem der torturados para mostrar o que queremos…!!!!

  126. Bom dia meus amigos do Balaio. Vejo que fazem, ou tentam fazer uma comparação com a Disney, claro que não há no Brasil um parque como aquele, por isso mesmo estou passeando pelo estado de Rondônia e parte do Amazonas, aqui no país dos ” tupiniquins ” por que não há no planeta beleza tão grande e ao natural. Como eu gostaria que todos os brasileiros tivessem a mesma chance que tenho deste passeio, após estarem aposentados. Em qualquer rio nesta região pego uma varinha e pesco o meu almoço, tenho ovos caipiras, leite puro, verduras sadias, e paisagens uma mais bela que a outra, além de lindos pássaros que não precisam estarem presos em exposições, mas livres como o vento. Contudo nada tenho contra os americanos, mas, não posso deixar passar em branco a beleza deste nosso querido País.
    Pena que como muitos disseram existam tantos políticos que não servem, se servem do poder.

  127. Um ótimo 2011 a todos. Que nossos sonhos se realizem (sejam eles conhecer a Disney ou viver num país com menos violência, menos corrupção, mais Paz e mais Saúde).
    Um sincero abraço.

  128. Pois é mais uma vez, a coisa se repete, o povo ou a classe média, ou qualquer seja o nome que vc queira dar ao lugar onde vc se considera viver não percebeu que vai ser sempre assim todos, todos os lugares do mundo prega-se a comunidade para conquistar algo, nós seres humanos só somos o que somos porque vivemos coletivamente, perderíamos facilmente na disputa para qualquer outro animal no reino, isso já é conhecido de tempos anteriores, o que quero dizer é que não adianta jogar a culpa naquele grupo, ou nesse grupo, no imposto, na classe baixa, no governo, ou na Educação, a classe média que hoje ainda vive a sustentar essa país é a que mais sofre, quem não tem casa e ganha perto dos seus 3000 reais nao vai ter, pq pra ganhar isso tem que morar em zonas caras, mal sobra pra viver, no programa do governo do minha casa minha vida não entra… e se entra é a maior “robada”, se o cara quer levar uma vida boa, ou seja… pagar escola para os filhos (entende-se aqui escola o primário..), ter uma casa “segura”, pagar convenio médico nem tendo o triplo desse salário ele vai ter uma vida sossegada, assim, ele arruma 2 empregos, nao pensa…. só reage àquilo que está programado pra viver, quem vem da classe debaixo, também não enxerga entra nessa luta e acredita que está progredindo, sem perceber que os da ponta sempre mais e mais se isolam, acabam essas classe se degladiando uns chamandos os outros de mal-educados e os outros de egoísta, boyzinhos, e outras palavras que insistem em galgar os degraus que existam entre o que consideram de classes, é mais fácil viver a seu modo, se eu to longe de casa essa papel não vai entupir meu boeiro, se eu não uso hospital público que se dane a reforma ou a verba pra ele usar, e assim as classe seguem com o mesmo destino o famoso ciclo da alta e da baixa, dias se está bem, dias se está mal.. e como dizem por aí.. quem coloca muita atenção no caminho jamais enxerga para onde ele leva!

  129. Caro Ricardo,
    Sou brasileiro e moro nos EUA há algum tempo. Temos a mesma impressão sobre este povo, porém acho que esta é apenas a primeira impressão. Depois de um tempo, vemos que realmente eles estão a nossa frente, em muitas coisas, como: a malandragem das companias telefônicas é insuperável ( o Brasil ainda chegará lá), a enrolação dos call centers é inigualável (esta talvez imbatível), o assédio para a venda de produtos é bem mais massivo que no Brasil. Mas nós brasileiros nos preocupamos muito com comparações, entretanto deveríamos deixar isso de lado. São culturas muito diferentes. As mulheres, recatadas, puritanas, aqui evitam usar uma roupa íntima mais sensual (na verdade usam verdadeiras calçolas), no entanto usam umas minissaias que tem pouco mais de 20cm. Dá pra entender? Cheguei a conclusão de que é apenas diferente. Ainda assim prefiro o perfil evolutivo brasileiro, que parece ser mais mais temperado, com alma brasileira.

  130. Caro Ricardo, bom dia. Gostei muito do seu texto, concordo com quase tudo. Creio que sua viagem ocorreu apenas um erro, a data. Viaje na baixa que a maioria dos problemas citados serão minimizados. Programe-se.

  131. Concordo que essa época de alta temporada não é a melhor pra ir a lugares em que fatalmente haverá aglomeração.
    Também não suporto.
    Estive na Disneyland Paris em 10/2010 e, apesar de realmente estar cheio, não tivemos maiores problemas com filas exageradas e falta de educação.
    Apesar de não gostar de parques, foi um passeio legal.
    Lógico que preferia ficar todos os dias somente em Paris mas, para as crianças, a Eurodisney é muito bem vinda!
    Então, não podemos ir em alta temporada. Fato.
    E Disneyland Paris é bem mais ‘tranquilo’!
    Abraço!

  132. Olá Ricardo, estive lá tb com a familia do dia 03 a 23 de dezembro. Realmente estava uma loucura. Já havia estado lá diversas vezes (doze) mas desta vez tudo estava tudo muito complicado. Tinha tumulto até pra ir no banheiro. Os banheiros da Disney que sempre foram elogiados pela limpeza e organização, mais parecia um banheiro de rodoviária, não por culpa deles mas devido a superlotação. Muito cheio, uma torre de Babel. Uma coisa que pude observar que não ocorria nas outras vezes nos parques da Disney – Além de muita fila e espera, muitos brinquedos quebravam e voce tinha que abandonar a atraçao e tentar mais tarde. Em um dia no Magic Kingdom, aconteceram 3 vezes conosco, uma na Splash Mountain, na Space Mountain e no monorail. Isso no passado não acontecia. Tudo que voce falou passamos por lá, grosseria no trenzinho do estacionamento, presenciamos até um empurra-empurra entre dois homens por causa dos assentos no trem. Os funcionários tentam manter a ordem mas você percebe que é dificil conter os animos mais exaltados. Tinha muito estrangeiro, Brasileiros então nem se fala, você percebia de longe pelo barulho e entusiasmo ou pela titubeação, você via que tinha muito marinheiro de primeira viagem que deve ter comido o que não queria e comprado gato por lebre. Na ultima semana antes do natal, encheu de americanos que diluiu a presença de estrangeiros, ficou uma coisa insuportável, tinha filas quilométricas para você acessar o estacionamento dos Outlets. Agora uma coisa eu te digo, apesar de tudo isso, lá dá de dez a zero em relação a qualquer centro de entretenimento daqui do Brasil. Mesmo com toda esta dificuldade, lotação e enroscos, nada se compara ao transito, falta de educação, filas, descaso dos comerciantes e os preço em um shopping de São Paulo ou de outra grande cidade. A começar pelo Aeroporto de Guarulhos no dia 23 de dezembro, quando chegamos. É vergonhoso ver a situação daquele aeroporto em um Pais que se propos a realizar uma Copa do mundo. É triste chegar em seu próprio Pais e ver o descaso que o governo trata seu povo.

  133. eu não tinha o que fazer e como gastar meu dindim dai fui da uma volta. o que me revolta é que encontrei varias pessos com o mesmo objetivo, que saldade dos tempos antigos quando eu não tinha toda estas presteções.

  134. Giovana Damaceno

    Conheço Volta Redonda, é a cidade da CSN, da praça Brasil, das Lojas Americana, da Av. Amaral Peixoto, da Escola Técnica, e do Sider Shoping.
    Aquele que a irmã Diná disse que ia cair, lembra?
    Sempre vou fazer palestras de motivação na CSN, claro faço parte da equipe.
    Mas dizem que Volta Redonda é cidade do alto forno e do escritório central e Stembrug.

  135. A Disney é mais um dos monumentos à imbecilidade, pois ao se tornar um templo do consumo, quebra o encanto que havia nos personagens que lhe deram origem.

    Com ela mataram o Mickey, Pato Donald, Pluto, Margarida e todos os outros personagens criados por Disney.

    Não sei como um cara,, enfrenta, não sei quantas horas de vôo, para visitar aquele hospício.

    Como um cara deixa de levar os seus filhos para tomar um banho nas águas cristalinas do Rio Corrente, lá em Correntina na Bahia, bater uma pelada num campinho de terra com a molecada da cidade, para iniciá-lo, como imbecil, na disneyworld. Só estando em profundo ataque da Sindrome de Ana Cristina. ( Ana Cristina, é uma colega de trabalho, ganha mil reais por mes, economizou até na comida para poder passar uma semana em Paris, ela, como todo subserviente cultural, acha que não viveu se não tiver feito uma viagem ao exterior, mesmo que seja em Buenos Aires ).

    Não me refiro a voce Ricardo, pois aproveitou para reconhecer a beleza de nossas mulheres, as mais bonitas, boas e bundudas do mundo, e ler o um bom livro.

  136. Ricardo,

    Que coisa interessante. Como as pessoas não alcançam as vezes o que quer dizer.
    Até mesmo contar uma observação de viagem, ou um passeio que te deixou feliz por seus netos, você é rotulado, mal interpretado em fim, tens uma séria vocação para judas em sabado de alelauia.
    Sabe, nas aulas de portugUês e literatura no colégio Salesiano Santa Rosa aprendi uma coisa chamada interpretação de textos. Isso para poder criar uma capacidade de entender mensagens. Aí descubro que existe um inimigo ferrenho a esta capacidade. A pré disposição a criticar. As pessoas tem pressa em ler e conforme vão lendo vão afiando a faca para no fim enfiar na bunda do autor.
    Olha, quando viajar, não diaga mais que vai ao Chile ou a Disney. Diga apenas que vai viajar.

  137. Pois é, Kotscho, todo mundo diz para não ir à Disney em alta temporada mas ninguém tem tempo para levar os filhos lá a não ser nas férias, o que gera programas de índio pelos quais você passou, ainda que com o gosto de ver o rosto sorridente dos netinhos na volta para casa.

    Confesso, contudo, que não tenho a mínima vontade para ir nesse mundo maravilhoso, embora minha esposa esteja louca para ir lá porque “todo mundo já foi, é legal, barato” e outras coisas de nosso mundo consumista; o fato é que, se for, vai ser somente para agradá-la.

    Bem, bem … vejamos o que me aguarda nesse ano …

  138. Boa tarde Ricardo!
    Boa tarde amigos balaieiros!

    Grande Ricardo!!!! Maravilhosa a tua narratíva…adorei!!!
    Se bem que alguns aqui não gostem do povo do norte que também são nossos irmãos de América, fazer o que?
    Provavelmente se entretenham mais levando a família pra assistir sei lá…uma mulher sendo apedrejada no Iran, ou algum preso político esfomeado nos cárceres comunistas…Tem gostos variados nesse mundo!!!!
    Esse grandão que voce fala, tem muito aqui também, e segundo minhas filhas quando visitaram Lisboa, eram empurradas das filas com os “amáveis” dizeres – VOLTA PRA TUA TERRA BRASUCA!!!!
    Os lugares, e os povos, são como geralmente nos sentimos. Se estamos procurando defeitos, elevamos à máxima potência qualquer desvío de conduta (de acordo com nossos critérios, e nossos valores) Somos juízes implacáveis, e condenamos veementemente uma raça inteira a partir de um inconveniente facilmente trasponível.
    O importante mesmo, é a alegria proporcinada aos netos, isso NÃO TEM PREÇO!!!!
    Não vejo a hora de ter as minhas netinhas, e poder matar a saudade!!!
    Eu literalmente começei o ano com o “pé-direito”, foi quando ele “aparou” involuntáriamente a queda de um tijolo, e no mesmo segundo o cérebro detectou o desconforto…
    Coisas da vida!!!!
    Sobre o teu post anterior, nada de novo mesmo, a não ser as perspectívas muito agradáveis do ponto de vísta de nossos políticos amados, que se agraciaram com um aumentozinho significatívo né não?
    Nada mais justo para aqueles que “suaram” a camisa para nos proporcionar tão belos e eloquentes espetáculos nesse último período!! Achei que foi até pouco!!!!
    Um deles se não me engano suou bem mais em um motel estrelado com todas as despesas pagas…
    Parece que a “turma da Mônica” vai mesmo ter que trabalhar e sem esperar os cem dias que como todos sabem, não podem ser cedidos em um governo de “continuação”.
    Vamos então aguardar as tão faladas “reformas”, e esperar que possam evitar que as contas dos ultimos 8 anos, sejam extremamente amargas.

    Grande abraço a voce, e a todos em mais esse começo de ano!!!!

    Robson de Oliveira

  139. Salve, Ricardo, vc estava fazendo falta, e, pensando bem, como somos dependentes do nosso caderno de anotações, mesmo com toda essa tecnologia. Acho legal o seu plano de viajar menos em 2011, no máximo aqui pra São Sebastião.
    Claro, até que surja uma boa pauta, nos confins do Judas, com um personagem daqueles, e quero ver você resistir à tentação. Feliz 2011 para você, para a Marinha, e, ao lê-lo, deu pra ver o sorriso das netinhas ao verem o Mickey.
    Parabéns, meu caro, por continuar partilhando conosco suas experiências. E à Vale do Rio Doce, se me permite, por mantê-lo no exercício do trabalho.
    Inté, intão, Ivan Quadros

  140. Golpe de João Sem-braço.

    O medico Roger Abdel Massih apostou na na incompetencia da Policia Federal ao pedir
    renovação de passaporte.
    Apostou e perdeu, agora vem com conversa mole
    para boi dormir que não pretendia fugir.
    Vai voltar para a cadeia de onde nunca deveria ter saido.
    Apelação em liberdade so para penas leves.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/justica+decreta+prisao+preventiva+de+roger+abdelmassih/n1237927901544.html

  141. Targino
    Você já percebeu como os pastores eletrônicos brasileiros agem? Pega lá um coitado pra dizer que do momento em que começou a ofertar começou a melhorar de vida. E com isso quantos coitados não começam a pedir os boletos pra enviar dinheiro. Esses pastores estão ficando milionários com a exploração da fé pública.

  142. Olá Ricardo e caros bloguistas. Bom dia para todos. Em primeiro lugar – desejo um bom início de ano para todos. Li e curti como ninguém todos os comentários. É uma pena que a maioria dos brasileiros só podem viajar com a família para esses “lugares bonitos” somente nas férias, quando sobra alguns trocadinhos(…).

    -Pra vocês que gostam e têm condições de viajar / venham conhecer o nosso Vale do Aço aqui nas Minas Gerais; temos lindas montanhas, lagoas, lindos rios e cachoeiras/além de gente de calor humano e bastante hospitaleiro…

    Um dia eu ainda quero conhecer todos os lugares deste maravilhoso Brasil.

  143. Olá Ricardo,

    Estava muito curiosa para saber da viagem. Adorei, amei, dei muita risada, mas não fiquei surpresa. Tinha certeza que vcs passariam por tudo isto. A Disney está cada vez mais lotada e não tem estrutura para receber tanta gente. É para brasileiro que gosta de fila mesmo. Rsrsrsrs. Vale o sorriso das crianças. Bjs.

  144. Fui pra Foz do Iguaçu (lados brasieliro e argentino, o de lá é bem mais bonito). E de quebra, uma visita a Ciudad del Este, que é a abastecedora da 25 de Março. Incrível. Quase voltei de mãos abanando, poupando trabalho aos rapazes e moças da alfândega, e fazendo vergonha aos sacoleiros. Adorei o passeio.
    E 2011? ao cont?ario de você, quero viajar um pouco mais.
    bj. grande e feliz 2011.

  145. Huguinho, Luisinho e Zezinho

    ou seja…Tu, Luis Antonio Mendonça de Barros ( o honesto ) e Zé Serra ( o funesto )

    TUDO PATO !!!
    Foi até fácil derrota-los na eleição, é sempre o mesmo papo furado e derrotado por tres vezes em vossos mesmos papos roucos !!!

  146. Boa tarde RK e a todos os comentaristas.
    Quero deixar claro que no comentário anterior, não estou censurando ninguém que tenha viajado para o exterior, longe disso. Cada qual tem livre escolha, o direito de ir e vir onde quer que pretenda. Eu apenas tomei a liberdade de destacar as belezas ímpares do nosso país, esqueci de dizer ainda que aquí na região norte RO e AM, onde esarei até a proxima segunda-feira, chove todos os dias na parte da tarde, mas é linda mesmo assim. Perdoem-me o entusiasmo na narrativa, e acho que as crianças e adolescentes, com o que há de melhor na comunicação atual, preferem mesmo a Disney e os divertimentos das grandes metrópoles, como as americanas, européias e asiáticas, ricas em brinquedos eletrônicos e outros recursos. Bem, nos meus 67 anos acho que me enquadro bem com pensamentos ”quadrados” e simples. Um feliz Ano Novo à todos do balaio, do qual participo. Deus os abençoe.

  147. Rapaz do céu!

    como tem gente inconveniente, mal-humorada, subserviente e 100% tucana que trafega neste Blog. Incrível!

    Não conseguem ler um post “sobre as aventuras turísticas de um avó na Disney em alta temporada” sem tender pro lado político. Misturam na cara dura turismo com anti-lulismo, petismo ..sei lá.

    O cara vem aqui, neste espaço nobre, se informa de graça e ainda crítica o dono do blog pq ele não fala inglês!!!
    É o Armagedon …

  148. Estive na Disney 3 vezes nos últimos 3 anos. Ao mesmo tempo tentei realizar viagens dentro do nosso país, me hospedando em resorts que diziam-se de qualidade.
    Triste realidade. Amo o meu país, quero conhecer cada vez mais as lindas paisagens e o povo maravilhoso que sei que temos, mas infelizmente o atendimento, a organização e o preparo está bem longe de roteiros turísticos como a Disney e Orlando.
    Em setembro estaremos lá novamente.
    abraços

  149. Achei bem infeliz o seu texto.. talvez vc pudesse viajar um pouco mais disposto.. muitas pessoas sonham muito com esta viagem e querem desfrutar ao maximo dela. Ja fui varias vezes lá outros lugares tbm.., lá é o unico lugar que eu e minha familia temos muita ansiedade de voltar e cada vez parece a primeira! Sempre somos muito bem tratados a aproveitamos muito..

  150. ??? Viajar menos? Claro!!! A tal da “nova classe média” fabricada pelo lula/pt vai ver o preço da enganação pública pelo pt pra eleger a dilma…

  151. Estes colonizados são mesmos umas bestas, que tal ir para Minas (interior), Goiás, das dunas e da culinária, Pará e seus peixes deliciosos, Rio Grande do Sul com suas estâncias de um churrasco delicioso e seus pampas.
    Mas preferem ser atendidos por um pessoal preconceituoso, com pouca polidez, com sua culinária sonsa.
    É o fim da picada

  152. Sua viagem foi o resultado da pessoa errada, no lugar errado, na hora errada. A Disney é um sonho, e ainda encanta milhões e milhões de pessoas. Possui uma infraestrutura e organização que nunca será vista aqui no Brasil. No entando é claro que por ser o destino turístico mais procurado do mundo não poderia se esperar encontrar um lugar tranquilo nessa época de final de ano. Tenho certeza que se o Sr tivesse ido para lá em uma época de baixa temporada com Fevereiro, Março e Maio teria uma visão completamente diferente e poderia ter aproveitado bem melhor a viagem. A tv nacional é ótima, novela, religião e tragédias. O

  153. Nao sei porque perdi meu tempo lendo esse artigo… vou duas vezes por ano a Disney, ja peguei os parques cheios, filas em baixo de sol tudo ja previsto para quem vai em temporada… nada que possa ser comparado com a falta de estrutura para receber os turistas daqui… vamos ver a vergonha que vamos passar com essa historia de Copa e Olimpiadas.

  154. Só posso dizer que voar no planeta Terra está cada dia mais difícil. Saí do Brasil para Argentina no dia 23/12 e voltei no dia 4/01, tanto na ida como na volta eu encontrei problemas. No ano passado, na mesma época fui para Costa Rica. Complicadíssimo! Tanto no Brasil como na Argentina ou Costa Rica. Tanto numa companhia aérea brasileira como argentina ou panamenha. É um problema global.
    Outra observação é a quantidade de brasileiros que viajam para fora do país. Parece um vírus! Um horror! Não importa para onde vou, sempre encontro um brasileiro.

  155. Nossa, como misturam política com as belezas do planeta e principalmente aqui do nosso país. Vamos pagar o preço pela ”criação” de uma nova classe média, e que aqui não tem organização, etc. são os argumentos. Ainda ontem vi na TV um político querendo comparar nosso PIB com o da China.
    Quando do inicio da crise econômica que abalou o globo, muitos diziam que o país não iria aguentar e quebraria.. Agora a nova classe média vai abalar nossa economia. é como se fossemos um país de incapazes, (isto inclui também o crítico, que graças ao regime democrático pleno, tem todo direito de dizê-lo, pois, ofereço até minha vida para que possa fazê-lo). Quanto ao PIB chines, são mais de um b ilhão e trezentos milhões de habitantes produzindo. Remam contra 83% de bfrasileiros que confiam no país que nasceram. Desculpem, mas, é a minha opinião que também tenho o mesmo direito de expressá-la.

  156. Os chineses daqui a pouco ganharão uma Disney, ou melhor, uma Orlando inteira. Eles copiam tudo !
    Que legal que as crianças orientais, africanas e latino americanas estão podendo usufruir do mundo lúdico dos parques de diversão da Flórida.
    O blogueiro esteve estressado com razão, mas seus netos se amarraram.

  157. Prezado Ricardo e d+ leitores,
    fico impressionada com tantas bobagens e agressões verbais desnecessárias…já postei um comentário no dia 05/01 e retornei ao site para saber mais dos relatos dos outros leitores…para maiores informações.
    Gente o fato é o seguinte: os caras foram colônias de povoamento e nós de exploração….historiacamente…isso dá as perspectivas totalmente distintas (e na minha opinião melhores em relação ao modo de vida americano) qdo comparamos ao nosso!!!
    Os caras sabem fazer bem feito e isso infelizmente incomoda algumas pessoas…
    O povo brasileiro, infelizmente pq faço parte, tem uma cultura da maladragem, esperteza de querer tirar vantagem de tudo…eu antes de viajar fiz um levantamento para ir para o nordeste e custo da viagem ao compararmos cam a a ida para o complexo de parques de orlando e quase o dobro do valor.
    Sendo que para ir para o nordeste + aéreo sem o translado + a hospedagem é bem mais dispendioso que viajar para orlando pagando em dolar com a hospedagem + aéreo + locação do carro compacto (que para os americanos é um Civic e Sentra) + os 8 tickets dos parques…sem contar o fator segurança…eu troco sempre, prefiro ir para orlando!!!

    Que se dane esse bla bla bla de capitalismo…tô nem aí eu quero é curtir bem as minhas férias!!!

    Os parques de orlando são maravilhosos!!!

  158. Caro Kotscho,

    obrigado pela pela narrativa. Potenciais avôs como eu são candidatos no futuro a ir à Disney (minhas filhas foram lá levadas pela mimha sogra).

    só um detalhe me deixou decepcionado com você.
    Ao falar de agruras por que passou você escreve ” Para completar, a camareira era surda”.

    Meu prezado, você está sugerindo que pessoas surdas não devem ser camareiras ou não devem exercer atividades profissionais?
    Se você se lamentasse que a cantora ou o mestre de cerimônias era surdo va lá. Mas se queixar de que a camareira era surda… Tremendo preconceito que exala também elistismo.

    Você pisou na bola, meu caro.

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